1209.
[maroon][b][i]Você, Você, Você!
Tanta re-Esperança
Na, de ti, re-procura,
E, re-ssurgiu, azul, você,
Como se
Re-desVELado milagre
Não fosse!!!
Você?
Meus, doces,
Musse,
De mel, dose,
Do Bem, voz,
Pavê,
Beijo marrom glacê
Com vinho rosê,
E-cs-tasys
Em overdose
E rubras fantasias
Em puro ê-x-tase!
Goze!
Sou tua posse
À tua mercê.
Teu tesão em mim pouse
E em mim você
Repouse
Como merece.
Minhas feridas, você cose,
Com a Vida que me trouxe.
Você! Você! Você!...
©
®---Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Amadas, Reais e Virtuais, especialmente à [i]Stela Emilia[/i], com blandícias meigas; 27/12/2007.[/i][/b][/maroon].
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
1196. Vamos nos Entregar, Meu Bem?
1196.
[maroon][b]Vamos nos Entregar, Meu Bem?
Coração!
Eu, pra ti, me entrego
Até o último sentimento,
Poro,
Célula,
Suspiro
E alento.
Você, pra mim,
Te entrega também.
Pois, os anjos andam
Dizendo amém.
E, imersos,
Sem reservas,
Um no outro,
Eu em ti,
Você em mim,
Da somatória
Das convulsões
Vulcânicas
Das mortes pequenas
Dos nossos orgasmos,
Renasceremos,
Emersos,
Num casal-organismo,
Em melhores novas vidas
A quatro mãos
Construídas,
Eu contigo,
Você comigo,
nUM CONviver
De melhores amores
E corações
Com nossos amares
E seus sonhares.
]©
®---[i]Gabriel da Fonseca.[/i]
™
--------Às Amigas Reais e Virtuais; especialmente à Stela Emilia.19/12/07[/b][/maroon]
[maroon][b]Vamos nos Entregar, Meu Bem?
Coração!
Eu, pra ti, me entrego
Até o último sentimento,
Poro,
Célula,
Suspiro
E alento.
Você, pra mim,
Te entrega também.
Pois, os anjos andam
Dizendo amém.
E, imersos,
Sem reservas,
Um no outro,
Eu em ti,
Você em mim,
Da somatória
Das convulsões
Vulcânicas
Das mortes pequenas
Dos nossos orgasmos,
Renasceremos,
Emersos,
Num casal-organismo,
Em melhores novas vidas
A quatro mãos
Construídas,
Eu contigo,
Você comigo,
nUM CONviver
De melhores amores
E corações
Com nossos amares
E seus sonhares.
]©
®---[i]Gabriel da Fonseca.[/i]
™
--------Às Amigas Reais e Virtuais; especialmente à Stela Emilia.19/12/07[/b][/maroon]
Marcadores:
entrega amorosa,
novo casal;
1207. Caetano; Terra. HyperProsaPoética (HPP)
1207. Caetano; Terra. HyperProsaPoética (HPP)
Terra (7'10'')
Grande expressão corporal de Caetano (coreografia?) com rica variação de ângulos da câmara para captação dos movimentos e closes do intérprete.
---Gabriel da Fonseca
---Às Amigas Reais e Virtuais
http://www.youtube.com/watch?v=9YgDmt1FoT0
Terra (7'10'')
Grande expressão corporal de Caetano (coreografia?) com rica variação de ângulos da câmara para captação dos movimentos e closes do intérprete.
---Gabriel da Fonseca
---Às Amigas Reais e Virtuais
http://www.youtube.com/watch?v=9YgDmt1FoT0
1195. deCLARação de Amor CLARo.
[maroon]1195.
deCLARação de Amor CLARo.
é CLARo!
aCLARo,
deCLARo:
você é CLARão
CLAReante da minha vida
a CLARear minhas sendas.
sou teu CLARo, Morena!
eSTrELA CLARA!
CLARo que eu te amo!
com CLAReza:
quero me casar com tua CLARidade eSTELAr!
eu, poeta esCLARecido,
amigo do esCLARecimento,
fui CLARO
nessa deCLARação,
minha Senhora perCLARa?
©
®---[b][i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----Às Amigas Reais e Virtuais; especialmente à Stela Emilia;19/12/07.[/maroon]
deCLARação de Amor CLARo.
é CLARo!
aCLARo,
deCLARo:
você é CLARão
CLAReante da minha vida
a CLARear minhas sendas.
sou teu CLARo, Morena!
eSTrELA CLARA!
CLARo que eu te amo!
com CLAReza:
quero me casar com tua CLARidade eSTELAr!
eu, poeta esCLARecido,
amigo do esCLARecimento,
fui CLARO
nessa deCLARação,
minha Senhora perCLARa?
©
®---[b][i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----Às Amigas Reais e Virtuais; especialmente à Stela Emilia;19/12/07.[/maroon]
Marcadores:
declaração de amor
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
1206. Luiz Miguel; La Barca. HyperProsaPoética (HPP)
[maroon]1206. Luiz Miguel; La Barca. HyperProsaPoética (HPP)
---Gabriel da Fonseca.
---Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente à Stela Emilia que me enviou essa vídeo-música num momento lancinante e crucial, com muito carinho. 26/12/07.[/maroon]
Luiz Miguel/La Barca, legendas em espanhol e português; com Lucho Gatica, precedida de No Me Platique Más; Voy Apagar la Luz e Contigo Aprendi
http://www.youtube.com/watch?v=mDzSEV5arJg&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=qe52EDoMF40&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=zFstJHMj_hc&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=vimcBZlvEgg&feature=related
---Gabriel da Fonseca.
---Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente à Stela Emilia que me enviou essa vídeo-música num momento lancinante e crucial, com muito carinho. 26/12/07.[/maroon]
Luiz Miguel/La Barca, legendas em espanhol e português; com Lucho Gatica, precedida de No Me Platique Más; Voy Apagar la Luz e Contigo Aprendi
http://www.youtube.com/watch?v=mDzSEV5arJg&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=qe52EDoMF40&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=zFstJHMj_hc&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=vimcBZlvEgg&feature=related
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
1205. Flor & Borboleta.
1205.
[maroon][b][i]Flor & Borboleta.
Você é minha
Flor e borboleta
Borboleta-flor,
Flor-estrela,
Estrela-lua,
Lua-libélula,
Libélula-violeta,
Violeta-musa,
Musa-deusa,
Que me sussurra:
Eu sou tua,
Tua, eSTrELA
Emília, Julieta
Assim, toda nua.
Não tarde,
Seja meu,
Meu Cezar
Júlio, Romeu,
Meu Poeta Gabriel.
Toma logo posse
Do que é teu.
Adentre teu céu,
Meu beija-flor
De hortênsias,
Dálias,
Orquídeas
E bromélias.
Pra mim basta
Teu peito,
Meu Amor!
©
®---Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----À Minha Amada Stela Emília; 23/12/07.[/maroon]
[maroon][b][i]Flor & Borboleta.
Você é minha
Flor e borboleta
Borboleta-flor,
Flor-estrela,
Estrela-lua,
Lua-libélula,
Libélula-violeta,
Violeta-musa,
Musa-deusa,
Que me sussurra:
Eu sou tua,
Tua, eSTrELA
Emília, Julieta
Assim, toda nua.
Não tarde,
Seja meu,
Meu Cezar
Júlio, Romeu,
Meu Poeta Gabriel.
Toma logo posse
Do que é teu.
Adentre teu céu,
Meu beija-flor
De hortênsias,
Dálias,
Orquídeas
E bromélias.
Pra mim basta
Teu peito,
Meu Amor!
©
®---Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----À Minha Amada Stela Emília; 23/12/07.[/maroon]
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lua-de-mel
1204. Olhar eSTrELA!
1204.
[maroon][b][i]Olhar eSTrELA!
eSTrELA, olhar
É ver o Infinito,
O sem limite
Do nosso Coração
E seu pulsar,
Seu sentir,
Seu ansiar,
E seu Amor.
E adorar
Esse ilimitado
E se compadecer
Da nossa finitude.
E, com Jesus,
Se pôr a conversar
Numa atitude
De se expandir
Rumo a nossa infinitude,
Me (se) comunica, Deus
Sua magnitude
Por esta eSTrELA!
©
®---[u]Gabriel da Fonseca.[/u][/i][/b]
™
----À Minha Amada Stela Emília; 23/12/07.[/maroon]
[maroon][b][i]Olhar eSTrELA!
eSTrELA, olhar
É ver o Infinito,
O sem limite
Do nosso Coração
E seu pulsar,
Seu sentir,
Seu ansiar,
E seu Amor.
E adorar
Esse ilimitado
E se compadecer
Da nossa finitude.
E, com Jesus,
Se pôr a conversar
Numa atitude
De se expandir
Rumo a nossa infinitude,
Me (se) comunica, Deus
Sua magnitude
Por esta eSTrELA!
©
®---[u]Gabriel da Fonseca.[/u][/i][/b]
™
----À Minha Amada Stela Emília; 23/12/07.[/maroon]
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OLhar eSTrELA; coração infinito
1202. Ardendo Numa só Chama.
1202.
[maroon][b]Ardendo Numa só Chama.
AMOOOOOORRR!!!.........
Eis me aqui,
Assim, assim...,
Pra isso até hoje vivi
Atravessando as peleias.
Esse o sentido
Das longas porfias
Nas árduas travessias.
Agora, te amando...
E sendo amado por ti
Ardendo numa só chama,
Num só ardor,
Numa só cama,
Num só coração,
Num só pulsar,
Num só Amor
E num só olhar.
Assim, assim...
©
®---[i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----À Minha Amada Stela Emilia; 23/12/07.[/maroon]
[maroon][b]Ardendo Numa só Chama.
AMOOOOOORRR!!!.........
Eis me aqui,
Assim, assim...,
Pra isso até hoje vivi
Atravessando as peleias.
Esse o sentido
Das longas porfias
Nas árduas travessias.
Agora, te amando...
E sendo amado por ti
Ardendo numa só chama,
Num só ardor,
Numa só cama,
Num só coração,
Num só pulsar,
Num só Amor
E num só olhar.
Assim, assim...
©
®---[i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----À Minha Amada Stela Emilia; 23/12/07.[/maroon]
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Ardendo numa só chama; Amor correspondido
sábado, 22 de dezembro de 2007
1181. TE AMO ENDOIDECIDO
[maroon]1181. TE AMO ENDOIDECIDO
Eu te amo, doido,
Endoidecido.
Quero você louca,
Enlouquecida,
Em mim grudada
Ao meu lado
Para sempre.
Já que nem sei bem
Mais sequer quem eu sou.
Pois, você reformata
O disco rígido
Do meu passado,
Plenifica o meu presente
E prenche os vazios
Dos meus sonhos
Os colorindo
Com os tons e matizes
De Amor correspondido.
©
®[u]Gabriel da Fonseca.[u]
™
FELIZ NATAL E 2008 PLENO DE REALIZAÇÕES[/maroom]
Eu te amo, doido,
Endoidecido.
Quero você louca,
Enlouquecida,
Em mim grudada
Ao meu lado
Para sempre.
Já que nem sei bem
Mais sequer quem eu sou.
Pois, você reformata
O disco rígido
Do meu passado,
Plenifica o meu presente
E prenche os vazios
Dos meus sonhos
Os colorindo
Com os tons e matizes
De Amor correspondido.
©
®[u]Gabriel da Fonseca.[u]
™
FELIZ NATAL E 2008 PLENO DE REALIZAÇÕES[/maroom]
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
1189. Você é Minha Pulsante Estrela!
[maroon]1189. Você é Minha Pulsante Estrela!
Perdoe-me, Minha Vida!
Sei que você,
Qual Nietzsche,
Com outro alguém,
Não quer ser confundida,
Mas, Meu Bem,
Considere: é você
Minha, Miranda, Carmem,
Minha Gal,
Minha Bethânia,
Minha Maria Bonita,
Minha, Kolody, Helena,
Minha, Meireles, Cecília,
Minha, Lispector, Clarice,
Minha, Galvão, Patrícia,
Minha, Prestes, Olga,
Minha, de Beauvoir, Simone,
Minha, de Dirceu, Marília,
Minha Helena de Tróia,
Minha, do Sócrates, Sophia,
Minha Cleópatra do Egito,
Minha, do Abelardo, Heloísa,
Minha, do Dante, Beatriz,
Minha, do Petrarca, laura,
Minha, do Camões, Dinamene,
Minhas, do Rousseau,
E do Gramsci, Júlias,
Minha, do Kierkegaard, Regina
Minh, do Marx, Jenny,
Minha, do Engels, Maria,
Minha, do Lenin, Natasha,
Minha, do Trotski, Natália
Minha, do Benjamin, Asya,
Minha, do Maiakoski, Lilitchka,
Minha, do Neruda, Matilde.
Sou teu possante********S*o*L**
E você é minha pulsante*eSTrELA*
Energizante e turbinante.
©
®---[b][i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----Às Amigas Reais e Virtuais, em especial pra minha Estrela;12/12/07[/maroon]
Perdoe-me, Minha Vida!
Sei que você,
Qual Nietzsche,
Com outro alguém,
Não quer ser confundida,
Mas, Meu Bem,
Considere: é você
Minha, Miranda, Carmem,
Minha Gal,
Minha Bethânia,
Minha Maria Bonita,
Minha, Kolody, Helena,
Minha, Meireles, Cecília,
Minha, Lispector, Clarice,
Minha, Galvão, Patrícia,
Minha, Prestes, Olga,
Minha, de Beauvoir, Simone,
Minha, de Dirceu, Marília,
Minha Helena de Tróia,
Minha, do Sócrates, Sophia,
Minha Cleópatra do Egito,
Minha, do Abelardo, Heloísa,
Minha, do Dante, Beatriz,
Minha, do Petrarca, laura,
Minha, do Camões, Dinamene,
Minhas, do Rousseau,
E do Gramsci, Júlias,
Minha, do Kierkegaard, Regina
Minh, do Marx, Jenny,
Minha, do Engels, Maria,
Minha, do Lenin, Natasha,
Minha, do Trotski, Natália
Minha, do Benjamin, Asya,
Minha, do Maiakoski, Lilitchka,
Minha, do Neruda, Matilde.
Sou teu possante********S*o*L**
E você é minha pulsante*eSTrELA*
Energizante e turbinante.
©
®---[b][i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
™
----Às Amigas Reais e Virtuais, em especial pra minha Estrela;12/12/07[/maroon]
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
1175. eSPERança.
[green]1175. eSPERança.
*eu deSPERto
**as eSPERanças.
**eu eSPERo ledo.
**na eSPERA ativa,
**deseSPERos
*nas véSPERas?
*eu, eSPERto,
*****eSPERneio!
minha S#E#mente
****diSPERço e
sem deSPERdício
******S#E#meio!!!
-Gabriel da Fonseca.
-Às Amigas Reais e Virtuais. 05/12/07.[/green]
*eu deSPERto
**as eSPERanças.
**eu eSPERo ledo.
**na eSPERA ativa,
**deseSPERos
*nas véSPERas?
*eu, eSPERto,
*****eSPERneio!
minha S#E#mente
****diSPERço e
sem deSPERdício
******S#E#meio!!!
-Gabriel da Fonseca.
-Às Amigas Reais e Virtuais. 05/12/07.[/green]
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Esperança
1174. Nova FORMA TransFORMA o Mundo?
[maroon]1174. Nova FORMA TransFORMA o Mundo?
Me perguntou, Meu Bem:
Mimo, uma metamorfose
Muda o Mundo?
Eu disse: Sim,
Tanto de modo platônico,
Pois nova visão
Do res-surgir
De uma erótica aparência
Em nossa ex-istência
Já é jorro por antecipação
De uma bem-aventurança
Que já muda nossa essência,
Quanto de modo aristotélico,
Pois nova concepção da vida,
Do crescer natural inerente
De amorosa substância
Em nossa sub-ex-istência
Já é gérmem do pleno gozo
Triunfante dos acidentes
E intrínseco às cousas.
Meus versos
Não dão nova forma
Ao Universo:
Mudam as pessoas
Que o transformam.
-[b][i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
-Às Amigas Reais e Virtuais. 05/12/07, ao acordar. Série Sonhística.[/maroon]
Me perguntou, Meu Bem:
Mimo, uma metamorfose
Muda o Mundo?
Eu disse: Sim,
Tanto de modo platônico,
Pois nova visão
Do res-surgir
De uma erótica aparência
Em nossa ex-istência
Já é jorro por antecipação
De uma bem-aventurança
Que já muda nossa essência,
Quanto de modo aristotélico,
Pois nova concepção da vida,
Do crescer natural inerente
De amorosa substância
Em nossa sub-ex-istência
Já é gérmem do pleno gozo
Triunfante dos acidentes
E intrínseco às cousas.
Meus versos
Não dão nova forma
Ao Universo:
Mudam as pessoas
Que o transformam.
-[b][i]Gabriel da Fonseca.[/i][/b]
-Às Amigas Reais e Virtuais. 05/12/07, ao acordar. Série Sonhística.[/maroon]
sábado, 24 de novembro de 2007
1166. Sonhos, de Peninha, Caetano e Ivanete Liljia
[red]1166.
Sonhos, de Peninha, Caetano e Ivanete Liljia
Caetano
Sonhos (Peninha)
Um feliz "clássico" do letrista (Peninha), compositor (Peninha) e intérprete (Caetano) pois semrpe nos retorna, ou PODE nos retornar pelo tumulto na vida amorosa (como comentou um poema meu a minha amiga poetisa Doroty Dimolitsas, EHROS, força unitiva, é sempre inquieto, por natureza) por brisa de ERHOS, como atual e vital criação de obra de arte..
Vídeo feliz de Ivanete Liljia
Enfatizo:
Quando a POESIA
Realmente fez folia
Em minha Vida!...
Você veio me falar
De uma Paixão Inesperada
Por outra pessoa(...)
---Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 25/11/07. Série HyperProsaPoética (HPP; Comentário a Vídeo-Música.[/red]
Sonhos, de Peninha, Caetano e Ivanete Liljia
Caetano
Sonhos (Peninha)
Um feliz "clássico" do letrista (Peninha), compositor (Peninha) e intérprete (Caetano) pois semrpe nos retorna, ou PODE nos retornar pelo tumulto na vida amorosa (como comentou um poema meu a minha amiga poetisa Doroty Dimolitsas, EHROS, força unitiva, é sempre inquieto, por natureza) por brisa de ERHOS, como atual e vital criação de obra de arte..
Vídeo feliz de Ivanete Liljia
Enfatizo:
Quando a POESIA
Realmente fez folia
Em minha Vida!...
Você veio me falar
De uma Paixão Inesperada
Por outra pessoa(...)
---Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 25/11/07. Série HyperProsaPoética (HPP; Comentário a Vídeo-Música.[/red]
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
1148.1. World's Poets.; 1148.2. Poetas Delmundo.
[blue]1148.1.
World's Poets.
Nihil obstat?
Nihil!
All is right?
Yes! OK!
That is all.
Nothing of this
Must be forbiden for us.
This is the Freedom,
The kingdom of her.
She is the real Liberty:
The struggles are in course, yet,
The placard, of us, depends,
And not of the Destiny,
Tre dreams are not died,
The dreamers are not outsiders,
The Hope kiss us,
The Thruth comes soon
By ours constructions,
The Peace will guide our Earth,
The Love, for us, comes in the first.
Make your role,
Love yours sisters and brothers
And take true care of our Planet.
ANOTHER WORLD IS POSSIBLE.
The Poet is a Warrior
For the global and social
Justice and Peace,
Becaus not that of the cemeteries.
Give your word.
Make our wonderfull world.
Be, with us, a World’s Poet!
We want you,
Because really
We love you![/blue]
[navy]©
® ----- Gabriel da Fonseca.
™[/navy]
[green]---------Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, ao Movimento Poetas Delmundo, e com carinho e gratidão à amiga poetisa amada, Cidinha Fátima.
Curitiba, 04/11/07, 11:30 h.[/green]
***
1148.2.
Poetas Del Mundo.
Nada a nos censurar?
Nada!
Tudo está certo?
Sim! Correto!
E eis tudo.
