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sábado, 24 de novembro de 2007

1166. Sonhos, de Peninha, Caetano e Ivanete Liljia

[red]1166.

Sonhos, de Peninha, Caetano e Ivanete Liljia

Caetano
Sonhos (Peninha)

Um feliz "clássico" do letrista (Peninha), compositor (Peninha) e intérprete (Caetano) pois semrpe nos retorna, ou PODE nos retornar pelo tumulto na vida amorosa (como comentou um poema meu a minha amiga poetisa Doroty Dimolitsas, EHROS, força unitiva, é sempre inquieto, por natureza) por brisa de ERHOS, como atual e vital criação de obra de arte..
Vídeo feliz de Ivanete Liljia

Enfatizo:

Quando a POESIA
Realmente fez folia
Em minha Vida!...

Você veio me falar
De uma Paixão Inesperada
Por outra pessoa(...)

---Gabriel da Fonseca.

Às Amigas Reais e Virtuais. 25/11/07. Série HyperProsaPoética (HPP; Comentário a Vídeo-Música.[/red]

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

1148.1. World's Poets.; 1148.2. Poetas Delmundo.

[blue]1148.1.


World's Poets.


Nihil obstat?
Nihil!

All is right?
Yes! OK!
That is all.

Nothing of this
Must be forbiden for us.

This is the Freedom,
The kingdom of her.

She is the real Liberty:
The struggles are in course, yet,
The placard, of us, depends,
And not of the Destiny,
Tre dreams are not died,
The dreamers are not outsiders,
The Hope kiss us,
The Thruth comes soon
By ours constructions,
The Peace will guide our Earth,
The Love, for us, comes in the first.

Make your role,
Love yours sisters and brothers
And take true care of our Planet.

ANOTHER WORLD IS POSSIBLE.
The Poet is a Warrior
For the global and social
Justice and Peace,
Becaus not that of the cemeteries.

Give your word.
Make our wonderfull world.
Be, with us, a World’s Poet!

We want you,
Because really
We love you![/blue]
[navy]©
® ----- Gabriel da Fonseca.
™[/navy]
[green]---------Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, ao Movimento Poetas Delmundo, e com carinho e gratidão à amiga poetisa amada, Cidinha Fátima.

Curitiba, 04/11/07, 11:30 h.[/green]

***

1148.2.
Poetas Del Mundo.


Nada a nos censurar?
Nada!

Tudo está certo?
Sim! Correto!
E eis tudo.

Nada disto
Deve ser proibido pra nós.

Essa é a Liberdade,
O reino dela.

Eis a Liberdade real:
As lutas estão ainda em curso,
O placar, somente de nós, depende,
E, de modo decidido, não do Destino,
Os utópicos não são inviáveis,
A Esperança nos beija,
A Verdade logo vem chegando
Pelas nossas construções.

A Paz regerá nossa Terra,
O Amor, pra nós, vem por primeiro.

Faça tua parte,
Ame tuas irmãs e irmãos,
E cuide de verdade
De nosso Planeta.

UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL.
O poeta é um guerrilheiro
Pelas Justiça e Paz
Social e Global,
Pois não a dos cemitérios.

Profira tua palavra.
Construa nosso mundo maravilhoso.
Junte-se nós, Poeta Delmundo!

Nós queremos você,
Pois de modo apaixonado
Nós te amamos!

Gabriel da Fonseca.
[navy]©
® ----- Gabriel da Fonseca.
™[/navy]
[green]---------Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, ao Movimento Poetas Delmundo, e com carinho e gratidão à amiga poetisa amada, Cidinha Fátima.

Curitiba, 04/11/07, 11:30 h.[/green]

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

1153. EHROS a Contraventar, A-Penas.

[red]1153.

EHROS a Contraventar, A-Penas.


Deitei minha jangada
No, dos seus olhares,
Verdes mares.

Sobrevieram
As tempestades.
Fiquei sem ondas,
Sem o Amor,
Sem águas,
Sem o Amar,
Sem quase nada,
Só quase mágoas.
Só quase tormentas.

Senti a dor
Do Amar,
Suas penas.
Quedei no avesso do Amor
No fundo do mar.
Com apenas,

Longa travessia
No deserto
A iniciar
Em noite nublada
Sem sequer luz estelar.

Por invisíveis fios,
Me puxaram @s amig@s,
A me amparar.

Meu juízo
A ninguém condena.
Julgou-se
EHROS a contraventar,
A-Penas isso.
Isso apenas.
Decidiu-se
Como ocorrer sói,
A ele aquiescer.
Mas como dói!

