[red]1080. Nas Curvas dos Teus Olhares.
Nas tuas curvas
E nas de teus olhares,
Nestas tuas ondas
De teus olhares irradiantes,
Caminho, trilho,
Perambulo, vagabundeio,
Navego, vôo,
Viajo, turisteio
E derrapo.
Singro as águas
Das tuas pupilas,
Das tuas íris.
Me olho no espelho
De tuas retinas.
Mergulho em teus cristalinos.
Espio bem tuas meninas.
As janelas da tua’lma miro.
Nelas velejo.
A elas sobrevôo.
Nelas me perco,
Me acho,
Me ganho.
Com âncoras
Fundeio num gancho,
Me redescubro,
Tenho perdas, danos
Obtenho ganhos
Que guardo em ânforas.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, 1.° Aniversário do Poeta Gabriel da Fonseca [/red]
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sábado, 13 de outubro de 2007
1074. As Tuas Curvas
[red]1074. As Tuas Curvas
Elas deram um cavalinho-de-pau
Nos meus olhares.
Me baratinaram
E quedei estonteado
À la Niemeyer:
Simplesmente não couberam
No meu espaço euclidiano.
Elas não têm bem princípio,
Nem meio, nem fim,
De encontro com os cartesianos.
São quânticas
Ao encontro dos einsteinianos.
As paralelas se encontram
No mesmo finito
E me conduziram ao infinito
As mais belas
Iniciam na tua alma
Prosseguem nos teus olhos.
Nas tuas sobrancelhas
No teu rosto,
Nos teus lábios,
Na tua boca,
No teu queixo,
Na tua testa,
Nas tuas orelhas.
Nos teus brincos,
No teu colo,
Na tua nuca,
No teu decote,
No teus seios,
Na tua cintura.
No teu ventre,
Nos teus quadris
Nas tuas coxas
Nos teus joelhos...
Curvas que te deixam esvoaçante,
Evanescente,
A flutuar no pedestal
De teus pézinhos graciosos,
Leve, levitante.
Curvas mais perigosas
Que as da Estrada de Santos
A duzentos km por hora
Ou que, a trinta,
As da Estrada da Graciosa.
Gabriel da Fonseca. 290907[/red]
Elas deram um cavalinho-de-pau
Nos meus olhares.
Me baratinaram
E quedei estonteado
À la Niemeyer:
Simplesmente não couberam
No meu espaço euclidiano.
Elas não têm bem princípio,
Nem meio, nem fim,
De encontro com os cartesianos.
São quânticas
Ao encontro dos einsteinianos.
As paralelas se encontram
No mesmo finito
E me conduziram ao infinito
As mais belas
Iniciam na tua alma
Prosseguem nos teus olhos.
Nas tuas sobrancelhas
No teu rosto,
Nos teus lábios,
Na tua boca,
No teu queixo,
Na tua testa,
Nas tuas orelhas.
Nos teus brincos,
No teu colo,
Na tua nuca,
No teu decote,
No teus seios,
Na tua cintura.
No teu ventre,
Nos teus quadris
Nas tuas coxas
Nos teus joelhos...
Curvas que te deixam esvoaçante,
Evanescente,
A flutuar no pedestal
De teus pézinhos graciosos,
Leve, levitante.
Curvas mais perigosas
Que as da Estrada de Santos
A duzentos km por hora
Ou que, a trinta,
As da Estrada da Graciosa.
Gabriel da Fonseca. 290907[/red]
1081. Você é Meu Suave Espelho.
[red]1081. Você é Meu Suave Espelho.
Seja, sim, meu espelho.
De mim, objeto real,
Sem despejo
Me dê a imagem virtual,
Preciso que seja, mesmo!
Sem isso meu desejo
Fica sem eixo
E queda sem objeto
Os meus beijos.
E sem objetivo
Os meus anseios.
Com a janela
Da tua alma,
Eu ver nela
O meu reflexo,
Sim, deixe.
Deixe as tuas pupilas,
Tuas, dos olhos, meninas,
Ser o espelho d’água
E o colírio
Que, da tua ausência,
Deleta das minhas a mágoa,
E das cinzas
Me reanima
Pra rosas e lírios.
-GABRIEL da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, dia em que minha Mana muito Amada, (Maria) Inês, uma que segunda mãe minha, e do meu filho Lucas GABRIEL, completou 60 anos. Parabéns a ela e aos sobrinhos Gladson Dale, Jayarhys e Josieli, meus como que filhos[/red].
Seja, sim, meu espelho.
De mim, objeto real,
Sem despejo
Me dê a imagem virtual,
Preciso que seja, mesmo!
Sem isso meu desejo
Fica sem eixo
E queda sem objeto
Os meus beijos.
E sem objetivo
Os meus anseios.
Com a janela
Da tua alma,
Eu ver nela
O meu reflexo,
Sim, deixe.