Nada disto
Deve ser proibido pra nós.
Essa é a Liberdade,
O reino dela.
Eis a Liberdade real:
As lutas estão ainda em curso,
O placar, somente de nós, depende,
E, de modo decidido, não do Destino,
Os utópicos não são inviáveis,
A Esperança nos beija,
A Verdade logo vem chegando
Pelas nossas construções.
A Paz regerá nossa Terra,
O Amor, pra nós, vem por primeiro.
Faça tua parte,
Ame tuas irmãs e irmãos,
E cuide de verdade
De nosso Planeta.
UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL.
O poeta é um guerrilheiro
Pelas Justiça e Paz
Social e Global,
Pois não a dos cemitérios.
Profira tua palavra.
Construa nosso mundo maravilhoso.
Junte-se nós, Poeta Delmundo!
Nós queremos você,
Pois de modo apaixonado
Nós te amamos!
Gabriel da Fonseca.
[navy]©
® ----- Gabriel da Fonseca.
™[/navy]
[green]---------Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, ao Movimento Poetas Delmundo, e com carinho e gratidão à amiga poetisa amada, Cidinha Fátima.
Curitiba, 04/11/07, 11:30 h.[/green]
World's Poets.
Nihil obstat?
Nihil!
All is right?
Yes! OK!
That is all.
Nothing of this
Must be forbiden for us.
This is the Freedom,
The kingdom of her.
She is the real Liberty:
The struggles are in course, yet,
The placard, of us, depends,
And not of the Destiny,
Tre dreams are not died,
The dreamers are not outsiders,
The Hope kiss us,
The Thruth comes soon
By ours constructions,
The Peace will guide our Earth,
The Love, for us, comes in the first.
Make your role,
Love yours sisters and brothers
And take true care of our Planet.
ANOTHER WORLD IS POSSIBLE.
The Poet is a Warrior
For the global and social
Justice and Peace,
Becaus not that of the cemeteries.
Give your word.
Make our wonderfull world.
Be, with us, a World’s Poet!
We want you,
Because really
We love you![/blue]
[navy]©
® ----- Gabriel da Fonseca.
™[/navy]
[green]---------Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, ao Movimento Poetas Delmundo, e com carinho e gratidão à amiga poetisa amada, Cidinha Fátima.
Curitiba, 04/11/07, 11:30 h.[/green]
***
1148.2.
Poetas Del Mundo.
Nada a nos censurar?
Nada!
Tudo está certo?
Sim! Correto!
E eis tudo.
Nada disto
Deve ser proibido pra nós.
Essa é a Liberdade,
O reino dela.
Eis a Liberdade real:
As lutas estão ainda em curso,
O placar, somente de nós, depende,
E, de modo decidido, não do Destino,
Os utópicos não são inviáveis,
A Esperança nos beija,
A Verdade logo vem chegando
Pelas nossas construções.
A Paz regerá nossa Terra,
O Amor, pra nós, vem por primeiro.
Faça tua parte,
Ame tuas irmãs e irmãos,
E cuide de verdade
De nosso Planeta.
UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL.
O poeta é um guerrilheiro
Pelas Justiça e Paz
Social e Global,
Pois não a dos cemitérios.
Profira tua palavra.
Construa nosso mundo maravilhoso.
Junte-se nós, Poeta Delmundo!
Nós queremos você,
Pois de modo apaixonado
Nós te amamos!
Gabriel da Fonseca.
[navy]©
® ----- Gabriel da Fonseca.
™[/navy]
[green]---------Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, ao Movimento Poetas Delmundo, e com carinho e gratidão à amiga poetisa amada, Cidinha Fátima.
Curitiba, 04/11/07, 11:30 h.[/green]
Marcadores:
Justiça Global,
Movimento Poetas Delmundo,
Pacifismo,
Paz Mundial,
World's Poets
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
1153. EHROS a Contraventar, A-Penas.
[red]1153.
EHROS a Contraventar, A-Penas.
Deitei minha jangada
No, dos seus olhares,
Verdes mares.
Sobrevieram
As tempestades.
Fiquei sem ondas,
Sem o Amor,
Sem águas,
Sem o Amar,
Sem quase nada,
Só quase mágoas.
Só quase tormentas.
Senti a dor
Do Amar,
Suas penas.
Quedei no avesso do Amor
No fundo do mar.
Com apenas,
Longa travessia
No deserto
A iniciar
Em noite nublada
Sem sequer luz estelar.
Por invisíveis fios,
Me puxaram @s amig@s,
A me amparar.
Meu juízo
A ninguém condena.
Julgou-se
EHROS a contraventar,
A-Penas isso.
Isso apenas.
Decidiu-se
Como ocorrer sói,
A ele aquiescer.
Mas como dói!
Içar velas!!!
©
® --- [i]Gabriel da Fonseca.[/i]
™
------- Às Amigas Reais e Virtuais, com Cariciosos Carinhos, 07/11/07, 23:45h.[/red]
EHROS a Contraventar, A-Penas.
Deitei minha jangada
No, dos seus olhares,
Verdes mares.
Sobrevieram
As tempestades.
Fiquei sem ondas,
Sem o Amor,
Sem águas,
Sem o Amar,
Sem quase nada,
Só quase mágoas.
Só quase tormentas.
Senti a dor
Do Amar,
Suas penas.
Quedei no avesso do Amor
No fundo do mar.
Com apenas,
Longa travessia
No deserto
A iniciar
Em noite nublada
Sem sequer luz estelar.
Por invisíveis fios,
Me puxaram @s amig@s,
A me amparar.
Meu juízo
A ninguém condena.
Julgou-se
EHROS a contraventar,
A-Penas isso.
Isso apenas.
Decidiu-se
Como ocorrer sói,
A ele aquiescer.
Mas como dói!
Içar velas!!!
©
® --- [i]Gabriel da Fonseca.[/i]
™
------- Às Amigas Reais e Virtuais, com Cariciosos Carinhos, 07/11/07, 23:45h.[/red]
Marcadores:
"Gabriel da Fonseca",
Ehros,
fim de caso,
fim-de-caso,
fim-de-caso?
A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.
1151.
* # * # C A
# * # * T E
* # * # D R
# * # * A L
P R A Ç
A : T I
R A D E
N T E S
A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.
A Catedral gótica.
Quina da pública Praça.
Eis a Curitiba a-típica.
©
® --- Gabriel da Fonseca.
™
----- Às Amigas Reis e Virtuais e à Poetisa orkut Soninha Ferrarsi Porto em reconhecimento pelo dueto do seu hai kai Diamante conversando com o meu Diadema, de 04/11/07, publicados em http://recantodasletras.uol.com.br/haikais/723865 em 05/11/07
Curitiba, 06/11/07, 13:00h, ao passar ao lado, contemplar as torres da Catedral de Curitiba e relembrando a posição a-típica em relação à Praça Tiradentes, no Centro Histórico. Hai-kai leminskiano, com ilustração gráfica logotípica, com Catedral na Fonte gótica, primeiro verso também na gótica, segundo na romana e terceiro em Arial Black (atípico)
* # * # C A
# * # * T E
* # * # D R
# * # * A L
P R A Ç
A : T I
R A D E
N T E S
A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.
A Catedral gótica.
Quina da pública Praça.
Eis a Curitiba a-típica.
©
® --- Gabriel da Fonseca.
™
----- Às Amigas Reis e Virtuais e à Poetisa orkut Soninha Ferrarsi Porto em reconhecimento pelo dueto do seu hai kai Diamante conversando com o meu Diadema, de 04/11/07, publicados em http://recantodasletras.uol.com.br/haikais/723865 em 05/11/07
Curitiba, 06/11/07, 13:00h, ao passar ao lado, contemplar as torres da Catedral de Curitiba e relembrando a posição a-típica em relação à Praça Tiradentes, no Centro Histórico. Hai-kai leminskiano, com ilustração gráfica logotípica, com Catedral na Fonte gótica, primeiro verso também na gótica, segundo na romana e terceiro em Arial Black (atípico)
domingo, 4 de novembro de 2007
1147. A-N-I-L-I-N-A, Poema gra´fico Monovérico, aqui desconfigurdo, mas no .doc harmônico
[navy]1147. A-N-I-L-I-N-A
A-----N-----I-----L-----I-----N-----A
N -----N N
I -----I I
L -----L L
I -----I I
N -----N N
A-----N-----I-----L-----I-----N-----A A
| |
N N N N -----N
| |
I I I I
A-----N-----I-----L-----I-----N-----A
N -----N N
I -----I I
L -----L L
I -----I I
N -----N N
A-----N-----I-----L-----I-----N-----A A
| |
N N N N -----N
| |
I I I I
Marcadores:
poema grfico monov´resico; concreto,
poesia concreta.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
1142. As
[blue]1142.
As
As
Asas
Azuis das
Azulezas,
Azulzices e
Azulezas dos
Azulejares
Azulejos de
Azulites e lápis-l
Azulis.
Ahs pros
Azes do volante ou/e
Azes da aviação?
Az A. Sena ou/e
Az S. Dumont
(AAS?), e
Ases:
Ases de paus ou
Ases de arvinhas?
Ases de copas ou
Ases de coraçõezinhos?
Ases de espadas ou
Ases de ouros?
Ases pretos ou/e
Ases vermelhos?
Às armas citoyen? (not citroën)
Hasta luego, Comandante Chê!
Azimute
A Zulmira?
Ah! Ela!
Hás de achá-la!
Atchins!
Aspargo
Azar dos azares!
Azarar os azares.
Azarar nas boemias
Azarar nos boemiares dos bares
A zero? De quatro? (No quarto?? No Ato???...)
@s ou @S?
As S. A.s ou
Às S.A.s?
Às S.A.s ou
Às S.S.s hitlerianas?
©
® --- Gabriel da Fonseca.
™
----- Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com carinho à amiga poetisa amadorada Cidinha Fátima. 01/11/07, 23:05h, Todos os Santos, véspera de Finados.[/blue]
As
As
Asas
Azuis das
Azulezas,
Azulzices e
Azulezas dos
Azulejares
Azulejos de
Azulites e lápis-l
Azulis.
Ahs pros
Azes do volante ou/e
Azes da aviação?
Az A. Sena ou/e
Az S. Dumont
(AAS?), e
Ases:
Ases de paus ou
Ases de arvinhas?
Ases de copas ou
Ases de coraçõezinhos?
Ases de espadas ou
Ases de ouros?
Ases pretos ou/e
Ases vermelhos?
Às armas citoyen? (not citroën)
Hasta luego, Comandante Chê!
Azimute
A Zulmira?
Ah! Ela!
Hás de achá-la!
Atchins!
Aspargo
Azar dos azares!
Azarar os azares.
Azarar nas boemias
Azarar nos boemiares dos bares
A zero? De quatro? (No quarto?? No Ato???...)
@s ou @S?
As S. A.s ou
Às S.A.s?
Às S.A.s ou
Às S.S.s hitlerianas?
©
® --- Gabriel da Fonseca.
™
----- Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com carinho à amiga poetisa amadorada Cidinha Fátima. 01/11/07, 23:05h, Todos os Santos, véspera de Finados.[/blue]
1143. FLOR-DE-LÓTUS.
[green]1143.[/green]
[b][i][violet]FLOR-DE-LÓTUS.
As flores (se) vingam:
Nos ambientes mais hostis
Triunfa a Flor-de-Lótus![/violet][i][b]
[red]©
® --- Gabriel da Fonseca.
™[/red]
[blue]Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com emoção, carinho e gratidão amigos à amiga poetisa amaDORAda e nossa campeã da nossa poesia-orkut, Doroty (DORA) Dimolitsas.
[olive]. Essa é uma prosa poética; acima é um hai-kai leminskiano e espontaneamente dentro da métrica, meditando no bi-Presidente Lula em seu discurso anti-machista em 20/10/06, na Boca Maldita, há 8 dias antes do 2.º das eleições presidenciais, anunciando a, então, iminente aprovação da Lei Maria (...)contra à violências às mulheres. Este é parte desse poema maior à disposição @s amig@s, bem como um texto explicitando os detalhes e contexto do teor anti-machista partindo logo de quem viveu a dureza do chão-de-fábrica e, antes, da retirância nordestina. Meditava na bem-aventurança das brasileiras e dos brasilerios antimachistas em ter hoje uma presidência moderna com esse teor de discurso (mãe do Lula: meu filho, nunca erga a mão contra uma mulher; antes, se separe do que chegar a esse ponto; Lula: Marisa, doravante, a conta é sua e eu é que peço licença pra ti!)[/olive]
[navy]Kurita, 02/11/07; Finados (com saudades, mas sem sofrimentos, como indica o Amigo Poeta Fred Pássaro Livre Costa), 03:00 h[/navy]
[b][i][violet]FLOR-DE-LÓTUS.
As flores (se) vingam:
Nos ambientes mais hostis
Triunfa a Flor-de-Lótus![/violet][i][b]
[red]©
® --- Gabriel da Fonseca.
™[/red]
[blue]Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com emoção, carinho e gratidão amigos à amiga poetisa amaDORAda e nossa campeã da nossa poesia-orkut, Doroty (DORA) Dimolitsas.
[olive]. Essa é uma prosa poética; acima é um hai-kai leminskiano e espontaneamente dentro da métrica, meditando no bi-Presidente Lula em seu discurso anti-machista em 20/10/06, na Boca Maldita, há 8 dias antes do 2.º das eleições presidenciais, anunciando a, então, iminente aprovação da Lei Maria (...)contra à violências às mulheres. Este é parte desse poema maior à disposição @s amig@s, bem como um texto explicitando os detalhes e contexto do teor anti-machista partindo logo de quem viveu a dureza do chão-de-fábrica e, antes, da retirância nordestina. Meditava na bem-aventurança das brasileiras e dos brasilerios antimachistas em ter hoje uma presidência moderna com esse teor de discurso (mãe do Lula: meu filho, nunca erga a mão contra uma mulher; antes, se separe do que chegar a esse ponto; Lula: Marisa, doravante, a conta é sua e eu é que peço licença pra ti!)[/olive]
[navy]Kurita, 02/11/07; Finados (com saudades, mas sem sofrimentos, como indica o Amigo Poeta Fred Pássaro Livre Costa), 03:00 h[/navy]
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
1139. Me Dê Tuas Pernas!
[red]1139.
Me Dê Tua Pernas!
--- Júliôôôôôôôôôôôôôôôôô!
Me dê tuas pernas!
Quer vir aqui já
Pra eu poder pôr
Minhas pernas
Por cima das tuas
Pra as descansar!
---Meu Dêêêêêêêêêêuuus!
Vida longa pela frente,
(Ou toda vida intensa é breve?),
Toda uma cumprida jornada a reconstruir
Uma vida a tocar adiante
Promesas não cumpridas
E sonhos a realizar, doravante.
No entanto, ainda sempre você
Em minha estrada,
No inconsciente sem passado tempo
Porém de efetivo tempo presente.
Meu Deus!
Uma vida a enfrentar!
Você precisa urgente
Mandar novo rosto de Afrodite
Pra perda dela me comPENSar
Dum Amor incondicional,
Embora num amor cinza,
Ganga com puro metal
Num complexo ambíguo.
Que KWUÁSY deu certo,
KWUÁSY é-terno.
Ficar, assim, SOLito,
Não dá pé.
Pelo menos,
Saiba, meu filho,
Por este meu choro incontido,
Vinte e oito meses depois,
(Parece que foi ontem)
Que de muito intenso Amor
Tu és O Fruto.
E a mim que te digo
Que teria tanto
A fazer contigo
Você replica:
É só a gente conversar.
É você sempre
A explicar
Um possível meu pavor
De novo Amar
Um é-terno Amor?[/red]
©
®Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Reais e Virtuais. 31/10/07, ao aCORDar. Série Sonhística & Erhóstika & Choro Masculino Revolucionário.
Me Dê Tua Pernas!
--- Júliôôôôôôôôôôôôôôôôô!
Me dê tuas pernas!
Quer vir aqui já
Pra eu poder pôr
Minhas pernas
Por cima das tuas
Pra as descansar!
---Meu Dêêêêêêêêêêuuus!
Vida longa pela frente,
(Ou toda vida intensa é breve?),
Toda uma cumprida jornada a reconstruir
Uma vida a tocar adiante
Promesas não cumpridas
E sonhos a realizar, doravante.
No entanto, ainda sempre você
Em minha estrada,
No inconsciente sem passado tempo
Porém de efetivo tempo presente.
Meu Deus!
Uma vida a enfrentar!
Você precisa urgente
Mandar novo rosto de Afrodite
Pra perda dela me comPENSar
Dum Amor incondicional,
Embora num amor cinza,
Ganga com puro metal
Num complexo ambíguo.
Que KWUÁSY deu certo,
KWUÁSY é-terno.
Ficar, assim, SOLito,
Não dá pé.
Pelo menos,
Saiba, meu filho,
Por este meu choro incontido,
Vinte e oito meses depois,
(Parece que foi ontem)
Que de muito intenso Amor
Tu és O Fruto.
E a mim que te digo
Que teria tanto
A fazer contigo
Você replica:
É só a gente conversar.
É você sempre
A explicar
Um possível meu pavor
De novo Amar
Um é-terno Amor?[/red]
©
®Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Reais e Virtuais. 31/10/07, ao aCORDar. Série Sonhística & Erhóstika & Choro Masculino Revolucionário.
terça-feira, 30 de outubro de 2007
1128. O Anti-Lobos e Rosas
[blue]1128.
Sou um pobre diabo
Que não entender
De somar Guns 'd Roses,
De sintetizar armas e rosas.
Sou um pobre coitado
Que nada compreende
De aliar carneiros e lobos.
Sou um radical
Como o Poeta José Paulo Paes:
"Não sei palavras dúbias. Meu sermão
Chama ao lobo verdugo ao cordeiro irmão".
Sou pela Mundial
Justiça Social e Paz.
Sou contra os imperialistas,
Agressores belicistas,
Agentes do Moloch do Capital
E do seu Mercado Global.
Sou pelos Amantes da Paz, Povos.
E não compreendo, MESMO,
Desculpe-me a ignorância
Os que casam
Asas de anjo
Com caveiras de pirata;
Lobos negros
Com rosas vermelhas
Perdoe-em Nietzsche
Fique com suas falcões e águias;
Eu não abandono minhas rolas e pombas.
Pros que buscam realizar
As profecias de paz perpétua de Isaías,
Armas até pode ser um meio
Qual nos ensina Maquiavel
E olha eu aí de novo,
Com minha pedra no estilingue
Enfrentando a onça braba
Com cara e coragem,
Sem medo de carranca
Nem de braba cara
De canibal cruel.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas,261007[blue]
Sou um pobre diabo
Que não entender
De somar Guns 'd Roses,
De sintetizar armas e rosas.
Sou um pobre coitado
Que nada compreende
De aliar carneiros e lobos.
Sou um radical
Como o Poeta José Paulo Paes:
"Não sei palavras dúbias. Meu sermão
Chama ao lobo verdugo ao cordeiro irmão".
Sou pela Mundial
Justiça Social e Paz.
Sou contra os imperialistas,
Agressores belicistas,
Agentes do Moloch do Capital
E do seu Mercado Global.
Sou pelos Amantes da Paz, Povos.
E não compreendo, MESMO,
Desculpe-me a ignorância
Os que casam
Asas de anjo
Com caveiras de pirata;
Lobos negros
Com rosas vermelhas
Perdoe-em Nietzsche
Fique com suas falcões e águias;
Eu não abandono minhas rolas e pombas.
Pros que buscam realizar
As profecias de paz perpétua de Isaías,
Armas até pode ser um meio
Qual nos ensina Maquiavel
E olha eu aí de novo,
Com minha pedra no estilingue
Enfrentando a onça braba
Com cara e coragem,
Sem medo de carranca
Nem de braba cara
De canibal cruel.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas,261007[blue]
1137. Cacos-mosaico-bricolage-espelho-ressangria.
[red]1137.
Cacos-mosaico-bricolage-espelho-ressangria.
Estoy
A juntar cacos
De aPENAS um fim-de-caso
Que não dão mais loiças,
Não dão mais taças,
Não dão mais peças.