Içar velas!!!


©
® --- [i]Gabriel da Fonseca.[/i]

------- Às Amigas Reais e Virtuais, com Cariciosos Carinhos, 07/11/07, 23:45h.[/red]

A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.

1151.



* # * # C A
# * # * T E
* # * # D R
# * # * A L

P R A Ç
A : T I
R A D E
N T E S





A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.



A Catedral gótica.

Quina da pública Praça.

Eis a Curitiba a-típica.



©
® --- Gabriel da Fonseca.


----- Às Amigas Reis e Virtuais e à Poetisa orkut Soninha Ferrarsi Porto em reconhecimento pelo dueto do seu hai kai Diamante conversando com o meu Diadema, de 04/11/07, publicados em http://recantodasletras.uol.com.br/haikais/723865 em 05/11/07

Curitiba, 06/11/07, 13:00h, ao passar ao lado, contemplar as torres da Catedral de Curitiba e relembrando a posição a-típica em relação à Praça Tiradentes, no Centro Histórico. Hai-kai leminskiano, com ilustração gráfica logotípica, com Catedral na Fonte gótica, primeiro verso também na gótica, segundo na romana e terceiro em Arial Black (atípico)

domingo, 4 de novembro de 2007

1147. A-N-I-L-I-N-A, Poema gra´fico Monovérico, aqui desconfigurdo, mas no .doc harmônico

[navy]1147. A-N-I-L-I-N-A


A-----N-----I-----L-----I-----N-----A

N -----N N

I -----I I

L -----L L

I -----I I

N -----N N

A-----N-----I-----L-----I-----N-----A A
| |
N N N N -----N
| |
I I I I

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

1142. As

[blue]1142.


As

As
Asas
Azuis das
Azulezas,
Azulzices e
Azulezas dos
Azulejares
Azulejos de
Azulites e lápis-l
Azulis.

Ahs pros
Azes do volante ou/e
Azes da aviação?
Az A. Sena ou/e
Az S. Dumont

(AAS?), e

Ases:
Ases de paus ou
Ases de arvinhas?
Ases de copas ou
Ases de coraçõezinhos?
Ases de espadas ou
Ases de ouros?

Ases pretos ou/e
Ases vermelhos?

Às armas citoyen? (not citroën)

Hasta luego, Comandante Chê!

Azimute

A Zulmira?
Ah! Ela!
Hás de achá-la!

Atchins!

Aspargo

Azar dos azares!
Azarar os azares.
Azarar nas boemias
Azarar nos boemiares dos bares

A zero? De quatro? (No quarto?? No Ato???...)

@s ou @S?

As S. A.s ou
Às S.A.s?

Às S.A.s ou
Às S.S.s hitlerianas?

©
® --- Gabriel da Fonseca.


----- Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com carinho à amiga poetisa amadorada Cidinha Fátima. 01/11/07, 23:05h, Todos os Santos, véspera de Finados.[/blue]

1143. FLOR-DE-LÓTUS.

[green]1143.[/green]






[b][i][violet]FLOR-DE-LÓTUS.


As flores (se) vingam:

Nos ambientes mais hostis

Triunfa a Flor-de-Lótus![/violet][i][b]






[red]©
® --- Gabriel da Fonseca.
™[/red]




[blue]Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com emoção, carinho e gratidão amigos à amiga poetisa amaDORAda e nossa campeã da nossa poesia-orkut, Doroty (DORA) Dimolitsas.


[olive]. Essa é uma prosa poética; acima é um hai-kai leminskiano e espontaneamente dentro da métrica, meditando no bi-Presidente Lula em seu discurso anti-machista em 20/10/06, na Boca Maldita, há 8 dias antes do 2.º das eleições presidenciais, anunciando a, então, iminente aprovação da Lei Maria (...)contra à violências às mulheres. Este é parte desse poema maior à disposição @s amig@s, bem como um texto explicitando os detalhes e contexto do teor anti-machista partindo logo de quem viveu a dureza do chão-de-fábrica e, antes, da retirância nordestina. Meditava na bem-aventurança das brasileiras e dos brasilerios antimachistas em ter hoje uma presidência moderna com esse teor de discurso (mãe do Lula: meu filho, nunca erga a mão contra uma mulher; antes, se separe do que chegar a esse ponto; Lula: Marisa, doravante, a conta é sua e eu é que peço licença pra ti!)[/olive]

[navy]Kurita, 02/11/07; Finados (com saudades, mas sem sofrimentos, como indica o Amigo Poeta Fred Pássaro Livre Costa), 03:00 h[/navy]