Deixe as tuas pupilas,
Tuas, dos olhos, meninas,
Ser o espelho d’água
E o colírio
Que, da tua ausência,
Deleta das minhas a mágoa,
E das cinzas
Me reanima
Pra rosas e lírios.
-GABRIEL da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, dia em que minha Mana muito Amada, (Maria) Inês, uma que segunda mãe minha, e do meu filho Lucas GABRIEL, completou 60 anos. Parabéns a ela e aos sobrinhos Gladson Dale, Jayarhys e Josieli, meus como que filhos[/red].
Marcadores:
Amor; Função Espelho Amoroso
1079. Me Cumulas de Mimos.
[red]1079. Me Cumulas de Mimos.
Você, Meu Bem, bem se revela.
Nada do que é relevante
Você releva.
Tudo de importante
Você salienta:
Desejo ser tua.
Tudo revelo,
De tudo me dispo
Pra que me tome nua
A teu dispor.
Eu de ti Senhora
E você de mim Senhor.
Nada esqueço disso
E bem administro
Pra que me possua
Sem restar resquício.
E você por mim zela,
Assim desvelando
Teu anti-narcisismo,
Assim se desvela
Me cumulando de mimos.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 30/09/07.[/red]
Você, Meu Bem, bem se revela.
Nada do que é relevante
Você releva.
Tudo de importante
Você salienta:
Desejo ser tua.
Tudo revelo,
De tudo me dispo
Pra que me tome nua
A teu dispor.
Eu de ti Senhora
E você de mim Senhor.
Nada esqueço disso
E bem administro
Pra que me possua
Sem restar resquício.
E você por mim zela,
Assim desvelando
Teu anti-narcisismo,
Assim se desvela
Me cumulando de mimos.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 30/09/07.[/red]
Marcadores:
mimos; mimo; cumular de mimos
1096. Leão e Leoa Não Jogam A Toalha à Toa.
[blue]1096. Leão e Leoa Não Jogam A Toalha à Toa.
Há mais de um ano
Um dia no cyberspace
Por um engano
Me visitou.
Agradeci a visita
E ficamos amigos.
A vida dura
De batalhadora
Reservou-lhe a agrura
De nunca ser presenteada
Com um poema.
Fui o primeiro,
O que te emocionou.
Qual uma leoa
Enfrentou em seio
Uma explosão
E tua luta
Me confidenciou.
Pela vez terceira
Foi mais forte
Que teu coração.
Ao despertar
Lembrou de mim
E o mote pilheriou:
Praga ruim,
Geada não mata!
E ainda convalescente
Foi ajudar
O coração da tua mãe.
Por tudo disso
Nossa Amizade
É sagrada
E enfrentou virtualidade
Muita quilometragem
E a tempestade
Do preconceito.
Briguei como um leão,
Fui forte como carvalho,
Batista, João,
E não como um caniço
Pelo vento agitado
Pra cumprir a palavra dada:
De praticar o ecumenismo
Do maninho, Boff, Leonardo
Em que acredito.
Reconheceu-se tua
Bela e generosa hospitalidade:
Abriu pra estranhos
As portas da tua casa,
A tua mesa, o teu teto
E compartilhou
Os mais queridos dos teus.
Nossa amizade fraterna, juntos,
Enfrenta quaisquer tormentas!
Leão e leoa
Não jogam a toalha,
Assim, à toa.[/blue]
Há mais de um ano
Um dia no cyberspace
Por um engano
Me visitou.
Agradeci a visita
E ficamos amigos.
A vida dura
De batalhadora
Reservou-lhe a agrura
De nunca ser presenteada
Com um poema.
Fui o primeiro,
O que te emocionou.
Qual uma leoa
Enfrentou em seio
Uma explosão
E tua luta
Me confidenciou.
Pela vez terceira
Foi mais forte
Que teu coração.
Ao despertar
Lembrou de mim
E o mote pilheriou:
Praga ruim,
Geada não mata!
E ainda convalescente
Foi ajudar
O coração da tua mãe.
Por tudo disso
Nossa Amizade
É sagrada
E enfrentou virtualidade
Muita quilometragem
E a tempestade
Do preconceito.
Briguei como um leão,
Fui forte como carvalho,
Batista, João,
E não como um caniço
Pelo vento agitado
Pra cumprir a palavra dada:
De praticar o ecumenismo
Do maninho, Boff, Leonardo
Em que acredito.
Reconheceu-se tua
Bela e generosa hospitalidade:
Abriu pra estranhos
As portas da tua casa,
A tua mesa, o teu teto
E compartilhou
Os mais queridos dos teus.
Nossa amizade fraterna, juntos,
Enfrenta quaisquer tormentas!
Leão e leoa
Não jogam a toalha,
Assim, à toa.[/blue]
Marcadores:
Narração de história de amizade; Leonardo Boff
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