Mas, sim, aPENAS um mosaico,
Uma bricolage
De fragmentos,
Colada pra se ver na loisa,
Que a mim me espelha
E as minhas esquarte-
Jadas partes,
Mediante a qual
Ainda vejo
Que ainda ressangro
Pelas perdas de coisas
De excelências.
Sangue em metamorfose
Pra versos
Pelas, das palavras, artes
De poetas di-versos.
-Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 30/10/07, em caminhada pro trabalho à tarde, no Passeio Público de Curita, 14:50h.[/red]
Cacos-mosaico-bricolage-espelho-ressangria.
Estoy
A juntar cacos
De aPENAS um fim-de-caso
Que não dão mais loiças,
Não dão mais taças,
Não dão mais peças.
Mas, sim, aPENAS um mosaico,
Uma bricolage
De fragmentos,
Colada pra se ver na loisa,
Que a mim me espelha
E as minhas esquarte-
Jadas partes,
Mediante a qual
Ainda vejo
Que ainda ressangro
Pelas perdas de coisas
De excelências.
Sangue em metamorfose
Pra versos
Pelas, das palavras, artes
De poetas di-versos.
-Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 30/10/07, em caminhada pro trabalho à tarde, no Passeio Público de Curita, 14:50h.[/red]
1136. Gato de 7 Vidas.
[red]1136. Gato de 7 Vidas.
Você não previu
Que me aBANDonando
Me deixaria padecendo,
Eu me esmilinguindo?
Você não sentiu?
Olha eu aqui PENAndo,
Me desfalecendo
E, Fênix, das cinzas, ressurgindo.
E, Sísifo, de novo a pedra
Pro cume rolando,
Eu, de lições me enriquecendo
E, pra nova vida, partindo.
Eu, Gato de 7 Vidas,
Eu redidivo,
As abertas feridas
Se cicatrizando,
Eu as ainda lambendo,
E elas ainda me exaurindo.
Não sei mais o que faço,
O que a Erhos ainda peço,
Mas ainda SOBREviverei a isso,
Ainda rôo o duro osso
E hei de entrar vitorioso
Qual o russo
Em Berlim
Em 1945.
-Gabriel da Fonseca.
ÀS Amigas Reais e Virtuais. 30/10/07, ao aCORDar.[/red]
Você não previu
Que me aBANDonando
Me deixaria padecendo,
Eu me esmilinguindo?
Você não sentiu?
Olha eu aqui PENAndo,
Me desfalecendo
E, Fênix, das cinzas, ressurgindo.
E, Sísifo, de novo a pedra
Pro cume rolando,
Eu, de lições me enriquecendo
E, pra nova vida, partindo.
Eu, Gato de 7 Vidas,
Eu redidivo,
As abertas feridas
Se cicatrizando,
Eu as ainda lambendo,
E elas ainda me exaurindo.
Não sei mais o que faço,
O que a Erhos ainda peço,
Mas ainda SOBREviverei a isso,
Ainda rôo o duro osso
E hei de entrar vitorioso
Qual o russo
Em Berlim
Em 1945.
-Gabriel da Fonseca.
ÀS Amigas Reais e Virtuais. 30/10/07, ao aCORDar.[/red]
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fim-de-caso?,
GAbriel da Fosneca; Berlim ;1945,
Sísifo
1132. Eram Tantas Eras de EHROS.
[red]1132. Eram Tantas Eras de EHROS.
Eram tantos T(H)AN(A)TOS
Agindo dentro de mim,
Em boa parte dos nove
Décimos do eu-iceberg,
No meu Eu,
Mas, eram, mesmo, tanto,
Que o meu
Fracote juiz conciliador Ego,
Convocou, instou,
Presto, decidido,
A Deusa-Esperança
Pra lhe acudir,
Na luta contra porção do Inconsciente:
A dos sonhos reprimidos
Do Super-ego,
Grande algoz
Corta-tesão.
E pra que o Id
O aí-isso,
Não se manifestasse
Como um feroz
Inimigo
Que evite
O Viver numa Harmonia.
Mas eram tantas
As eras vividas
De ERHOS
Adormecido,
Vivo cristal vívido,
Nas Amizades,
Filosofias,
Ciências,
Literaturas,
Poesias,
Técnicas,
Tecnologias,
Espiritualidades,
Religiosas ou não,
Que estão em tudo,
Orgíacas,
Nas Culturas,
Afrodisíacas,
Apolíneas
Ou Dionisíacas,
Que temos vencido
E prosseguiremos vencendo
A Dor,
O Sofrimento,
O Luto,
A Morte,
O Desamor,
A Solidão
Da in-COM-UN-icação,
As traições
Do volúvel Cupido,
E de novo
AMAR-EI.
De AMAR
Hei! Hey! Hey!
Hê! Hê! Hê!..
©Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas. 29/10/07[/red]
Eram tantos T(H)AN(A)TOS
Agindo dentro de mim,
Em boa parte dos nove
Décimos do eu-iceberg,
No meu Eu,
Mas, eram, mesmo, tanto,
Que o meu
Fracote juiz conciliador Ego,
Convocou, instou,
Presto, decidido,
A Deusa-Esperança
Pra lhe acudir,
Na luta contra porção do Inconsciente:
A dos sonhos reprimidos
Do Super-ego,
Grande algoz
Corta-tesão.
E pra que o Id
O aí-isso,
Não se manifestasse
Como um feroz
Inimigo
Que evite
O Viver numa Harmonia.
Mas eram tantas
As eras vividas
De ERHOS
Adormecido,
Vivo cristal vívido,
Nas Amizades,
Filosofias,
Ciências,
Literaturas,
Poesias,
Técnicas,
Tecnologias,
Espiritualidades,
Religiosas ou não,
Que estão em tudo,
Orgíacas,
Nas Culturas,
Afrodisíacas,
Apolíneas
Ou Dionisíacas,
Que temos vencido
E prosseguiremos vencendo
A Dor,
O Sofrimento,
O Luto,
A Morte,
O Desamor,
A Solidão
Da in-COM-UN-icação,
As traições
Do volúvel Cupido,
E de novo
AMAR-EI.
De AMAR
Hei! Hey! Hey!
Hê! Hê! Hê!..
©Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas. 29/10/07[/red]
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Cupido,
Ego Id,
Eros Zombeteiro e Caprichoso,
Superego,
Thanatos
1134.Meu Corpo Acusa que Minh’Alma te Gos(t)a.
1134.Meu Corpo Acusa que Minh’Alma te Gos(t)a.
E uma semente,
Um embrião,
Um botão de rosa,
Do quase-nada, surgiu,
Plantado por dor pungente
De luto melancólico
Por perda de Amor.
De repente,
O grave vate
Se tornou grávido bardo
De elegia
Pra tua diva beldade.
Não se sabe de onde partiu
A Energia que teima,
A Força que aflora,
A pulsão que te(n)s(i)ona
Que insiste vir pra fora
Como emoção que nos queima
Afeto que se desencerra,
E sentimento que se desenrola
Num carinho crescente
Numa ternura que se enTORNa
Numa onda meiga
Nesse poema que te grita:
Você é bá(l)sa(mo) que alivia!;
E se fixa na beleza
Do teu rosto
E do modelar busto
Da tua foto,
De você que me aparece
E se estabelece,
Tão carinhosa:
Meu corpo todo fremita
E me acusa que te gos(t)a...
A você, que gos(t)ou
Duma frase do Poeta
E lhe fez um convite.
Logo(,) de ti,
Tão linda e formosa,
Tão bela e esbelta,
Tão corporal e etérea!
©
®Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente á Amiga Anna Carolinna. 29/10/07
E uma semente,
Um embrião,
Um botão de rosa,
Do quase-nada, surgiu,
Plantado por dor pungente
De luto melancólico
Por perda de Amor.
De repente,
O grave vate
Se tornou grávido bardo
De elegia
Pra tua diva beldade.
Não se sabe de onde partiu
A Energia que teima,
A Força que aflora,
A pulsão que te(n)s(i)ona
Que insiste vir pra fora
Como emoção que nos queima
Afeto que se desencerra,
E sentimento que se desenrola
Num carinho crescente
Numa ternura que se enTORNa
Numa onda meiga
Nesse poema que te grita:
Você é bá(l)sa(mo) que alivia!;
E se fixa na beleza
Do teu rosto
E do modelar busto
Da tua foto,
De você que me aparece
E se estabelece,
Tão carinhosa:
Meu corpo todo fremita
E me acusa que te gos(t)a...
A você, que gos(t)ou
Duma frase do Poeta
E lhe fez um convite.
Logo(,) de ti,
Tão linda e formosa,
Tão bela e esbelta,
Tão corporal e etérea!
©
®Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente á Amiga Anna Carolinna. 29/10/07
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
1133.Réplica à Saudação da Amiga Pérola Kátia em Meus Recados.[/navy]
[navy]1133.Réplica à Saudação da Amiga Pérola Kátia em Meus Recados.[/navy]
[blue]" ***PéRoLa***:
olá !!! desculpe a invasão, mas poeta agora é meu fraco; calma as poesias rsrsrs....
necessito delas, amo de alma ,gostaria de fazer parte de sua página de amigos, trocar poesias,quando tiver livros, algo a divulgar será um prazer
,só admiro não escrevo,não tenho esse belo dom ,mas admiro quem os tem e fico grata ,pois cadapoeta leva e eleva a nossa alma, com sua palavras .frases, estrofes ,obrigado desde já por existir,beijos...pérola,kátia."[/blue]
[red]*
O teu surgir carinhoso
Nos meus recados
Me comocionou!
Em poucos segundos,
Carinho crescendo,
O corpo logo acusou
Muita da melhor
Linda ternura por ti.
Beijos!...Beijos!...[/red]
[green]-Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 29/10/07; 18:54 h [/green]]
[blue]" ***PéRoLa***:
olá !!! desculpe a invasão, mas poeta agora é meu fraco; calma as poesias rsrsrs....
necessito delas, amo de alma ,gostaria de fazer parte de sua página de amigos, trocar poesias,quando tiver livros, algo a divulgar será um prazer
,só admiro não escrevo,não tenho esse belo dom ,mas admiro quem os tem e fico grata ,pois cadapoeta leva e eleva a nossa alma, com sua palavras .frases, estrofes ,obrigado desde já por existir,beijos...pérola,kátia."[/blue]
[red]*
O teu surgir carinhoso
Nos meus recados
Me comocionou!
Em poucos segundos,
Carinho crescendo,
O corpo logo acusou
Muita da melhor
Linda ternura por ti.
Beijos!...Beijos!...[/red]
[green]-Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 29/10/07; 18:54 h [/green]]
1131. Travessia da Vida.
[red]1131.
Travessia da Vida.
Quer sobre os areais
Ardentes do deserto,
Quer sob as areias
Úmidas da praia,
Há uma longa travessia
Dura e penosa da vida.
Mas não interminável
Tormenta,
Não TEMPestade
Sem bonança,
Não TEMPoral
Sem estio,
Não desesperos
Sem Esperanças.
Não dúvidas
Sem confianças,
Não provadas
Amorosas traições
Sem comprovadas
Amigas lealdades.
Chuva de Lágrimas,
Mas não, delas, Vale.
Não mal que pra sempre dure,
Não deSOLação que sem conSOLo
Pra sempre sem SOL perdure.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais. 29/10/07. [/red]
Travessia da Vida.
Quer sobre os areais
Ardentes do deserto,
Quer sob as areias
Úmidas da praia,
Há uma longa travessia
Dura e penosa da vida.
Mas não interminável
Tormenta,
Não TEMPestade
Sem bonança,
Não TEMPoral
Sem estio,
Não desesperos
Sem Esperanças.
Não dúvidas
Sem confianças,
Não provadas
Amorosas traições
Sem comprovadas
Amigas lealdades.
Chuva de Lágrimas,
Mas não, delas, Vale.
Não mal que pra sempre dure,
Não deSOLação que sem conSOLo
Pra sempre sem SOL perdure.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais. 29/10/07. [/red]
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travessia,
Vale de Lá,
vida
sábado, 27 de outubro de 2007
1029. Fogo na B*#&§@.
1029. Fogo na B*#&§@.
Moçoila clara, alta, bem sacudida
Nos fundos do coletivo,
Com duas amigas:
To precisando de ser inTERNada
No (Hospital) Bom Retiro,
Pois olho esta garrafa
De água mineral
E me dá vontade
De enTORNar cachaça
Até cair.
Senhora respeitável no banco
Da minha frente com sua filha:
---Ouve bem esta estripolia,
Este espalhafato,
Esta algazarra,
Esta algaravia,
Este espalhabrasas,
Falando alto sem parar
Pra todo o ônibus
Pequeno pra tal gritaria?
É fogo na b*#&§@!...
--- U quê?... Retrucou o sério poeta,
Fransindo as sobrancelhas.
--- É fogo na b*#&§@!!... ...
--- U quêêêêê?... ...
--- Não compreendeu, não?
--- É fogo na b*#&§@!!!... ... ...
--- Ah! Ãh! Rãn Rãn!... ... ...
Pra mim mesmo?
Mas eu tão longe!
Mas ela já me viu?
Já ta me querendo?
Mas eu tão absorto
Em curtir minhas
Dores de amores!
Ainda lambendo as feridas,
De ressaca,
De dieta,
De canja de galinha,
Frutas, papinhas e mingau!
Mas valeu, minha
Trabalhadora senhora,
Na puritana Curita,
De siso até nos busão,
Eu gostoso ri,
Suspendendo meu siso.
Ainda hoje fogo tal
Encontrará um afogueado p!~§°
Que o alimente
E num corta-fogo
O afogueie
Numa chuva d’água?
©
®Gabriel da Fonseca.
™
-Às Amigas Reais e Virtuais. Um poema-crônica à la Dalton Trevisan.
Moçoila clara, alta, bem sacudida
Nos fundos do coletivo,
Com duas amigas:
To precisando de ser inTERNada
No (Hospital) Bom Retiro,
Pois olho esta garrafa
De água mineral
E me dá vontade
De enTORNar cachaça
Até cair.
Senhora respeitável no banco
Da minha frente com sua filha:
---Ouve bem esta estripolia,
Este espalhafato,
Esta algazarra,
Esta algaravia,
Este espalhabrasas,
Falando alto sem parar
Pra todo o ônibus
Pequeno pra tal gritaria?
É fogo na b*#&§@!...
--- U quê?... Retrucou o sério poeta,
Fransindo as sobrancelhas.
--- É fogo na b*#&§@!!... ...
--- U quêêêêê?... ...
--- Não compreendeu, não?
--- É fogo na b*#&§@!!!... ... ...
--- Ah! Ãh! Rãn Rãn!... ... ...
Pra mim mesmo?
Mas eu tão longe!
Mas ela já me viu?
Já ta me querendo?
Mas eu tão absorto
Em curtir minhas
Dores de amores!
Ainda lambendo as feridas,
De ressaca,
De dieta,
De canja de galinha,
Frutas, papinhas e mingau!
Mas valeu, minha
Trabalhadora senhora,
Na puritana Curita,
De siso até nos busão,
Eu gostoso ri,
Suspendendo meu siso.
Ainda hoje fogo tal
Encontrará um afogueado p!~§°
Que o alimente
E num corta-fogo
O afogueie
Numa chuva d’água?
©
®Gabriel da Fonseca.
™
-Às Amigas Reais e Virtuais. Um poema-crônica à la Dalton Trevisan.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
1127. Navio do Poeta a Pique.
[red]1127. Navio do Poeta a Pique.
O poeta quase foi a pique,
De modo literal.
De tanto um errante Amar
Num muito agitado mar.
De tanto em versos trabalhar,
De oVERdOSeS de VERSOS,
Pra tentar esquecer sua dores de Amor,
Essas se tornaram corporais.
Agora, o vate pede um tempo.
Pede água.
Ele só quer um colinho
Pra afogar sua mágoa.
O menininho só quer mimos,
O bardo só quer carinhos.
Basta de roda-gigante,
Nem mesmo brincar na barquinha,
Com sua vertigem e frio na barriga,
Cheias de acelerações.
Só quer andar em pacatos cavalinhos
E você por perto
Pra acompanhar com o olhar
As voltas do meu galopar.
Agora, só quer brincar com argolas.
Só quer andar nesse elétrico carrinho
De inesquecível cor-de-laranja .
Só quer brincadeiras bem rente-ao-chão.
Nada de montanha russa ou tobogã.
Brincadeira de mau gosto tem hora.
Tem que ter duração que acabe.
Vi as faces da pavorosa.
Agora, só quero sossegar o pito
E a vida cor-de-rosa.
Gabriel da Fonseca
Às Amigas.251007[/red]
O poeta quase foi a pique,
De modo literal.
De tanto um errante Amar
Num muito agitado mar.
De tanto em versos trabalhar,
De oVERdOSeS de VERSOS,
Pra tentar esquecer sua dores de Amor,
Essas se tornaram corporais.
Agora, o vate pede um tempo.
Pede água.
Ele só quer um colinho
Pra afogar sua mágoa.
O menininho só quer mimos,
O bardo só quer carinhos.
Basta de roda-gigante,
Nem mesmo brincar na barquinha,
Com sua vertigem e frio na barriga,
Cheias de acelerações.
Só quer andar em pacatos cavalinhos
E você por perto
Pra acompanhar com o olhar
As voltas do meu galopar.
Agora, só quer brincar com argolas.
Só quer andar nesse elétrico carrinho
De inesquecível cor-de-laranja .
Só quer brincadeiras bem rente-ao-chão.
Nada de montanha russa ou tobogã.
Brincadeira de mau gosto tem hora.
Tem que ter duração que acabe.
Vi as faces da pavorosa.
Agora, só quero sossegar o pito
E a vida cor-de-rosa.
Gabriel da Fonseca
Às Amigas.251007[/red]
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Caetano Veloso - SEleção
[red]Fafá
1)AVE MARIA, pra JoãoPaulo II.
2)Ave Maria Cheia de Raça
Caetano
3)Trem das Cores
4)SanPa
5)Quereres (Caetano e Chico)
6)O Senhor do Tempo (Caetano e Milton)
7)Qualquer Coisa (Caetano e Gil)
8)Meu Bem, Meu Mal (Caetano e Bethânia)
9)Ciúme(Caetano e Gal Costa)
10)Nobreza/Luz do Sol (Caetano e Djavan
11)Eu te Amo (Sete Mil Vezes) e mais 13 músicas por Caetano.
12)Lábios que eu Beijei
13)Fale com Ela (Cucurucucu; motivo guarani da lenda das Catarats do Iguaçu?); trilha do filme de Almodovar: Habla con ella.
14)Mimar Você
14)Sozinho
15)Sonhos
16)Queixa
*[/red]
http://www.youtube.com/watch?v=uFfn_f6o5AE
http://www.youtube.com/watch?v=MQ2SfObVmH8
http://www.youtube.com/watch?v=y1x5LsjuspA
http://www.youtube.com/watch?v=i0KRUGGajto
http://www.youtube.com/watch?v=ub98hw5H3kE
http://www.youtube.com/watch?v=WZiGlepthB0
http://www.youtube.com/watch?v=ZIhfFpr27Dk
http://www.youtube.com/watch?v=CdUsJHcaYak
http://www.youtube.com/watch?v=z33oNmI9FG4
http://www.youtube.com/watch?v=WRxXrBxGkS4
http://cliquemusic.uol.com.br/br/lancamentos/lancamentos.asp?nu_critica=548
http://www.youtube.com/watch?v=KraefxeIbp4
http://www.youtube.com/watch?v=hi7OVRbafPk
http://www.youtube.com/watch?v=xGzvcZZVsqQ
http://www.youtube.com/watch?v=zM5Hct1VrZY
http://www.youtube.com/watch?v=xg1oU7X7oDk
http://www.youtube.com/watch?v=u1_oF5MrViQ
1)AVE MARIA, pra JoãoPaulo II.
2)Ave Maria Cheia de Raça
Caetano
3)Trem das Cores
4)SanPa
5)Quereres (Caetano e Chico)
6)O Senhor do Tempo (Caetano e Milton)
7)Qualquer Coisa (Caetano e Gil)
8)Meu Bem, Meu Mal (Caetano e Bethânia)
9)Ciúme(Caetano e Gal Costa)
10)Nobreza/Luz do Sol (Caetano e Djavan
11)Eu te Amo (Sete Mil Vezes) e mais 13 músicas por Caetano.
12)Lábios que eu Beijei
13)Fale com Ela (Cucurucucu; motivo guarani da lenda das Catarats do Iguaçu?); trilha do filme de Almodovar: Habla con ella.
14)Mimar Você
14)Sozinho
15)Sonhos
16)Queixa
*[/red]
http://www.youtube.com/watch?v=uFfn_f6o5AE
http://www.youtube.com/watch?v=MQ2SfObVmH8
http://www.youtube.com/watch?v=y1x5LsjuspA
http://www.youtube.com/watch?v=i0KRUGGajto
http://www.youtube.com/watch?v=ub98hw5H3kE
http://www.youtube.com/watch?v=WZiGlepthB0
http://www.youtube.com/watch?v=ZIhfFpr27Dk
http://www.youtube.com/watch?v=CdUsJHcaYak
http://www.youtube.com/watch?v=z33oNmI9FG4
http://www.youtube.com/watch?v=WRxXrBxGkS4
http://cliquemusic.uol.com.br/br/lancamentos/lancamentos.asp?nu_critica=548
http://www.youtube.com/watch?v=KraefxeIbp4
http://www.youtube.com/watch?v=hi7OVRbafPk
http://www.youtube.com/watch?v=xGzvcZZVsqQ
http://www.youtube.com/watch?v=zM5Hct1VrZY
http://www.youtube.com/watch?v=xg1oU7X7oDk
http://www.youtube.com/watch?v=u1_oF5MrViQ
Uma Estrela a Pulsar.
[red]1124.
Uma Estrela a Pulsar.
Ah! Uma estrela a pulsar!
Como não chorar a tua perda,
Se dos teus lindos lábios
Só partem formosos poemas?
Como não lamentar
A perca de teus mimos
Doces, ternos, singulares,
Meigos sem iguais?
Como não gemer
A perda do teu pensar,
Se apagastes
Tuas idas dores
E ele é livre
De fixações
Pra pesquisa
De novas sendas
Pro nosso felicitar?
Como não vivenciar
Esse lamento
Se não me sais
Do pensamento?
Como navegar
Sem o farol
Dos teus olhos,
Sem a luz estelar
Dos teus olhares?
Você Estrela; eu Sol.
Como não lembrar
Um vivenciado consentir
No nosso nAMORar;
Que achava, dissestes,
Já iniciava a me amar?
Como não deplorar
O árido que escolhestes,
Destemer pelo amanhã teu,
Se o melhor pra ti
Não o é pra mim?
Tu não optastes
Pelo melhor pro teu
Belo futuro feliz,
Pois esse sou eu.
Sem o teu ERÓtico estelar pulsar,
Eu, num FATal impulso, púlsar,
Num buraco negro, THANATHOS,
Quedo sem pulsar.
ERHOS com sua VITAl pulsão
Livrando-me da compulsão,
Haverá de me reANIMAr!!!
©
®Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Reais e Virtuais, com Deliciosos Carinhos. 23/10/07, ao (de)S(per)TAR. [red]
Uma Estrela a Pulsar.
Ah! Uma estrela a pulsar!
Como não chorar a tua perda,
Se dos teus lindos lábios
Só partem formosos poemas?
Como não lamentar
A perca de teus mimos
Doces, ternos, singulares,
Meigos sem iguais?
Como não gemer
A perda do teu pensar,
Se apagastes
Tuas idas dores
E ele é livre
De fixações
Pra pesquisa
De novas sendas
Pro nosso felicitar?
Como não vivenciar
Esse lamento
Se não me sais
Do pensamento?
Como navegar
Sem o farol
Dos teus olhos,
Sem a luz estelar
Dos teus olhares?
Você Estrela; eu Sol.
Como não lembrar
Um vivenciado consentir
No nosso nAMORar;
Que achava, dissestes,
Já iniciava a me amar?
Como não deplorar
O árido que escolhestes,
Destemer pelo amanhã teu,
Se o melhor pra ti
Não o é pra mim?
Tu não optastes
Pelo melhor pro teu
Belo futuro feliz,
Pois esse sou eu.
Sem o teu ERÓtico estelar pulsar,
Eu, num FATal impulso, púlsar,
Num buraco negro, THANATHOS,
Quedo sem pulsar.
ERHOS com sua VITAl pulsão
Livrando-me da compulsão,
Haverá de me reANIMAr!!!
©
®Gabriel da Fonseca.
™
Às Amigas Reais e Virtuais, com Deliciosos Carinhos. 23/10/07, ao (de)S(per)TAR. [red]
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
672. Te Amei na Banheira: Lua-de-Mel, CARNaval.
672.
Te Amei na Banheira: Lua de Mel, CARNaval.
Te amei no banheiro,
De pé, na banheira.
Você toda lânguida
Me saciava.
Com o calor
De meus abraços
Se derretia.
Te amei de pé na banheira,
E por vezes repetidas,
E por repetidas vezes,
Qual quase um insaciável.
Você, com corpo tão juvenil,
Tão esbelta,
De presos cabelos longos,
Orelhas à vista,
Semicabisbaixa,
Se deliciava
Com minhas investidas,
Se comprazia
Com minhas arremetidas
Pro nosso Amor aflorar,
Se d(eL)EITava.
Com meus furores
Se deliciava,
Os aplacando
Se desmanchava,
Com meus tremores
De prazer, se contorcia.
Com meus afagos
Dançávamos.
Você aquiescia
Às minhas corporais súplicas.
Minhas demandas reprimidas,
Satisfazia.
Em meu sertão árido,
Você chovia.
A minha desolação,
Dissipava.
A minha solidão,
Acompanhava.
O meus desconsolo,
Acariciava.
O meu luto,
Avermelhava.
Às minhas carências,
Supria.
As minha lacunas,
Preenchia.
As minhas ânsias,
Complementava.
Os meus temores,
Serenava.
À minha ânsia por duração,
Se prometia.
Aos meus arroubos,
Estimulava
Ao meu experimentar já Deus,
Se prestava.
Oh!
Podero-
-Sa Afrodite!
Vênus Vital!
Ceres Fértil!
Aos meus exageros,
Você condescendia,
Os meus calores,
Refrigerava.
Os meus calafrios,
Aquecia.
Os nós dos meus pesadelos,
Desatava.
As minhas resistências,
Explodia pelo espaço.
Os meus tabus-interditos
E seus sintomas carnais,
Detonava.
As minhas repressões-reservas,
Dissolvia.
Dos meus ridículos,
Gargalhava.
Dos meus sorriso,
Ria.
De minha sofreguidão
Se encantava.
Num só CARNaval
Que é orgia
É-terna.
De meu espanto e mudez,
Você sorria.
De minha pausa
Troçava.
E o nosso processo,
Acicatava,
Construindo poeticamente comigo
Esta nossa Senhora Relação!
Do meu Super-ego algoz,
Promotor do “Tu Deves”,
Você debochava.
Ao meu Id,
Homenageava
E a ele se entregava
Ao meu Ego,
Você se compadecia
Do seu triste papel de Juiz,
De cuja máscara não se libertava.
Depois de tudo isso
Não quero nem morrer mais...
Por isso, criei essa boa obra,
Que sobreviverá a mim,
Pois se morre a pessoa
Fica a boa Fama.
©®™Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 21/04/07, ao acordar. Série Sonhística & Erhóstika & Psicanalítica.
Te Amei na Banheira: Lua de Mel, CARNaval.
Te amei no banheiro,
De pé, na banheira.
Você toda lânguida
Me saciava.
Com o calor
De meus abraços
Se derretia.
Te amei de pé na banheira,
E por vezes repetidas,
E por repetidas vezes,
Qual quase um insaciável.
Você, com corpo tão juvenil,
Tão esbelta,
De presos cabelos longos,
Orelhas à vista,
Semicabisbaixa,
Se deliciava
Com minhas investidas,
Se comprazia
Com minhas arremetidas
Pro nosso Amor aflorar,
Se d(eL)EITava.
Com meus furores
Se deliciava,
Os aplacando
Se desmanchava,
Com meus tremores
De prazer, se contorcia.
Com meus afagos
Dançávamos.
Você aquiescia
Às minhas corporais súplicas.
Minhas demandas reprimidas,
Satisfazia.
Em meu sertão árido,
Você chovia.
A minha desolação,
Dissipava.
A minha solidão,
Acompanhava.
O meus desconsolo,
Acariciava.
O meu luto,
Avermelhava.
Às minhas carências,
Supria.
As minha lacunas,
Preenchia.
As minhas ânsias,
Complementava.
Os meus temores,
Serenava.
À minha ânsia por duração,
Se prometia.
Aos meus arroubos,
Estimulava
Ao meu experimentar já Deus,
Se prestava.
Oh!
Podero-
-Sa Afrodite!
Vênus Vital!
Ceres Fértil!
Aos meus exageros,
Você condescendia,
Os meus calores,
Refrigerava.
Os meus calafrios,
Aquecia.
Os nós dos meus pesadelos,
Desatava.
As minhas resistências,
Explodia pelo espaço.
Os meus tabus-interditos
E seus sintomas carnais,
Detonava.
As minhas repressões-reservas,
Dissolvia.
Dos meus ridículos,
Gargalhava.
Dos meus sorriso,
Ria.
De minha sofreguidão
Se encantava.
Num só CARNaval
Que é orgia
É-terna.
De meu espanto e mudez,
Você sorria.
De minha pausa
Troçava.
E o nosso processo,
Acicatava,
Construindo poeticamente comigo
Esta nossa Senhora Relação!
Do meu Super-ego algoz,
Promotor do “Tu Deves”,
Você debochava.
Ao meu Id,
Homenageava
E a ele se entregava
Ao meu Ego,
Você se compadecia
Do seu triste papel de Juiz,
De cuja máscara não se libertava.
Depois de tudo isso
Não quero nem morrer mais...
Por isso, criei essa boa obra,
Que sobreviverá a mim,
Pois se morre a pessoa
Fica a boa Fama.
©®™Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. 21/04/07, ao acordar. Série Sonhística & Erhóstika & Psicanalítica.
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domingo, 21 de outubro de 2007
1120. AROMas de Feito AMOR no Ar, com cor de ROMÃ.
[red]1120.
AROMas de Feito AMOR no Ar, com cor de ROMÃ.
E foram tantos sentimentos puros,
Tão intencionados castos
E dos, dos existentes, melhores.
E tão amorosamente compassivos!
E tão de modo inintencionado
Filhos das mais cruéis dores
Que só poderiam
Se suspenderem assim
No ar
Quais suores,
Como holores,
Quais tele-cheiros
De flores
Com AROMas
De feito AMOR!
E com a cor
Vermelha
Da flor de ROMÃ,
A qual a paixão
Espelha.
©®™Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. Série Erhóstika. 21/10/07. 19:03h [/red]
AROMas de Feito AMOR no Ar, com cor de ROMÃ.
E foram tantos sentimentos puros,
Tão intencionados castos
E dos, dos existentes, melhores.
E tão amorosamente compassivos!
E tão de modo inintencionado
Filhos das mais cruéis dores
Que só poderiam
Se suspenderem assim
No ar
Quais suores,
Como holores,
Quais tele-cheiros
De flores
Com AROMas
De feito AMOR!
E com a cor
Vermelha
Da flor de ROMÃ,
A qual a paixão
Espelha.
©®™Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. Série Erhóstika. 21/10/07. 19:03h [/red]
1119. Guriazinha no Curitibano Parque.
[red]1119. Guriazinha no Curitibano Parque.
Você é menininha formosa
Que do meu coração faz
Gato e sapato;
O deita e rola
A teu capricho,
Toda dengosa!
Complicada e perfeitinha!...
Mimada e teimosa!...
Qual guriazinha
Toda mimosa,
Toda falante,
Toda prosa,
A brincar com enorme bola,
Toda colorida em rosa,
Num extenso gramado verde,
Zelosamente cuidado
Num domingo à tarde,
Primaveronil
Num curitibano parque
Sob um lindo céu azul-anil!
Ainda, gatinha,
Enlaço você,
Toda manhosa
Ao meu coração,
Pra te tornar
Toda prazerosa!
Vou deixar você se achando...
Todinha cheia de razão...
©®™Gabriel da Fonseca
Ás Amigas Reais e Virtuais, deste Poeta Decifrador, Édipo, a propósito de Esfinges-Enigmas amáveis a serem assimiladas e por elas amadas. Série Psikanalíticas-Erhóstikas; poema complemtnr ao 1116. O Enigma duma Esfinge. 21/10/07. 15:50h.[/red]
Você é menininha formosa
Que do meu coração faz
Gato e sapato;
O deita e rola
A teu capricho,
Toda dengosa!
Complicada e perfeitinha!...
Mimada e teimosa!...
Qual guriazinha
Toda mimosa,
Toda falante,
Toda prosa,
A brincar com enorme bola,
Toda colorida em rosa,
Num extenso gramado verde,
Zelosamente cuidado
Num domingo à tarde,
Primaveronil
Num curitibano parque
Sob um lindo céu azul-anil!
Ainda, gatinha,
Enlaço você,
Toda manhosa
Ao meu coração,
Pra te tornar
Toda prazerosa!
Vou deixar você se achando...
Todinha cheia de razão...
©®™Gabriel da Fonseca
Ás Amigas Reais e Virtuais, deste Poeta Decifrador, Édipo, a propósito de Esfinges-Enigmas amáveis a serem assimiladas e por elas amadas. Série Psikanalíticas-Erhóstikas; poema complemtnr ao 1116. O Enigma duma Esfinge. 21/10/07. 15:50h.[/red]
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
1016. O Enigma duma Esfinge.
1016. O Enigma duma Esfinge.
Você, Esfinge.
Figura Insigne
Que me esgrime
Você que finge,
Ígnea,
Que não me vê
Quando me olha.
Me enxerga de soslaio,
Por baixo,
Qual Édipo ao topar
Com seu pai Laio
Numa ponte.
Decifro teu enigma
Antes que me devore:
Teu segredo, agora,
Devasso e
Desarvoro.
Que tipo de coração
Sob tua máscara?
Por qual perfil
Ele aspira?
Você é o mistério
Do denguinho
De mimada menininha
Desprotegida
Que gosta de pimentinha
Pedindo o meu colo,
Com muitos picles
E gostosos chistes
Pra se sentir
Melhor viva
E boa companhia.
DesconSOLada
DeSOLada,
SOLita,
À busca de
Meus conSOLo
CRUZa o meu caminho
E eu te como com os olhos.
Me é impossível
Não fazê-lo!
Você sempre
Nas enCRUZilhadas
Não me pega
Mas também
Não me larga.
Eis a síntese
Da tua psicanálise
Por mim ensaiada,
Depois de um ano
De meditada:
Você quer Fogo,
E eu quero Paz.
Você não aceita
Que a melhor Pimenta
É o meloso e doce!
Tá feito o enrosco!
Que concluiremos?
©®™ Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais.
Série Psicanálise e Erhostika.
Ctba., 19/10/07, 15h00, sob um SOL cálido, descendo à Rau 13 de Maio, no Lago da Ordem.
Você, Esfinge.
Figura Insigne
Que me esgrime
Você que finge,
Ígnea,
Que não me vê
Quando me olha.
Me enxerga de soslaio,
Por baixo,
Qual Édipo ao topar
Com seu pai Laio
Numa ponte.
Decifro teu enigma
Antes que me devore:
Teu segredo, agora,
Devasso e
Desarvoro.
Que tipo de coração
Sob tua máscara?
Por qual perfil
Ele aspira?
Você é o mistério
Do denguinho
De mimada menininha
Desprotegida
Que gosta de pimentinha
Pedindo o meu colo,
Com muitos picles
E gostosos chistes
Pra se sentir
Melhor viva
E boa companhia.
DesconSOLada
DeSOLada,
SOLita,
À busca de
Meus conSOLo
CRUZa o meu caminho
E eu te como com os olhos.
Me é impossível
Não fazê-lo!
Você sempre
Nas enCRUZilhadas
Não me pega
Mas também
Não me larga.
Eis a síntese
Da tua psicanálise
Por mim ensaiada,
Depois de um ano
De meditada:
Você quer Fogo,
E eu quero Paz.
Você não aceita
Que a melhor Pimenta
É o meloso e doce!
Tá feito o enrosco!
Que concluiremos?
©®™ Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais.
Série Psicanálise e Erhostika.
Ctba., 19/10/07, 15h00, sob um SOL cálido, descendo à Rau 13 de Maio, no Lago da Ordem.
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esfinge; enigma ; psicanálise poética; erhostika
terça-feira, 16 de outubro de 2007
1110. Auto-imolação!
[red]1110. Auto-imolação!
Amor!
Querida!
Apaixonado,
Na doença
Da, deti, dependência
Estou a te amar!
Nessa ardência
Ardendo em chamas
De Amores
E Carinhos por ti!
Auto-imolação,
Pois, meu fogo tem
A mania de queimar
Pela razão
Do Meu Viver!...
É a combustão
Do meu morrer
Pra nova vida
Junto a você!...
--- Gabriel da Fonseca
Für Ewig: Às Amigas Reais e Virtuais, 16/10/07, 17:00 h. Inspirado em Gilberto Gil, "Fogo Líquido", CD Quanta, 1998(?). [/red]
Amor!
Querida!
Apaixonado,
Na doença
Da, deti, dependência
Estou a te amar!
Nessa ardência
Ardendo em chamas
De Amores
E Carinhos por ti!
Auto-imolação,
Pois, meu fogo tem
A mania de queimar
Pela razão
Do Meu Viver!...
É a combustão
Do meu morrer
Pra nova vida
Junto a você!...
--- Gabriel da Fonseca
Für Ewig: Às Amigas Reais e Virtuais, 16/10/07, 17:00 h. Inspirado em Gilberto Gil, "Fogo Líquido", CD Quanta, 1998(?). [/red]
1111. Iscando o Anzol.
[red]1111. Iscando o Anzol.
Rei Morto,
Rei Posto.
Papa Falecido.
Habemus Papa!
Poeta finado?
Poeta reenCARNado!
Amor do ido?
Amor doido?
Amor doído.
Amor chegante!
Lágrimas roladas!
Visão aCLAReada!
Fundo da noite breu?
Mais brilham as estrelas!
Hora da desilusão?
Parto da Nova Esperança!
Time rebaixado?
Partido derrotado?
Não esfria o elã
Da leal torcida fã!
Ninguém sofre mais a dor do Amor
Do que Coração de Poeta:
Sente a dor sentida
E a fingida.
Poeta só é bom
Se seu coração muito doer,
Diz Vinícius.
Cupido perguntou à Amizade
Pra que serves?
Pra enxugar as lágrimas
Que fazes derramar,
Ela retorquiu.
Mesmo com todo
Enrosco
A gente isca o anzol
E vai pescando!
Eu, caçador de mim!
Eu, caçador de ilusão!
Pro bem ou pro mal
Adoro uma mentira inventada.
Morreremos dessa vodka,
Mas não de tédio,
Továritsch Maiakóski!
E Viva Cazuza!
Viva Leminski!
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
17/10/07, 01:32 h [/red]
Rei Morto,
Rei Posto.
Papa Falecido.
Habemus Papa!
Poeta finado?
Poeta reenCARNado!
Amor do ido?
Amor doido?
Amor doído.
Amor chegante!
Lágrimas roladas!
Visão aCLAReada!
Fundo da noite breu?
Mais brilham as estrelas!
Hora da desilusão?
Parto da Nova Esperança!
Time rebaixado?
Partido derrotado?
Não esfria o elã
Da leal torcida fã!
Ninguém sofre mais a dor do Amor
Do que Coração de Poeta:
Sente a dor sentida
E a fingida.
Poeta só é bom
Se seu coração muito doer,
Diz Vinícius.
Cupido perguntou à Amizade
Pra que serves?
Pra enxugar as lágrimas
Que fazes derramar,
Ela retorquiu.
Mesmo com todo
Enrosco
A gente isca o anzol
E vai pescando!
Eu, caçador de mim!
Eu, caçador de ilusão!
Pro bem ou pro mal
Adoro uma mentira inventada.
Morreremos dessa vodka,
Mas não de tédio,
Továritsch Maiakóski!
E Viva Cazuza!
Viva Leminski!
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
17/10/07, 01:32 h [/red]
sábado, 13 de outubro de 2007
1080. Nas Curvas dos Teus Olhares.
[red]1080. Nas Curvas dos Teus Olhares.
Nas tuas curvas
E nas de teus olhares,
Nestas tuas ondas
De teus olhares irradiantes,
Caminho, trilho,
Perambulo, vagabundeio,
Navego, vôo,
Viajo, turisteio
E derrapo.
Singro as águas
Das tuas pupilas,
Das tuas íris.
Me olho no espelho
De tuas retinas.
Mergulho em teus cristalinos.
Espio bem tuas meninas.
As janelas da tua’lma miro.
Nelas velejo.
A elas sobrevôo.
Nelas me perco,
Me acho,
Me ganho.
Com âncoras
Fundeio num gancho,
Me redescubro,
Tenho perdas, danos
Obtenho ganhos
Que guardo em ânforas.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, 1.° Aniversário do Poeta Gabriel da Fonseca [/red]
Nas tuas curvas
E nas de teus olhares,
Nestas tuas ondas
De teus olhares irradiantes,
Caminho, trilho,
Perambulo, vagabundeio,
Navego, vôo,
Viajo, turisteio
E derrapo.
Singro as águas
Das tuas pupilas,
Das tuas íris.
Me olho no espelho
De tuas retinas.
Mergulho em teus cristalinos.
Espio bem tuas meninas.
As janelas da tua’lma miro.
Nelas velejo.
A elas sobrevôo.
Nelas me perco,
Me acho,
Me ganho.
Com âncoras
Fundeio num gancho,
Me redescubro,
Tenho perdas, danos
Obtenho ganhos
Que guardo em ânforas.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, 1.° Aniversário do Poeta Gabriel da Fonseca [/red]
1074. As Tuas Curvas
[red]1074. As Tuas Curvas
Elas deram um cavalinho-de-pau
Nos meus olhares.
Me baratinaram
E quedei estonteado
À la Niemeyer:
Simplesmente não couberam
No meu espaço euclidiano.
Elas não têm bem princípio,
Nem meio, nem fim,
De encontro com os cartesianos.
São quânticas
Ao encontro dos einsteinianos.
As paralelas se encontram
No mesmo finito
E me conduziram ao infinito
As mais belas
Iniciam na tua alma
Prosseguem nos teus olhos.
Nas tuas sobrancelhas
No teu rosto,
Nos teus lábios,
Na tua boca,
No teu queixo,
Na tua testa,
Nas tuas orelhas.
Nos teus brincos,
No teu colo,
Na tua nuca,
No teu decote,
No teus seios,
Na tua cintura.
No teu ventre,
Nos teus quadris
Nas tuas coxas
Nos teus joelhos...
Curvas que te deixam esvoaçante,
Evanescente,
A flutuar no pedestal
De teus pézinhos graciosos,
Leve, levitante.
Curvas mais perigosas
Que as da Estrada de Santos
A duzentos km por hora
Ou que, a trinta,
As da Estrada da Graciosa.
Gabriel da Fonseca. 290907[/red]
Elas deram um cavalinho-de-pau
Nos meus olhares.
Me baratinaram
E quedei estonteado
À la Niemeyer:
Simplesmente não couberam
No meu espaço euclidiano.
Elas não têm bem princípio,
Nem meio, nem fim,
De encontro com os cartesianos.
São quânticas
Ao encontro dos einsteinianos.
As paralelas se encontram
No mesmo finito
E me conduziram ao infinito
As mais belas
Iniciam na tua alma
Prosseguem nos teus olhos.
Nas tuas sobrancelhas
No teu rosto,
Nos teus lábios,
Na tua boca,
No teu queixo,
Na tua testa,
Nas tuas orelhas.
Nos teus brincos,
No teu colo,
Na tua nuca,
No teu decote,
No teus seios,
Na tua cintura.
No teu ventre,
Nos teus quadris
Nas tuas coxas
Nos teus joelhos...
Curvas que te deixam esvoaçante,
Evanescente,
A flutuar no pedestal
De teus pézinhos graciosos,
Leve, levitante.
Curvas mais perigosas
Que as da Estrada de Santos
A duzentos km por hora
Ou que, a trinta,
As da Estrada da Graciosa.
Gabriel da Fonseca. 290907[/red]
1081. Você é Meu Suave Espelho.
[red]1081. Você é Meu Suave Espelho.
Seja, sim, meu espelho.
De mim, objeto real,
Sem despejo
Me dê a imagem virtual,
Preciso que seja, mesmo!
Sem isso meu desejo
Fica sem eixo
E queda sem objeto
Os meus beijos.
E sem objetivo
Os meus anseios.
Com a janela
Da tua alma,
Eu ver nela
O meu reflexo,
Sim, deixe.
Deixe as tuas pupilas,
Tuas, dos olhos, meninas,
Ser o espelho d’água
E o colírio
Que, da tua ausência,
Deleta das minhas a mágoa,
E das cinzas
Me reanima
Pra rosas e lírios.
-GABRIEL da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, dia em que minha Mana muito Amada, (Maria) Inês, uma que segunda mãe minha, e do meu filho Lucas GABRIEL, completou 60 anos. Parabéns a ela e aos sobrinhos Gladson Dale, Jayarhys e Josieli, meus como que filhos[/red].
Seja, sim, meu espelho.
De mim, objeto real,
Sem despejo
Me dê a imagem virtual,
Preciso que seja, mesmo!
Sem isso meu desejo
Fica sem eixo
E queda sem objeto
Os meus beijos.
E sem objetivo
Os meus anseios.
Com a janela
Da tua alma,
Eu ver nela
O meu reflexo,
Sim, deixe.
Deixe as tuas pupilas,
Tuas, dos olhos, meninas,
Ser o espelho d’água
E o colírio
Que, da tua ausência,
Deleta das minhas a mágoa,
E das cinzas
Me reanima
Pra rosas e lírios.
-GABRIEL da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 300907, dia em que minha Mana muito Amada, (Maria) Inês, uma que segunda mãe minha, e do meu filho Lucas GABRIEL, completou 60 anos. Parabéns a ela e aos sobrinhos Gladson Dale, Jayarhys e Josieli, meus como que filhos[/red].
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Amor; Função Espelho Amoroso
1079. Me Cumulas de Mimos.
[red]1079. Me Cumulas de Mimos.
Você, Meu Bem, bem se revela.
Nada do que é relevante
Você releva.
Tudo de importante
Você salienta:
Desejo ser tua.
Tudo revelo,
De tudo me dispo
Pra que me tome nua
A teu dispor.
Eu de ti Senhora
E você de mim Senhor.
Nada esqueço disso
E bem administro
Pra que me possua
Sem restar resquício.
E você por mim zela,
Assim desvelando
Teu anti-narcisismo,
Assim se desvela
Me cumulando de mimos.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 30/09/07.[/red]
Você, Meu Bem, bem se revela.
Nada do que é relevante
Você releva.
Tudo de importante
Você salienta:
Desejo ser tua.
Tudo revelo,
De tudo me dispo
Pra que me tome nua
A teu dispor.
Eu de ti Senhora
E você de mim Senhor.
Nada esqueço disso
E bem administro
Pra que me possua
Sem restar resquício.
E você por mim zela,
Assim desvelando
Teu anti-narcisismo,
Assim se desvela
Me cumulando de mimos.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
Ctba., 30/09/07.[/red]
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mimos; mimo; cumular de mimos
1096. Leão e Leoa Não Jogam A Toalha à Toa.
[blue]1096. Leão e Leoa Não Jogam A Toalha à Toa.
Há mais de um ano
Um dia no cyberspace
Por um engano
Me visitou.
Agradeci a visita
E ficamos amigos.
A vida dura
De batalhadora
Reservou-lhe a agrura
De nunca ser presenteada
Com um poema.
Fui o primeiro,
O que te emocionou.
Qual uma leoa
Enfrentou em seio
Uma explosão
E tua luta
Me confidenciou.
Pela vez terceira
Foi mais forte
Que teu coração.
Ao despertar
Lembrou de mim
E o mote pilheriou:
Praga ruim,
Geada não mata!
E ainda convalescente
Foi ajudar
O coração da tua mãe.
Por tudo disso
Nossa Amizade
É sagrada
E enfrentou virtualidade
Muita quilometragem
E a tempestade
Do preconceito.
Briguei como um leão,
Fui forte como carvalho,
Batista, João,
E não como um caniço
Pelo vento agitado
Pra cumprir a palavra dada:
De praticar o ecumenismo
Do maninho, Boff, Leonardo
Em que acredito.
Reconheceu-se tua
Bela e generosa hospitalidade:
Abriu pra estranhos
As portas da tua casa,
A tua mesa, o teu teto
E compartilhou
Os mais queridos dos teus.
Nossa amizade fraterna, juntos,
Enfrenta quaisquer tormentas!
Leão e leoa
Não jogam a toalha,
Assim, à toa.[/blue]
Há mais de um ano
Um dia no cyberspace
Por um engano
Me visitou.
Agradeci a visita
E ficamos amigos.
A vida dura
De batalhadora
Reservou-lhe a agrura
De nunca ser presenteada
Com um poema.
Fui o primeiro,
O que te emocionou.
Qual uma leoa
Enfrentou em seio
Uma explosão
E tua luta
Me confidenciou.
Pela vez terceira
Foi mais forte
Que teu coração.
Ao despertar
Lembrou de mim
E o mote pilheriou:
Praga ruim,
Geada não mata!
E ainda convalescente
Foi ajudar
O coração da tua mãe.
Por tudo disso
Nossa Amizade
É sagrada
E enfrentou virtualidade
Muita quilometragem
E a tempestade
Do preconceito.
Briguei como um leão,
Fui forte como carvalho,
Batista, João,
E não como um caniço
Pelo vento agitado
Pra cumprir a palavra dada:
De praticar o ecumenismo
Do maninho, Boff, Leonardo
Em que acredito.
Reconheceu-se tua
Bela e generosa hospitalidade:
Abriu pra estranhos
As portas da tua casa,
A tua mesa, o teu teto
E compartilhou
Os mais queridos dos teus.
Nossa amizade fraterna, juntos,
Enfrenta quaisquer tormentas!
Leão e leoa
Não jogam a toalha,
Assim, à toa.[/blue]
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Narração de história de amizade; Leonardo Boff
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
1095. Tua Presença Espiritual Me Fortalece!
[red]1095. Tua Presença Espiritual Me Fortalece!
A falta de teu amor físico,
Tua distância,
Tua ausência,
Cotidianamente
Me adoece.
A correspondência
Do teu Amor espiritual,
Tua presença
Psíquico-cultural
De alma gêmea
Todos os dias
Me fortalece.
Dia logo chegará,
Muito em breve
Terminando esse jejum,
Essa grave greve,
Que nos grava,
Antes que se agrave,
Em que fundiremos
Esses Amores,
Nos tornando UM,
ConfUNdindo
Nossos corpos,
Vencendo medos,
Resistências
A recíprocas entregas,
Preconceitos,
Distância
De centenas
De "káemes"
E cairemos
Num mesma cama,
Num mesmo leito
Pra nos gratificarmos
E NA realidade
Nos amarmos.
Amém! Assim será!
-Gabriel da Fonseca
-Às Amigas Reais e Virtuais, com zelosos e extremados carinhos.
Ctba., 131007, 01:08h[/red]
A falta de teu amor físico,
Tua distância,
Tua ausência,
Cotidianamente
Me adoece.
A correspondência
Do teu Amor espiritual,
Tua presença
Psíquico-cultural
De alma gêmea
Todos os dias
Me fortalece.
Dia logo chegará,
Muito em breve
Terminando esse jejum,
Essa grave greve,
Que nos grava,
Antes que se agrave,
Em que fundiremos
Esses Amores,
Nos tornando UM,
ConfUNdindo
Nossos corpos,
Vencendo medos,
Resistências
A recíprocas entregas,
Preconceitos,
Distância
De centenas
De "káemes"
E cairemos
Num mesma cama,
Num mesmo leito
Pra nos gratificarmos
E NA realidade
Nos amarmos.
Amém! Assim será!
-Gabriel da Fonseca
-Às Amigas Reais e Virtuais, com zelosos e extremados carinhos.
Ctba., 131007, 01:08h[/red]
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
1082.Meu Chamado Será Atendido!
[blue]1082.Meu Chamado Será Atendido!
Provariam as estatísticas frias
E profissionais do Mercado
Que apenas um em cada três
Emergentes chamados
Pras pessoas nos acudirem
São atendidos.
O restante dão como os burros
Dos tropeiros nas águas
Lamacentas dos banhados.
No entanto, Você,
Generosa Amiga,
Poetisa sertaneja
A isso dá de ombros.
Se vai me faltar o chão,
Me dizem teus amigos próximos,
Você ouve tudo muito bem,
Moucos ouvidos? Sem!
Escuta os, de socorro, gritos
E não vai me faltar, não!
NÃO, MAS NÂO MESMO!
Repetem, agora,
Teus familiares amigos,
Que jamais ficará meu pedido
Sem ser por você atendido
De, bondoso, tão,
É o teu coração.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais,Especialmente à Amiga Poetisa "Sertaneja",Gê APARECIDA CASTRO,pra fortalecer e perenizar nossa história de amizade e festejar seu aniversário,na Véspera do Dia da América, de N.S. APARECIDA e das Crianças.290907.Série Narração de Amig@s, inspirado ao aCORDar, qual reCORDando sonho.[/blue]
Provariam as estatísticas frias
E profissionais do Mercado
Que apenas um em cada três
Emergentes chamados
Pras pessoas nos acudirem
São atendidos.
O restante dão como os burros
Dos tropeiros nas águas
Lamacentas dos banhados.
No entanto, Você,
Generosa Amiga,
Poetisa sertaneja
A isso dá de ombros.
Se vai me faltar o chão,
Me dizem teus amigos próximos,
Você ouve tudo muito bem,
Moucos ouvidos? Sem!
Escuta os, de socorro, gritos
E não vai me faltar, não!
NÃO, MAS NÂO MESMO!
Repetem, agora,
Teus familiares amigos,
Que jamais ficará meu pedido
Sem ser por você atendido
De, bondoso, tão,
É o teu coração.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais,Especialmente à Amiga Poetisa "Sertaneja",Gê APARECIDA CASTRO,pra fortalecer e perenizar nossa história de amizade e festejar seu aniversário,na Véspera do Dia da América, de N.S. APARECIDA e das Crianças.290907.Série Narração de Amig@s, inspirado ao aCORDar, qual reCORDando sonho.[/blue]
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Amizade; História de relacionamento
[blue]1092. Joinville Gretchen!
[blue]1092. Joinville Gretchen!
A margaridinha
Das campinas
Floridas,
Pronta pra ser colhida,
Acolher,
Dar Amor,
Amor, juntos, fazer!
Desde o primeiro instante
Poeta-Amor me chamou
E mimos todos os dias
A mim me oferendou
Em alegre companhia
Numa doçura constante
Da mais pura fraternia
Que agora retribuo
Com essa poesia.
(Também pudera!
Eu muito safado
Desde o primeiro momento
Respeitoso e ousado
Fui logo atentar
Pros detalhes
Da tua saia rodada
Germânica
E os comentar!
Mas me conquistou
Mesmo, em defintivo
Foi teu perfil
Anti-preconceitos.)
Pois chegou até a dizer
Que só vivia
Também pra me dar calor
E isso não é coisa pouca
Não, não, Meu Senhor!
Enfatizo, ainda que minha voz
Se torne rouca.
Poetei esse tema
Pra que nossa amizade
Linda se torne perene,
Sem que mal algum tema.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais, com carinho E-X-TREMO pruma Amiga Especial, Crista Bachmann inspirado em seu avatar.11/10/07.Deixai vir as mim as criancinhas.E ai dos que não nascerem de novo a cada aurora![/blue]
A margaridinha
Das campinas
Floridas,
Pronta pra ser colhida,
Acolher,
Dar Amor,
Amor, juntos, fazer!
Desde o primeiro instante
Poeta-Amor me chamou
E mimos todos os dias
A mim me oferendou
Em alegre companhia
Numa doçura constante
Da mais pura fraternia
Que agora retribuo
Com essa poesia.
(Também pudera!
Eu muito safado
Desde o primeiro momento
Respeitoso e ousado
Fui logo atentar
Pros detalhes
Da tua saia rodada
Germânica
E os comentar!
Mas me conquistou
Mesmo, em defintivo
Foi teu perfil
Anti-preconceitos.)
Pois chegou até a dizer
Que só vivia
Também pra me dar calor
E isso não é coisa pouca
Não, não, Meu Senhor!
Enfatizo, ainda que minha voz
Se torne rouca.
Poetei esse tema
Pra que nossa amizade
Linda se torne perene,
Sem que mal algum tema.
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais, com carinho E-X-TREMO pruma Amiga Especial, Crista Bachmann inspirado em seu avatar.11/10/07.Deixai vir as mim as criancinhas.E ai dos que não nascerem de novo a cada aurora![/blue]
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Poesia pessoal descritiva de história de amizade
terça-feira, 9 de outubro de 2007
1091. Enquanto quis Fortuna que tivesse. Estudos Camonianos.
[red]. 1091. Enquanto quis Fortuna que tivesse. EStudos Camonianos.
Enquanto quis Fortuna que tivesse
esperança de algum contentamento,
o gosto de um suave pensamento
me fez que seus efeitos escrevesse.
Porém, temendo Amor que aviso desse
minha escritura a algum juízo isento,
escureceu-me o engenho co tormento,
para que seus enganos não dissesse.
Ó vós, que Amor obriga a ser sujeitos
a diversas vontades! Quando lerdes
num breve livro casos tão diversos,
verdades puras são, e não defeitos.
E sabei que, segundo o amor tiverdes,
tereis o entendimento de meus versos.
(Camões)
Este soneto poderia servir de apresentação da lírica camoniana: o poeta escreve sobre o assunto da sua poesia - o Amor - e acerca de seu público leitor, qeu deve amar pra entender seus versos (Nádia Battella Gotlib. Luís Vaz deCamões. SP : Nova Cultural, 1990, p. 43, nota 26.
Eu também assumo o soneto de Camões: meus leitores devem amar pra me entender.
-Gabriel da Fonseca(091007)[/red]
Enquanto quis Fortuna que tivesse
esperança de algum contentamento,
o gosto de um suave pensamento
me fez que seus efeitos escrevesse.
Porém, temendo Amor que aviso desse
minha escritura a algum juízo isento,
escureceu-me o engenho co tormento,
para que seus enganos não dissesse.
Ó vós, que Amor obriga a ser sujeitos
a diversas vontades! Quando lerdes
num breve livro casos tão diversos,
verdades puras são, e não defeitos.
E sabei que, segundo o amor tiverdes,
tereis o entendimento de meus versos.
(Camões)
Este soneto poderia servir de apresentação da lírica camoniana: o poeta escreve sobre o assunto da sua poesia - o Amor - e acerca de seu público leitor, qeu deve amar pra entender seus versos (Nádia Battella Gotlib. Luís Vaz deCamões. SP : Nova Cultural, 1990, p. 43, nota 26.
Eu também assumo o soneto de Camões: meus leitores devem amar pra me entender.
-Gabriel da Fonseca(091007)[/red]
terça-feira, 2 de outubro de 2007
red]1067. Sou, SIM, Teu Menino! (HyperPoeem)
[red]1067. Sou, SIM, Teu Menino!
Sou, SIM, teu Mimo!
Teu, MESMO, Menino!
Pois, você me tem dado
Os mimos
Que clamando,
E-x-ASPER-ado
De, de solidão, fraqueza,
Des-ESPER-ado.
Te os implorei.
Agora, também chorando,
Mas, de alegria,
Gratificado,
Te os agradeço.
Você me acudiu
No momento
Em que mais te precisei.
Des-ANSIA-do,
Sereno,
Acalmado,
Tranqüilo,
Ombros aliviados,
ESPER-ançoso,
Sou te, de modo imenso,
Muito grato!.
Gabriel da Fonseca, 28/09/07, 1.º ano de poeta pelo scrap recebido: Te Adoro pra Sempre!
http://www.youtube.com/watch?v=xGzvcZZVsqQ
Estrela: MIMOS.TODA SIMPLICIDADE DOS AFETOS, REFLETIDO NA INTENSIDADE DE UM GRANDE ENCONTRO.
*
Eu te quero só pra mim
Você mora no meu coração
Não me deixe só aqui
Esperando mais um verão
Te esperando meu bem
Pra gente se amar de novo
Mimar você
Nas quatro estações
Relembrar
O tempo que passamos juntos
Bem bom viver
Andar de mãos dadas
Na beira da praia
Por esse momento
Eu sempre esperei[/red]
Sou, SIM, teu Mimo!
Teu, MESMO, Menino!
Pois, você me tem dado
Os mimos
Que clamando,
E-x-ASPER-ado
De, de solidão, fraqueza,
Des-ESPER-ado.
Te os implorei.
Agora, também chorando,
Mas, de alegria,
Gratificado,
Te os agradeço.
Você me acudiu
No momento
Em que mais te precisei.
Des-ANSIA-do,
Sereno,
Acalmado,
Tranqüilo,
Ombros aliviados,
ESPER-ançoso,
Sou te, de modo imenso,
Muito grato!.
Gabriel da Fonseca, 28/09/07, 1.º ano de poeta pelo scrap recebido: Te Adoro pra Sempre!
http://www.youtube.com/watch?v=xGzvcZZVsqQ
Estrela: MIMOS.TODA SIMPLICIDADE DOS AFETOS, REFLETIDO NA INTENSIDADE DE UM GRANDE ENCONTRO.
*
Eu te quero só pra mim
Você mora no meu coração
Não me deixe só aqui
Esperando mais um verão
Te esperando meu bem
Pra gente se amar de novo
Mimar você
Nas quatro estações
Relembrar
O tempo que passamos juntos
Bem bom viver
Andar de mãos dadas
Na beira da praia
Por esse momento
Eu sempre esperei[/red]
Marcadores:
mimo; mimar você; Caetano Veloso
sábado, 22 de setembro de 2007
1006. Amanhecer em Cornélio Procópio/PR.
1006. Amanhecer em Cornélio Procópio/PR. In: http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3166473774021208604&postID=1636769525519744248
Amanhecer em Cornélio...
Dia clareando...
Apito do trem...
Pardais aqui cantam com desejo
Mais bonito do que lá.
O canto tranqüilizante das rolinhas...
Os cantos dos galos...
O latir do cachorros...
Natureza em festa
Acordando pro viver entusiasmante,
Intenso pra, MESMO, valer,
Apaixonante
Pro que der e vier,
Dos humanos amantes.
Num calor primaveril,
Nunca faltando noite e dia,
O típico ventinho,
Marca registrada procopense
(Amiúde com aroma de café
Solúvel Iguaçu pairando no ar),
Refrigério quais brisas
De suaves maresias.
Ah! Vontade de vate
De fazer o tempo parar
Quebrando os relógios!
De viver sempre aqui,
De vir sempre passear pra visitar,
Sempre assim,
Entre os nossos familiares Amados
Na terra-cidade em que os pais e avós
Suaram pra ganhar a vida
E descansam no Jardim das Saudades...
E em que fomos educados.
Num desejo de, sempre, com saúde,
Ser é-ter - no,
Sem partir,
Sem se despedir,
Também por um amanhecer como esse
Dentre outros motivos.
Viver no seio do povo de Cornélio,
Do cadinho de mineiros, paulistas,
Paranaenses do sul, nordestinos,
Descendentes dos imigrantes,
Caboclos e Afro-brasileiros,
Campeão em cordialidade e carinho,
Onde viver bem e feliz
Não é mero slogan,
Mas algo sentido
Nas ruas, praças e festas.
Onde pessoas nos encontram
-Claro, que não é ilha paradisíaca
Infensa à maldade
E à injustiça social!- ,
Nos cumprimentam
Pra conversar,
Sem exagerado estresse,
Com curiosa naturalidade
Por termos um rosto
Um olhar, um sorriso,
Uma voz timbrada,
Uma afetiva história,
Uma emotiva memória,
Uma personalidade...
-Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente pras procopenses H.P.Z, Zezinha Daniel, Carmem Rotter, Ana Maria Moreira Camacho, Rosangela Fermino, Maristela Shimazaki, Wilcléia Godinho e a ex- e é-terna campeã de basquete da cidade nos idos de 1968 e anosseguintes, Raquel Nóbrega Cunha Chueiri. Também aos Amigos Alexandre Canônico e ao Salim da SalimTur (Salim, Cuide bem da Saúde!)
Kurita Kanibal Itinerante em C. Procópio/PR (Processo Revolucionário poético-musical), 28/08/07.[/navy]
Amanhecer em Cornélio...
Dia clareando...
Apito do trem...
Pardais aqui cantam com desejo
Mais bonito do que lá.
O canto tranqüilizante das rolinhas...
Os cantos dos galos...
O latir do cachorros...
Natureza em festa
Acordando pro viver entusiasmante,
Intenso pra, MESMO, valer,
Apaixonante
Pro que der e vier,
Dos humanos amantes.
Num calor primaveril,
Nunca faltando noite e dia,
O típico ventinho,
Marca registrada procopense
(Amiúde com aroma de café
Solúvel Iguaçu pairando no ar),
Refrigério quais brisas
De suaves maresias.
Ah! Vontade de vate
De fazer o tempo parar
Quebrando os relógios!
De viver sempre aqui,
De vir sempre passear pra visitar,
Sempre assim,
Entre os nossos familiares Amados
Na terra-cidade em que os pais e avós
Suaram pra ganhar a vida
E descansam no Jardim das Saudades...
E em que fomos educados.
Num desejo de, sempre, com saúde,
Ser é-ter - no,
Sem partir,
Sem se despedir,
Também por um amanhecer como esse
Dentre outros motivos.
Viver no seio do povo de Cornélio,
Do cadinho de mineiros, paulistas,
Paranaenses do sul, nordestinos,
Descendentes dos imigrantes,
Caboclos e Afro-brasileiros,
Campeão em cordialidade e carinho,
Onde viver bem e feliz
Não é mero slogan,
Mas algo sentido
Nas ruas, praças e festas.
Onde pessoas nos encontram
-Claro, que não é ilha paradisíaca
Infensa à maldade
E à injustiça social!- ,
Nos cumprimentam
Pra conversar,
Sem exagerado estresse,
Com curiosa naturalidade
Por termos um rosto
Um olhar, um sorriso,
Uma voz timbrada,
Uma afetiva história,
Uma emotiva memória,
Uma personalidade...
-Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente pras procopenses H.P.Z, Zezinha Daniel, Carmem Rotter, Ana Maria Moreira Camacho, Rosangela Fermino, Maristela Shimazaki, Wilcléia Godinho e a ex- e é-terna campeã de basquete da cidade nos idos de 1968 e anosseguintes, Raquel Nóbrega Cunha Chueiri. Também aos Amigos Alexandre Canônico e ao Salim da SalimTur (Salim, Cuide bem da Saúde!)
Kurita Kanibal Itinerante em C. Procópio/PR (Processo Revolucionário poético-musical), 28/08/07.[/navy]
Marcadores:
Cornélio Procópio/PR; amanhecer; hospitalidade
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
1019. Palavras Mágicas Abrem Portas do Coração.
1019. Palavras Mágicas Abrem Portas do Coração.
Palavras minhas mágicas
Abrem as portas do teu coração,
As comportas da tua represa
E as águas represadas,
Ex-presas,
-Que maravilha!-,
Se ex-pressam,
Fluem aos borbotões.
E as palavras tuas, fatais,
Fazem o mesmo comigo
Num fluxo sem igual.
Aliás, fazem muito mais,
Sempre adequadas, pois.
São palavras nossas, magas
Suscitantes destas possantes vagas,
Erotizantes que preenchem
As vagas com carinho, Amor,
Ternuras, brandícias,
(Que delícias!)
Que me enchem
Pra, adiante, eu me entregar
E presentes amorosos dar
E nossos amores-amizades,
Assim, perenizar.
(c)-Gabriel da Fonseca
---Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente à Amiga Amada Olguinha
Xodó do Poeta Pássaro Livre, meditando na msg dela enviada aos
amigos: "Palavras Mágicas".
Kurita Kanibal Itinerante em C. Procópio em PR (Processo
Revolucionário poético-musical), 31/08/07.
Palavras minhas mágicas
Abrem as portas do teu coração,
As comportas da tua represa
E as águas represadas,
Ex-presas,
-Que maravilha!-,
Se ex-pressam,
Fluem aos borbotões.
E as palavras tuas, fatais,
Fazem o mesmo comigo
Num fluxo sem igual.
Aliás, fazem muito mais,
Sempre adequadas, pois.
São palavras nossas, magas
Suscitantes destas possantes vagas,
Erotizantes que preenchem
As vagas com carinho, Amor,
Ternuras, brandícias,
(Que delícias!)
Que me enchem
Pra, adiante, eu me entregar
E presentes amorosos dar
E nossos amores-amizades,
Assim, perenizar.
(c)-Gabriel da Fonseca
---Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente à Amiga Amada Olguinha
Xodó do Poeta Pássaro Livre, meditando na msg dela enviada aos
amigos: "Palavras Mágicas".
Kurita Kanibal Itinerante em C. Procópio em PR (Processo
Revolucionário poético-musical), 31/08/07.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
1053. Princesa Cris.
[red]1053. Princesa Cris.
Quem é a Princesa Cris?
Amiga nas baladas
Boêmias radicais
Que atraves-sam a noite
E varam as madrugadas.
Adora dançar, pois.
Se diz há um bom tempo
Como bem feliz.
Quando ela se re-vel-ou pra mim
Ao meu encontro vindo
Fiz a adivinha
Que se tratava de princesa
De conto-de-fada advinda,
O que de maneira presta
Ela confirmou.
Uma linda princesinha eslava,
Bem poderia ser búlgara,
Em terras curitibanas
Qual uma flor, delicada,
Se desmanchando em graças
E em formosura.
Senhora de sentimentos
E, de vida, filosofia,
Sólida, leve
Agradável, sutil
E amável diplomacia.
Cursou recente oficina
Pra turbinar o seu produzir poesia
Que, no que tenho consenso,
É gostoso e terapia.
Adora também
Demonstração pública
De afeto.
Daí esse poema.
-Gabriel da Fonseca,190907
Do perfil dela:
Não sou o Ditado dos outros , pois eu sou a Poesia.
(...) fogem os instantes. Invejosos! Aproveitem o dia, esperando o mínimo do amanhã."- Horácio (Odes, I.11)[/red]
Quem é a Princesa Cris?
Amiga nas baladas
Boêmias radicais
Que atraves-sam a noite
E varam as madrugadas.
Adora dançar, pois.
Se diz há um bom tempo
Como bem feliz.
Quando ela se re-vel-ou pra mim
Ao meu encontro vindo
Fiz a adivinha
Que se tratava de princesa
De conto-de-fada advinda,
O que de maneira presta
Ela confirmou.
Uma linda princesinha eslava,
Bem poderia ser búlgara,
Em terras curitibanas
Qual uma flor, delicada,
Se desmanchando em graças
E em formosura.
Senhora de sentimentos
E, de vida, filosofia,
Sólida, leve
Agradável, sutil
E amável diplomacia.
Cursou recente oficina
Pra turbinar o seu produzir poesia
Que, no que tenho consenso,
É gostoso e terapia.
Adora também
Demonstração pública
De afeto.
Daí esse poema.
-Gabriel da Fonseca,190907
Do perfil dela:
Não sou o Ditado dos outros , pois eu sou a Poesia.
(...) fogem os instantes. Invejosos! Aproveitem o dia, esperando o mínimo do amanhã."- Horácio (Odes, I.11)[/red]
terça-feira, 18 de setembro de 2007
1052. Eu Doiro Esse Namoro.
1052. Eu Doiro Esse Namoro.
Eu doiro
Esse namoro
Pra ele ser duradouro.
Eu, (e)namorado.
Você, (e)namorada.
Eu, namoradeiro;
Você, namoradeira;
Sem nenhum desdouro.
Eu, namorador.
Você, casadeira.
Eu te(u) ador(ad)o(r),
Você m(inha) adora(dora).
Nós em Amor.
Você, pretinha amora!
Eu não-louro,
Você não-loira.
Eu, mouro.
Você, Moira.
Eu, de afeto, estouro
Você, alegre, estoira.
Eu, tesouro doirado.
Você, ouro entesourado.
Eu fera touro,
A bela, toureio,
Que meu coração atora!
-Gabriel da Fonseca
-Às Amigas Reais e Virtuais.
Kurita Kanibal em PR (Processo Revolucionário poético musical), 18/09/07/terça/11:54h.
Eu doiro
Esse namoro
Pra ele ser duradouro.
Eu, (e)namorado.
Você, (e)namorada.
Eu, namoradeiro;
Você, namoradeira;
Sem nenhum desdouro.
Eu, namorador.
Você, casadeira.
Eu te(u) ador(ad)o(r),
Você m(inha) adora(dora).
Nós em Amor.
Você, pretinha amora!
Eu não-louro,
Você não-loira.
Eu, mouro.
Você, Moira.
Eu, de afeto, estouro
Você, alegre, estoira.
Eu, tesouro doirado.
Você, ouro entesourado.
Eu fera touro,
A bela, toureio,
Que meu coração atora!
-Gabriel da Fonseca
-Às Amigas Reais e Virtuais.
Kurita Kanibal em PR (Processo Revolucionário poético musical), 18/09/07/terça/11:54h.
Marcadores:
enamoramento,
estabilidade emocional duradoura,
namoro
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
[navy]1048. Se Você Quiser Voltar pra Mim. HyperPoem[/navy]
[navy]1048. Se Você Quiser Voltar pra Mim. HyperPoem.
http://br.youtube.com/watch?v=n5ByJaKdgDU&mode=related&search=
Se Você Quer[/navy]
[red]
Fafá:
-Se você quiser voltar pra mim,
Deixe amigos, canções [poemas]
E por certo que tem, até mulheres.
Roberto:
-Se você quiser mesmo que eu volte
Me assuma que eu sou deste jeito:
Sempre fui boêmio
Amar a vida assim
Não é defeito!...
Gabriel da Fonseca:
-Se você quiser voltar pra mim
(E chorou até às 04h da manhã
Na janelinha do meu perfil
E eu não acreditando no que via,
Achando que era fantasma háháhá),
Aceitei voltar:
Se você quiser eu quero,
Mas se você quiser, MESMO,
Que eu volte, MESMO, PRA SEMPRE,
Me assuma como um boêmio (RS!),
Um "jovem" poeta curitibano,
Um errante...(RS!)
Assim como disse de si,
Meu filho, aqui.
Em seu perfil,
Nessa telinha azulzinha.
-Gabriel da Fonseca
-Às Amigas Reais e Virtuais Amadas, Energias Poderosas pro/em Meu Viver, em tributo de gratidão é-terna for ever.
Kurita Kanibal,12/09/07[/red]
http://br.youtube.com/watch?v=n5ByJaKdgDU&mode=related&search=
Se Você Quer[/navy]
[red]
Fafá:
-Se você quiser voltar pra mim,
Deixe amigos, canções [poemas]
E por certo que tem, até mulheres.
Roberto:
-Se você quiser mesmo que eu volte
Me assuma que eu sou deste jeito:
Sempre fui boêmio
Amar a vida assim
Não é defeito!...
Gabriel da Fonseca:
-Se você quiser voltar pra mim
(E chorou até às 04h da manhã
Na janelinha do meu perfil
E eu não acreditando no que via,
Achando que era fantasma háháhá),
Aceitei voltar:
Se você quiser eu quero,
Mas se você quiser, MESMO,
Que eu volte, MESMO, PRA SEMPRE,
Me assuma como um boêmio (RS!),
Um "jovem" poeta curitibano,
Um errante...(RS!)
Assim como disse de si,
Meu filho, aqui.
Em seu perfil,
Nessa telinha azulzinha.
-Gabriel da Fonseca
-Às Amigas Reais e Virtuais Amadas, Energias Poderosas pro/em Meu Viver, em tributo de gratidão é-terna for ever.
Kurita Kanibal,12/09/07[/red]
domingo, 9 de setembro de 2007
1045. Nós Somos o Mundo para Cantar com Eles: U.S. for Africa, Artistas Unidos pela Solidariedade com a África; China e Ásia Solidária à África. Uma
[navy]1045. Nós Somos o Mundo para Cantar com Eles: U.S. for Africa, Artistas Unidos pela Solidariedade com a África; China e Ásia Solidária à África. Uma HyperProsaPoética (HPP)
We Are the World with Words to Sing with them
http://youtube.com/watch?v=P7fog5EjJTc&mode=related&search=
Michael Jackson
http://youtube.com/watch?v=J0IweJ0g39I&mode=related&search=
Wang Lee Hom - MTV - Ai (We are the world)
http://youtube.com/watch?v=yrlDpqcQsng&mode=related&search=
Há qualqeur coisa de muito sublime nesta canção, nestes coletivos de cantores estadunidenses, afro-estadunidenses, parece que a maioria, ou não, e chineses (ao queparece).
África, o continente dessangrado para a acumulação primitiva do Capital, do triãngulo, açucar das américas pras Metrópoles européias, manufacturas pra Africa e Ásia e tráfico negreiro pras costas americanas.
África, o país decretado agora pelos centros capitalismo financeiromunidal como inviável.
Afro-estadunidenses, os portadores do soul, do blue e do jazz, até cantores do coro até Michael Jackson.
Ausênciado samba brasileiro, da rumba cubana, etc. Faltou Milton, Gil, Chico, Caetano, Caymy e tantos outros nesta gravação
África o país hoje de morticínios da AIDS.
África Subsaariana da Fome Endêmica.
ÁFrica do recente Fórum Social Mundial, em Nairobi (Quênia)?, com os 3 primerisoem P. Alegre, de organizações sautônomas populares dos continentes, em contraponto ao Fórum Econômico Mundial em Davos.
-Pela Paz Mundial com Justiça Social!
-Pelo Moviemtno Superador dos Imperialismo, Neocolonialismo e Racismos
--- (Julio Cezar) (Poeta Gabriel da Fonseca (Soares)
--- Aos amigosreais e Virtuais
---Ctba, 09/09/07 [/navy]
*
Nós somos o mundo
Com as crianças.
Nós somos os que fazem
Um mundo mais brilhante
Portanto, vamos começar a doar
*
We Are the World with Words to Sing with them
http://youtube.com/watch?v=P7fog5EjJTc&mode=related&search=
Michael Jackson
http://youtube.com/watch?v=J0IweJ0g39I&mode=related&search=
Wang Lee Hom - MTV - Ai (We are the world)
http://youtube.com/watch?v=yrlDpqcQsng&mode=related&search=
Há qualqeur coisa de muito sublime nesta canção, nestes coletivos de cantores estadunidenses, afro-estadunidenses, parece que a maioria, ou não, e chineses (ao queparece).
África, o continente dessangrado para a acumulação primitiva do Capital, do triãngulo, açucar das américas pras Metrópoles européias, manufacturas pra Africa e Ásia e tráfico negreiro pras costas americanas.
África, o país decretado agora pelos centros capitalismo financeiromunidal como inviável.
Afro-estadunidenses, os portadores do soul, do blue e do jazz, até cantores do coro até Michael Jackson.
Ausênciado samba brasileiro, da rumba cubana, etc. Faltou Milton, Gil, Chico, Caetano, Caymy e tantos outros nesta gravação
África o país hoje de morticínios da AIDS.
África Subsaariana da Fome Endêmica.
ÁFrica do recente Fórum Social Mundial, em Nairobi (Quênia)?, com os 3 primerisoem P. Alegre, de organizações sautônomas populares dos continentes, em contraponto ao Fórum Econômico Mundial em Davos.
-Pela Paz Mundial com Justiça Social!
-Pelo Moviemtno Superador dos Imperialismo, Neocolonialismo e Racismos
--- (Julio Cezar) (Poeta Gabriel da Fonseca (Soares)
--- Aos amigosreais e Virtuais
---Ctba, 09/09/07 [/navy]
*
Nós somos o mundo
Com as crianças.
Nós somos os que fazem
Um mundo mais brilhante
Portanto, vamos começar a doar
*
1042. Melhor ser Errante que o Desistente.
[red]1042. Melhor ser Errante que o Desistente.
Muitas vezes,
Quem amamos
Não nos corresponde,
Não nos gratifica,
Ou não nos ama
Na mesma qualidade
Ou/e em proporcional medida
Que a gente.
E padecemos as dores de amores...
Ou não temos a potência
De, a quem nos ama, amar melhor.
Às vezes,
Sem querer magoar,
Magoamos
Ou não temos
O poder de perdoar.
Muito dos sentimentos
Passionais, da tesão,
Pode arrefecer
Ou até minguar.
Mas isso não é suficiente
Pra não tentarmos
Um nosso novo tempo
De Amor-paixão.
Que o desistente
Que nem tenta,
Melhor ser o errante
Que se queima,
E não aquele que julga poder
Apagar a chama...[/red]
[green]-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.[/green]
[olive]Trajeto Araraquara - São Carlos, 07/09/07.[/olive]
Muitas vezes,
Quem amamos
Não nos corresponde,
Não nos gratifica,
Ou não nos ama
Na mesma qualidade
Ou/e em proporcional medida
Que a gente.
E padecemos as dores de amores...
Ou não temos a potência
De, a quem nos ama, amar melhor.
Às vezes,
Sem querer magoar,
Magoamos
Ou não temos
O poder de perdoar.
Muito dos sentimentos
Passionais, da tesão,
Pode arrefecer
Ou até minguar.
Mas isso não é suficiente
Pra não tentarmos
Um nosso novo tempo
De Amor-paixão.
Que o desistente
Que nem tenta,
Melhor ser o errante
Que se queima,
E não aquele que julga poder
Apagar a chama...[/red]
[green]-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.[/green]
[olive]Trajeto Araraquara - São Carlos, 07/09/07.[/olive]
1040. Viver pra Amar Melhor Você!!!
[red]1040. Viver pra Amar Melhor Você!!!
O sentido deste dia que se finda,
Deste novo dia,
É amar.
Pra que viver
Se não pra amar você?
Pra que sobreviver
Se não pra melhor te servir?
Nem mais ter,
Nem mais glória
Nem mais poder,
Nem mais fama,
Consola meu coração
Que doidamente te ama.
Não planto nada,
Não sou Rei, nem Barão
Do café, ou algodão,
Ou soja, ou do trigo
Ou cana, ou milho
Ou fumo, ou cacau
Nem Rei do Gado.
Nem empreendo
Qualquer (agro)negócio
Apenas sou gigacampeão
Nos diversos torneios
De criar e manejar versos,
Com aliteração,
Seus vieses, avessos,
Ou com variegadas rimas,
An-, trans- e re-versos.
Só do trabalho assalariado,
Opero versos também
Guerrilheiros líricos,
Amorosos, esfusiantes,
Entusiastas, contagiantes,
Eróticos e inebriantes
Que cometo e recomeço
Em círculos viciados
E viciosos de alegres retornos,
Eternamente retorneados
Anos a fio,
Que esmero, lapido e torneio
No calor ou no frio
De cabo a rabo
De fio a pavio.[/red]
O sentido deste dia que se finda,
Deste novo dia,
É amar.
Pra que viver
Se não pra amar você?
Pra que sobreviver
Se não pra melhor te servir?
Nem mais ter,
Nem mais glória
Nem mais poder,
Nem mais fama,
Consola meu coração
Que doidamente te ama.
Não planto nada,
Não sou Rei, nem Barão
Do café, ou algodão,
Ou soja, ou do trigo
Ou cana, ou milho
Ou fumo, ou cacau
Nem Rei do Gado.
Nem empreendo
Qualquer (agro)negócio
Apenas sou gigacampeão
Nos diversos torneios
De criar e manejar versos,
Com aliteração,
Seus vieses, avessos,
Ou com variegadas rimas,
An-, trans- e re-versos.
Só do trabalho assalariado,
Opero versos também
Guerrilheiros líricos,
Amorosos, esfusiantes,
Entusiastas, contagiantes,
Eróticos e inebriantes
Que cometo e recomeço
Em círculos viciados
E viciosos de alegres retornos,
Eternamente retorneados
Anos a fio,
Que esmero, lapido e torneio
No calor ou no frio
De cabo a rabo
De fio a pavio.[/red]
1044. Sentido da Vida é Amar as Amigas.
[red]1044. Sentido da Vida é Amar as Amigas.
Astro solitário,
Ao anoitecer
Anoi-teço.
Pássaro só,
Ao amanhecer
Amanheço,
A-CORD-o,
Con-CORD-o
E re-CORD-o
Que um dos meus enérgicos
Sentidos deste dia de vida
É amar, com paixão desvairada e louca,
Principalmente, as amigas,
Pois a Arte de Amar é longa
E a nossa duração é pouca.
Daí, as conclamo
Que as quero entre si companheiras,
Que como as amo,
As quero em con-CÓRD-ia,
Só em brincadeiras,
Unidas em harmonia,
Jamais em brigadeiras,
Sem as confusões
Geradas pelas ciumeiras.
E, em prol da produção,
Abelhas, do méis
Pros, para mim, ca/rinho-rícias
De delícias e brandícias,
Formigas, dos mantimentos
Pros, do meu coração,
Invernos, aranhas,
Das fiações e tecelagens
Pras minhas redes de proteção.
Qual eu, formigo, aranho
Beija-flor livre e zangão
Pras minhas amigas,
Amigo para sempre,
Ainda que algum dia,
Com alguma delas
Com/qual excelência de rainha.[/red]
[olive]Gabriel da Fonseca
Ctba,080907 [/olive]
Astro solitário,
Ao anoitecer
Anoi-teço.
Pássaro só,
Ao amanhecer
Amanheço,
A-CORD-o,
Con-CORD-o
E re-CORD-o
Que um dos meus enérgicos
Sentidos deste dia de vida
É amar, com paixão desvairada e louca,
Principalmente, as amigas,
Pois a Arte de Amar é longa
E a nossa duração é pouca.
Daí, as conclamo
Que as quero entre si companheiras,
Que como as amo,
As quero em con-CÓRD-ia,
Só em brincadeiras,
Unidas em harmonia,
Jamais em brigadeiras,
Sem as confusões
Geradas pelas ciumeiras.
E, em prol da produção,
Abelhas, do méis
Pros, para mim, ca/rinho-rícias
De delícias e brandícias,
Formigas, dos mantimentos
Pros, do meu coração,
Invernos, aranhas,
Das fiações e tecelagens
Pras minhas redes de proteção.
Qual eu, formigo, aranho
Beija-flor livre e zangão
Pras minhas amigas,
Amigo para sempre,
Ainda que algum dia,
Com alguma delas
Com/qual excelência de rainha.[/red]
[olive]Gabriel da Fonseca
Ctba,080907 [/olive]
sábado, 8 de setembro de 2007
1043. Você, Minha Areia Movediça!
[green]
Você é minha dependência química.
A linha dos teus dois lagos azuis
São meu Triângulo das Bermudas
Onde se afundam minhas reservas-navios,
Quer você de calça, saia ou de bermuda
Você, minha areia movediça,
Minha arapuca,
Minha fisga branca/
Pra pega de pé de passarinho.
Então, é melhor eu não me debater...(RS)
Sempre você no meu caminho... (RS RS RS)
-Gabriel da Fonseca
As Amigas Reais e Virtuais.
Curitiba, 09/09/07. [/green]
Você é minha dependência química.
A linha dos teus dois lagos azuis
São meu Triângulo das Bermudas
Onde se afundam minhas reservas-navios,
Quer você de calça, saia ou de bermuda
Você, minha areia movediça,
Minha arapuca,
Minha fisga branca/
Pra pega de pé de passarinho.
Então, é melhor eu não me debater...(RS)
Sempre você no meu caminho... (RS RS RS)
-Gabriel da Fonseca
As Amigas Reais e Virtuais.
Curitiba, 09/09/07. [/green]
Marcadores:
Amor-paixão; amor-obsessão;amor-dependência
domingo, 2 de setembro de 2007
1029. Ejetado às Estrelas (Série Erótika).
1029. Ejetado às Estrelas (Série Erótika).
Eu deitado na cama.
Você, sentada,
Aproximando de mim
Tuas aBUNDAntes nádegas,
Se despediu da tua saia,
Desabotou tua blusa azul,
Girou teu sutiã no indicador
Lançando-o longe,
Com gosto,
Contra a parede,
Despiu-se da tua calçinha
E...eu viajei...
Fui ejetado às estrelas!!!...
Ah! COMO é bom viver!
Estar vivo!
Com saúde
E...
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
C. Procópio, 01/09/07.
Eu deitado na cama.
Você, sentada,
Aproximando de mim
Tuas aBUNDAntes nádegas,
Se despediu da tua saia,
Desabotou tua blusa azul,
Girou teu sutiã no indicador
Lançando-o longe,
Com gosto,
Contra a parede,
Despiu-se da tua calçinha
E...eu viajei...
Fui ejetado às estrelas!!!...
Ah! COMO é bom viver!
Estar vivo!
Com saúde
E...
-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.
C. Procópio, 01/09/07.
Marcadores:
relação sexual
sábado, 1 de setembro de 2007
1023. Mi Namola, Vai? (Poema Gráfico Arco-irisado Orkutiano)
[fuchsia]1023. Mi Namola, Vai? (Poema Gráfico Arco-irisado Orkutiano) [/fuchsia]
[violet]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/violet]
[orange]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/orange]
[yellow]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i TôMorrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/yellow]
[green]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/green]
[blue]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/blue]
[navy]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/navy]
[red]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/red]
[purple]Beijuxxx.. e Abraçuxxx... Amiguxxx.. [/purple]
[green]Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.[/green]
[olive]C. Procópio, 01/09/07, 20:17h[/olive]
[violet]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/violet]
[orange]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/orange]
[yellow]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i TôMorrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/yellow]
[green]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/green]
[blue]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/blue]
[navy]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/navy]
[red]Mim Ti Ama, Ti Dóla Demaixxx i Tô Morrenu de Paixão por Ti!!! Daí, pruquê você naum mi namola?[/red]
[purple]Beijuxxx.. e Abraçuxxx... Amiguxxx.. [/purple]
[green]Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais.[/green]
[olive]C. Procópio, 01/09/07, 20:17h[/olive]
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pedido de namoro
1027. Sentindo a Ausência de Amiga...
[navy]1027. Sentindo a Ausência de Amiga. [navy]
[blue]Amiga! Amiga! Amiga!
É verdade
Franca e sincera
Que desabrido digo:
Senti tua ausência,
A falta que me faz;
Que você, Poetisa,
Não me tem
Saído da lembrança
E do meu pensamento!
Natural!
Pois, você mora no meu afeto,
Na minha emoção,
No meu sentimento,
No meu coração
E participa do meu elã
Erótico e vital
Eu te Amo
Pra sempre,
Como teu Amigo,
Minha Amiga![/blue]
[red]Beijuxxxxxxxx...! [/red]
[green]-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente pensando no recado da Poetisa Márcia Ramos explicando os ruídos pra se comunicar conosco, seus amigos.
[/green]
[olive]C. Procópio, 01/09/07, 18:12h [/olive]
[blue]Amiga! Amiga! Amiga!
É verdade
Franca e sincera
Que desabrido digo:
Senti tua ausência,
A falta que me faz;
Que você, Poetisa,
Não me tem
Saído da lembrança
E do meu pensamento!
Natural!
Pois, você mora no meu afeto,
Na minha emoção,
No meu sentimento,
No meu coração
E participa do meu elã
Erótico e vital
Eu te Amo
Pra sempre,
Como teu Amigo,
Minha Amiga![/blue]
[red]Beijuxxxxxxxx...! [/red]
[green]-Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente pensando no recado da Poetisa Márcia Ramos explicando os ruídos pra se comunicar conosco, seus amigos.
[/green]
[olive]C. Procópio, 01/09/07, 18:12h [/olive]
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
[navy]1000.° O Vôo da Borboleta Azul.[/navy]
[red]1000.(°!!!, em 11 meses a completar em 280907 de produção diária de poemas, na média de 3 por dia). [/red]
[navy]O Vôo da Borboleta Azul.
Meu Amor!
Quando a crisálida
Em metamorfose
Abandonará teu casulo
E a borboleta azul
Alçará vôo?
Me avisa, viu?
Pois,desejo
Admirar tua azuleza,
Belezinha!
Beijar tua beleza!
E arrebatá-la num beijo! [/navy]
[green] Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais
Cornélio Procópio, 24/08/07,11:30h [/green]
[navy]O Vôo da Borboleta Azul.
Meu Amor!
Quando a crisálida
Em metamorfose
Abandonará teu casulo
E a borboleta azul
Alçará vôo?
Me avisa, viu?
Pois,desejo
Admirar tua azuleza,
Belezinha!
Beijar tua beleza!
E arrebatá-la num beijo! [/navy]
[green] Gabriel da Fonseca
Às Amigas Reais e Virtuais
Cornélio Procópio, 24/08/07,11:30h [/green]
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
961. Queridinho! Queridinho!
[red]961. Queridinho! Queridinho!
-Queridinho! Queridinho!
Não se assustem!
Foi meu bom-dia
A meu canarinho
Da terra, Zeca Pio!
Até ele se assustou:
Esse bobo-alegre aí
Tá de nAMORo!
Tá de Amor novo!
Ta de novo Amor!
Eu pedia seu canto corrido
Pra afinar os ouvido.
E cantei-o todo prosa:
Canta, canta, vai!
Com alpiste, serráia,
Água e ração nova
De vitamina e ovo.
Cantou? Por ora, uái!
Uma ova! Uma ova!
Ele há de me pagar![/red]
[navy]©Gabriel da Fonseca.(020807)[/navy]
-Queridinho! Queridinho!
Não se assustem!
Foi meu bom-dia
A meu canarinho
Da terra, Zeca Pio!
Até ele se assustou:
Esse bobo-alegre aí
Tá de nAMORo!
Tá de Amor novo!
Ta de novo Amor!
Eu pedia seu canto corrido
Pra afinar os ouvido.
E cantei-o todo prosa:
Canta, canta, vai!
Com alpiste, serráia,
Água e ração nova
De vitamina e ovo.
Cantou? Por ora, uái!
Uma ova! Uma ova!
Ele há de me pagar![/red]
[navy]©Gabriel da Fonseca.(020807)[/navy]
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960. O que é o Amor?
960. O que é o Amor?
O Amor é a Pessoa Amada
Nos transformando
Em fragmentos,
Nos diluindo
E nos absorvendo.
Três porções coexistentes:
A absorvida
A diluendo
E a prestes a ser moída.
Em diálogo se perguntam
Se afirmam e se espantam:
Já não sabemos quem fomos?.!
Já não sabemos em quem nos tornamos?.!
Já não sabemos quem somos.?!
A Pessoa Amada é a energia
Dos movimentos do oceano
A banhar a pequena ilha,
O peito massageando,
Leveza produzindo
Em todo o corpo,
As dores desmanchando
Em flutuações.
©Gabriel da Fonseca.(020807)
O Amor é a Pessoa Amada
Nos transformando
Em fragmentos,
Nos diluindo
E nos absorvendo.
Três porções coexistentes:
A absorvida
A diluendo
E a prestes a ser moída.
Em diálogo se perguntam
Se afirmam e se espantam:
Já não sabemos quem fomos?.!
Já não sabemos em quem nos tornamos?.!
Já não sabemos quem somos.?!
A Pessoa Amada é a energia
Dos movimentos do oceano
A banhar a pequena ilha,
O peito massageando,
Leveza produzindo
Em todo o corpo,
As dores desmanchando
Em flutuações.
©Gabriel da Fonseca.(020807)
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essência do amor; Gabriel da Fonseca
959. Que pra Ti Baste Meu Peito, Amém!
959. Que pra Ti Baste Meu Peito, Amém!
Sadios ciúmes
Sob controle,
Preciso sentir,
Por vezes repetidas,
De modo indefinido,
No decurso dos dias
E dos trabalhos,
Que te entrega inteirinha,
Quantas vezes desejemos,
Em meus braços,
De jeito pleno e de fato,
E em meus abraços,
Em concreto
Sem abstratos,
Tantas vezes acordemos.
Preciso de você, ouvir,
Minha Mátria amada,
Nestes instantes,
Salve! Salve! Idolatrada,
Você, toda molhadinha,
De que sou teu tudo
E que sem mim
Você não é nada.
Ou seja,
A recíproca verdadeira
Do que sempre confesso.
Pra poder
Sempre reafirmar,
Com estes atos
Sob provas de noves fora,
Minha verdade vera,
Insofismável e nua,
Real e crua,
Bela como a primavera,
Minha fé verdadeira
De que sou teu homem
E você, minha mulher.
De que pra ti,
Basta meu peito.
Que meu ombro te baste!
Renovando, destarte,
Minha crença certeira
Em estandarte,
De que se você não quiser,
Teu core entregar
A mais ninguém,
Pois, comigo feliz,
Com má arte, enfim,
Não poderá, outrém,
Você, roubar de mim.
E amar-te.
E pra te auxiliar
De Apolo viro Marte.
Assim seja, amém!
Seja assim!
©Gabriel da Fonseca (020807)
-Às Amigas Reais e Virtuais.
Sadios ciúmes
Sob controle,
Preciso sentir,
Por vezes repetidas,
De modo indefinido,
No decurso dos dias
E dos trabalhos,
Que te entrega inteirinha,
Quantas vezes desejemos,
Em meus braços,
De jeito pleno e de fato,
E em meus abraços,
Em concreto
Sem abstratos,
Tantas vezes acordemos.
Preciso de você, ouvir,
Minha Mátria amada,
Nestes instantes,
Salve! Salve! Idolatrada,
Você, toda molhadinha,
De que sou teu tudo
E que sem mim
Você não é nada.
Ou seja,
A recíproca verdadeira
Do que sempre confesso.
Pra poder
Sempre reafirmar,
Com estes atos
Sob provas de noves fora,
Minha verdade vera,
Insofismável e nua,
Real e crua,
Bela como a primavera,
Minha fé verdadeira
De que sou teu homem
E você, minha mulher.
De que pra ti,
Basta meu peito.
Que meu ombro te baste!
Renovando, destarte,
Minha crença certeira
Em estandarte,
De que se você não quiser,
Teu core entregar
A mais ninguém,
Pois, comigo feliz,
Com má arte, enfim,
Não poderá, outrém,
Você, roubar de mim.
E amar-te.
E pra te auxiliar
De Apolo viro Marte.
Assim seja, amém!
Seja assim!
©Gabriel da Fonseca (020807)
-Às Amigas Reais e Virtuais.
segunda-feira, 23 de julho de 2007
938. Black, do Pearl Jam, Legendado.
938. Black, do Pearl Jam, Legendado.
(Eddie Vedder)
http://www.youtube.com/watch?v=a5sxdJF5WEY&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2FFavoriteVideos%2Easpx%3Fuid%3D16957936827346641402
Tradução:
http://vagalume.uol.com.br/pearl-jam/black-(traducao).html
*
Amiga Martinha, Amig@s,
Veja que letra maravilhosa, DIVINA, e pelo conjunto do vídeo belo, de elevar o astral, sustentar a autoestima que vacilam nos Fundos Frios das Noites Traiçoeiras e Tempestuosas das Tentações e Provações, onde até mesmo os pilares da Esperança e Fé em Deus-Amor tremem!
©dir. res. ao autor: (Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares), com contribuição de Lucas Gabriel Soares, que destaca os 4 últimos versos, na indicação do vídeo.
937. Kurita KANIBAL, MAKINAÍMIKA e ALENINA em PR (Processo Revolucionário poético, musical, politico e cultural democratizante) 220707. HyperProsaPoética (HPP): Black de Pearl Jam Legendado.
-Mais um Presente a um Certo Alguém Corajosa!
*
Folhas de pintura vazias
Peças intocadas de argila
Como o corpo dela um dia esteve
Todos os cinco horizontes girando ao redor de sua alma
Como a Terra ao redor do Sol,
Agora o ar que eu provei e respirei
Mudou de rumo
E tudo o que eu ensinei a ela... foi tudo
Eu sei que ela me deu tudo o que podia...
E agora minhas amargas mãos
Se esfregam abaixo das nuvens
Do que um dia foi tudo...
As imagens foram todas banhadas em preto,
Tatuando tudo...(marcando para sempre)
Eu saio pra passear
Sou cercado por algumas crianças brincando
Eu posso sentir suas risadas,
Então porque eu desanimo?...
E pensamentos confusos giram ao redor de minha cabeça
Estou girando, oh, estou girando
Quão rápido o sol pode, cair.
E agora minhas amargas mãos...
Berço dos vidros despedaçados
Do que um dia foi tudo...
Todas as imagens foram
Todas banhadas em preto,
Tatuando tudo...
Todo o amor tornou-se mal
Transformou meu mundo em escuridão
Tatuando tudo que vejo
Tudo o que sou
Tudo o que sempre serei...
Eu sei que algum dia você terá uma linda vida,
Eu sei que você será uma estrela,
No céu de um outro alguém,
Mas porque, porque...
...Por que não pode ser, por que não pode ser minha?
por albertpatrick
(Eddie Vedder)
http://www.youtube.com/watch?v=a5sxdJF5WEY&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2FFavoriteVideos%2Easpx%3Fuid%3D16957936827346641402
Tradução:
http://vagalume.uol.com.br/pearl-jam/black-(traducao).html
*
Amiga Martinha, Amig@s,
Veja que letra maravilhosa, DIVINA, e pelo conjunto do vídeo belo, de elevar o astral, sustentar a autoestima que vacilam nos Fundos Frios das Noites Traiçoeiras e Tempestuosas das Tentações e Provações, onde até mesmo os pilares da Esperança e Fé em Deus-Amor tremem!
©dir. res. ao autor: (Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares), com contribuição de Lucas Gabriel Soares, que destaca os 4 últimos versos, na indicação do vídeo.
937. Kurita KANIBAL, MAKINAÍMIKA e ALENINA em PR (Processo Revolucionário poético, musical, politico e cultural democratizante) 220707. HyperProsaPoética (HPP): Black de Pearl Jam Legendado.
-Mais um Presente a um Certo Alguém Corajosa!
*
Folhas de pintura vazias
Peças intocadas de argila
Como o corpo dela um dia esteve
Todos os cinco horizontes girando ao redor de sua alma
Como a Terra ao redor do Sol,
Agora o ar que eu provei e respirei
Mudou de rumo
E tudo o que eu ensinei a ela... foi tudo
Eu sei que ela me deu tudo o que podia...
E agora minhas amargas mãos
Se esfregam abaixo das nuvens
Do que um dia foi tudo...
As imagens foram todas banhadas em preto,
Tatuando tudo...(marcando para sempre)
Eu saio pra passear
Sou cercado por algumas crianças brincando
Eu posso sentir suas risadas,
Então porque eu desanimo?...
E pensamentos confusos giram ao redor de minha cabeça
Estou girando, oh, estou girando
Quão rápido o sol pode, cair.
E agora minhas amargas mãos...
Berço dos vidros despedaçados
Do que um dia foi tudo...
Todas as imagens foram
Todas banhadas em preto,
Tatuando tudo...
Todo o amor tornou-se mal
Transformou meu mundo em escuridão
Tatuando tudo que vejo
Tudo o que sou
Tudo o que sempre serei...
Eu sei que algum dia você terá uma linda vida,
Eu sei que você será uma estrela,
No céu de um outro alguém,
Mas porque, porque...
...Por que não pode ser, por que não pode ser minha?
por albertpatrick
sábado, 21 de julho de 2007
937. Cupidos Míopes, Hipermétricos e Cegos!
937. Cupidos Míopes, Hipermétricos e Cegos!
Putzgrila!
P*#*! M*#*#!
F*#*d*m*#!
P.Q.P.!
Não dá, MESMO!, pra compreender
Os Cupidos das minhas Musas!
Uma não trocou,
Quem foi por seu Cupido flechado,
Um cara de cara medonha,
Que bonita lhe pareceu,
Por mim!
Aqueloutra não substituiu
Um sujeito
De humor grosseiro
Pelo meu simpático.
Estoutra não cambiou
Um qualquer mulherengo,
-Ah! Que Cupido cego!-
Cuma baita ansiedade
De dominação sádica,
Pelo meu dengo,
Seguro e certo.
Assim, fiquei todo machucado,
Todo ferida,
Todo sangria,
Todo revolto,
Todo revoltado,
Todo eriçado.
Eita! Cupidos tolos!
Além de flechado,
O meu errou na dose,
Fui des-sa(n)grado,
Saí cravo des-pedaç-ado!
Deste jeito,
Periga eu terminar
Barganhando minhas Musas!...
937. Kurita KANIBAL, MAKINAÍMIKA e ALENINA, S. J. dos Pinhais, em PR Cupidos Míopes, Mipermétricos e Cegos! 190707, qui.
(Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares).
©dir. res. ao autor
Putzgrila!
P*#*! M*#*#!
F*#*d*m*#!
P.Q.P.!
Não dá, MESMO!, pra compreender
Os Cupidos das minhas Musas!
Uma não trocou,
Quem foi por seu Cupido flechado,
Um cara de cara medonha,
Que bonita lhe pareceu,
Por mim!
Aqueloutra não substituiu
Um sujeito
De humor grosseiro
Pelo meu simpático.
Estoutra não cambiou
Um qualquer mulherengo,
-Ah! Que Cupido cego!-
Cuma baita ansiedade
De dominação sádica,
Pelo meu dengo,
Seguro e certo.
Assim, fiquei todo machucado,
Todo ferida,
Todo sangria,
Todo revolto,
Todo revoltado,
Todo eriçado.
Eita! Cupidos tolos!
Além de flechado,
O meu errou na dose,
Fui des-sa(n)grado,
Saí cravo des-pedaç-ado!
Deste jeito,
Periga eu terminar
Barganhando minhas Musas!...
937. Kurita KANIBAL, MAKINAÍMIKA e ALENINA, S. J. dos Pinhais, em PR Cupidos Míopes, Mipermétricos e Cegos! 190707, qui.
(Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares).
©dir. res. ao autor
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quinta-feira, 19 de julho de 2007
935. O Primeiro AmorReal
935. O Primeiro Amor Real.
Foi muito tardio
Em clima de
Mata Atlântica
Semi-tropical.
Num veraneio.
De encontro casual
Me pegou em cheio
Na boa surpresa.
Teria sido um mero,
Efêmero,
Se não tivesse sido
Significativo.
Principiou com
Namoro mudo
Do acariciar
Do peito,
Dos dedos
E das unhas
Dos pés.
Ela decifrou
A carência louca
E o volume
Da lacuna
E aquiesceu.
Ao abraçar
Levitei.
As minhas costas
Tocaram o teto.
Não andei,
Flutuava.
Não disse,
Sorria.
Sem violência,
Com carinho,
Com ternura,
Sem dominação
Em diálogo igual.
Por isso alojou-se
Este amor
Com doçura
De modo duradouro
Até hoje
No Palácio
Da Memória
Afetiva
E sentimental
No âmago
Do meu peito.
Foi muito tardio
Em clima de
Mata Atlântica
Semi-tropical.
Num veraneio.
De encontro casual
Me pegou em cheio
Na boa surpresa.
Teria sido um mero,
Efêmero,
Se não tivesse sido
Significativo.
Principiou com
Namoro mudo
Do acariciar
Do peito,
Dos dedos
E das unhas
Dos pés.
Ela decifrou
A carência louca
E o volume
Da lacuna
E aquiesceu.
Ao abraçar
Levitei.
As minhas costas
Tocaram o teto.
Não andei,
Flutuava.
Não disse,
Sorria.
Sem violência,
Com carinho,
Com ternura,
Sem dominação
Em diálogo igual.
Por isso alojou-se
Este amor
Com doçura
De modo duradouro
Até hoje
No Palácio
Da Memória
Afetiva
E sentimental
No âmago
Do meu peito.
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quarta-feira, 18 de julho de 2007
936.POA em Luto! Luto, snif!! buá!!! Luto, chê!!!! pô!!!!!
936. POA em Luto! Luto, snif!! buá!!! Luto, chê!!!! pô!!!!! *********[Carmem,]*********Imagino a dor terrível,Gyga-Angustiante,Naquele momentoDe olhar a listaDe passageirosDo avião da TAMDe Porto AlegreViitimados no AeroportoDe Congonhas em São Paulo.Voei já de Porto AlegreA Curitiba.Como voei também pela GolCWB-BSBPra Plenária Nacional FASUBRADias antes do avião Saído de BSB acidentadoEm setembro 2006.Compus HyperPoem 932No meu fotolog orkutNa manhã do dia anteriorCom vídeo de decolagemPOA- Congonhas.Agora: DEU PRA TI!ACIDENTES AÉREOS NO BRASIL!Você teve diretamenteAlgum amig@ vitimado?Real virtual ou real?Como amigo orkutDo restante do BrasilEnvio mediante vocêNosso sentimentosÀs famílias porto-alegrenseComovidas em transeNeste momentoEm que se rasgaO véu do tempo em dois.Neste instante,Apenas a Esperança e FéPodem consolar.Pessoas não morrem:Viverão imortalmenteNos corações que as amaram E nos que amarem a estes...Viverão nas suas obras Benéficas, indestrutíveis,Cujos efeitos perdurarãoIndeletáveis,Quais ondas de ecosA se propagar E a se perpetuarAmanhã e depoisE, de modo indefinidoE infinito.AMÉM! AMÉM! AMÉM!Que esta partida coletivaNos torne melhoresEm Brasil Soberano, Justo e Pacífico.Ela confirma Shakespeare:Amigos também devem se saudarAmorosamente:Pode ser a última vezDe, vivos, ambos Salvos e sãos:*********************Eu te Amo! Beijuxxxxx!!!...*********************---(Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares)©dir.res.ao autor936. Kurita KANIBAL, ALENINA e MAKINAÍMIKA em PR (Processo Revoluiconário poético, musical, político culturla e democratizante). Poema-Crônica Informal de Scrap: POA em Luto! Luto,snif!! buá!!! Luto, chê!!!! pô!!!!!180407qua22:30h
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TAM3054
terça-feira, 17 de julho de 2007
926. Amor Rima Com Cama.
[violet]926. Amor Rima Com Cama.
Amor rima com cama.Me perdoe a mente puritana.Cama sem amor é insuficiente:Corpo tá aliMas, desejo tá viajandoNuma divisão,Numa esquizofrenia.Que infelicidade!Que desventura!
Porém, Amor sem camaOu é coisa de Amigo,Ou é coisa de Anjo,Ou é coisa que descamba,De quem não de verdade ama,De gente escamosa.
No fogo da camaÉ que fomos concebidos.Nela viemos à luz.Se for por AmorQue mal há que ela nos conduz?
Se é um Amor lindo,Pra saúde e doença,Alegria e tristeza,Pra quem ri E pra quem chora,Vida e morte,Pra quem se fortalece E pra quem definha, Por que nãoTambém pra cama?Vamos pra caminha,Meu bem? Vamos agora?Vem cá!Vamos se mimarE vamos se ninarCom o nosso se amar...Já, já, já![/violet]
[purple]--- (Julio Cezar) Gabrel da Fonseca (Soares)--- dir. res. ao autor
926. Kurita Makinaímika. 110707, digit. 170707.[/purple]
Amor rima com cama.Me perdoe a mente puritana.Cama sem amor é insuficiente:Corpo tá aliMas, desejo tá viajandoNuma divisão,Numa esquizofrenia.Que infelicidade!Que desventura!
Porém, Amor sem camaOu é coisa de Amigo,Ou é coisa de Anjo,Ou é coisa que descamba,De quem não de verdade ama,De gente escamosa.
No fogo da camaÉ que fomos concebidos.Nela viemos à luz.Se for por AmorQue mal há que ela nos conduz?
Se é um Amor lindo,Pra saúde e doença,Alegria e tristeza,Pra quem ri E pra quem chora,Vida e morte,Pra quem se fortalece E pra quem definha, Por que nãoTambém pra cama?Vamos pra caminha,Meu bem? Vamos agora?Vem cá!Vamos se mimarE vamos se ninarCom o nosso se amar...Já, já, já![/violet]
[purple]--- (Julio Cezar) Gabrel da Fonseca (Soares)--- dir. res. ao autor
926. Kurita Makinaímika. 110707, digit. 170707.[/purple]
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segunda-feira, 16 de julho de 2007
934. RÉPLICA À AMIGOS DIZEM EU TE AMO DA AMIGA GEZINHA
ge de castro 2: boa noite meu amigo lindo..beijos de boa noite..amigos disem eu te amuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu *[violet]934. RÉPLICA A "AMIG@S DIZEM EUTE AMO DA GÊZINHA.SIM, SIM, SIM,AMIGA LINDA,ESTA É A NOSSA FÉ,DE GENTE QUE SE DESEJA SINCERA,NOSSO CREDO,DE ALMA QUE SE QUER VERA,CONTRA OS FARISEUSOS PURITANOSE OS FILISTEUS,À ALTURA DA NOSSA ALMA INFINITA E IMORTAL,TENDO COMO MANEQUIMDO EROTISMO, DEUS!,HUMANA E DIVINA,DIVINA E HUMANA,ANJA E FERA,FERA E ANJA,QUE COMBATE O EGOÍSMOCOM A GENEROSIDADE.PRA SERMOS HIPÓCRITASNÃO TEMOS MAIS IDADE!SOMOS ADVERSÁRIOSDOS VENDILHÕESDO TEMPLOQUE COMERCIAM O AMOR E PRATICAM A SIMONIADESTA DIVINA DÁDIVA.CONTRA ELES DESPEJAMOS NOSSA IRA AGRADAESTE SENTIMENTO LINDOA NOSSA POESIA HUMANIZA E DIVINIZA.NO NOSSO CULTOVOCÊ É MULHER,GRANDE POETISAE GRÃ-SACERDOTISA:amig@s dizem eu te amuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu [/violet]
obs: se gostou põe nas minahs 2 comus e nos depôs dos meus dois perfis.
obs: se gostou põe nas minahs 2 comus e nos depôs dos meus dois perfis.
sábado, 14 de julho de 2007
919. A PERCA
[violet]919. A PERCA.
Nem é preciso fingirQue ex-peri-mentamosUm fim-de-casoRoleta russa:
É a própria VidaQue nos afirmaQue é disso que se trata,Que é isso que está em jogo,Que viver é, mesmo, perigoso
Cabe-nos tão somentePerceber o perigo,Evitar o sucumbir,Afastar o risco,Como o náufragoAferrado, Às tábuas, Agarrado,Dos destroçosDa inTEMPérieInTEMPestivaDa TEMPestade,Do TEMPoralNa qual perdeu-se o TEMPo,Não o dos relógios,Astronômico,Mas o dos Investimentos,Não o dos Mercados,Econômico,Mas os dos melhoresAfetos do garimpoE do cultivo nossoDe nosso eu profundo.
Há mesmo que ter muito SIM,Muita aFIRMaçãoFIRMe de EsperançaE Fé Na Vida No AmorE de que apesarDe todas as penasGozamos a certezaDe que não quisemosAs nossa Vidas pequenas.Mas, sim, de imensa amplidão Como a DignidadeDe nossa alma majestosa.Pintemos, pois, o preto de rosa!
©Gabriel da Fonseca [/violet]
[purple]919.Kurita Kanibal;090707seg.[/purple]
Nem é preciso fingirQue ex-peri-mentamosUm fim-de-casoRoleta russa:
É a própria VidaQue nos afirmaQue é disso que se trata,Que é isso que está em jogo,Que viver é, mesmo, perigoso
Cabe-nos tão somentePerceber o perigo,Evitar o sucumbir,Afastar o risco,Como o náufragoAferrado, Às tábuas, Agarrado,Dos destroçosDa inTEMPérieInTEMPestivaDa TEMPestade,Do TEMPoralNa qual perdeu-se o TEMPo,Não o dos relógios,Astronômico,Mas o dos Investimentos,Não o dos Mercados,Econômico,Mas os dos melhoresAfetos do garimpoE do cultivo nossoDe nosso eu profundo.
Há mesmo que ter muito SIM,Muita aFIRMaçãoFIRMe de EsperançaE Fé Na Vida No AmorE de que apesarDe todas as penasGozamos a certezaDe que não quisemosAs nossa Vidas pequenas.Mas, sim, de imensa amplidão Como a DignidadeDe nossa alma majestosa.Pintemos, pois, o preto de rosa!
©Gabriel da Fonseca [/violet]
[purple]919.Kurita Kanibal;090707seg.[/purple]
930. Eros Zombeteira e Caprichosamente Flecha e Retira o ardo
930. Eros Zombeteira e Caprichosamente Flecha e Retira o Dardo.
Uma vez fisgado,
Retirado o dardo
Resta um espaço,
Outrora ocupado
Pelo anzol
Na carne viva.
Lacuna que clama
Qual uma isca
Por outra fisga,
De cuja dor
Saia faísca,
De cujo amor,
Pelos olhos-olhares,
Irradie luzes-fulgores,
E brilhos-brilhares
Multicores
De flores estrelares
E de estrelas-flores.
---Gabriel da Fonseca.
©dir. res. ao autor
930. Kurita Kanibal em PR (Processo Revolucionário), 130707, digit. 170707.
Uma vez fisgado,
Retirado o dardo
Resta um espaço,
Outrora ocupado
Pelo anzol
Na carne viva.
Lacuna que clama
Qual uma isca
Por outra fisga,
De cuja dor
Saia faísca,
De cujo amor,
Pelos olhos-olhares,
Irradie luzes-fulgores,
E brilhos-brilhares
Multicores
De flores estrelares
E de estrelas-flores.
---Gabriel da Fonseca.
©dir. res. ao autor
930. Kurita Kanibal em PR (Processo Revolucionário), 130707, digit. 170707.
929. Fim de Caso!!!!!?!!!!!
[violet]929. Fim de Caso!!!!!?!!!!!
O Castelo de Sonhos Ruiu,Veio a-baixo.O Navio das QuimerasFêz água,Naufragou.A finaPorcelanaDa China,Caiu,Se quebrouEm cacos.
A CanoaDe MaiakoskiEncontrou uma pedraNo meio do rioE se rachou.
Mais uma vezO Poeta desceu aos Infernos,Tem coisa pra contar,Está inspirado!
Ah! Os sonhos nunca tem culpa,E, sim, o mau construtor,Mau poeta,Mau castor,Mau arquitecto.
Que (se) mude a Musa,Mas, a Poesia,Que ela permaneçaMorando no peito do vate,Que ela não emudeça!
---Gabriel da Fonseca.©dir. reserv. ao autor [/violet]
[purple]929. Kurita Kanibal em PR (Processo Revolucionário), 120707, digit 140707sáb. [/purple]
O Castelo de Sonhos Ruiu,Veio a-baixo.O Navio das QuimerasFêz água,Naufragou.A finaPorcelanaDa China,Caiu,Se quebrouEm cacos.
A CanoaDe MaiakoskiEncontrou uma pedraNo meio do rioE se rachou.
Mais uma vezO Poeta desceu aos Infernos,Tem coisa pra contar,Está inspirado!
Ah! Os sonhos nunca tem culpa,E, sim, o mau construtor,Mau poeta,Mau castor,Mau arquitecto.
Que (se) mude a Musa,Mas, a Poesia,Que ela permaneçaMorando no peito do vate,Que ela não emudeça!
---Gabriel da Fonseca.©dir. reserv. ao autor [/violet]
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931. HyperPoem Só(z)inho&Sonhos
[violet]931.Só(zi)nho&Sonhos.
Caetano
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SONHOS[/violet]
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[purple] 931. Kurita Kanibal em PR (=Processo revolucionário poético, musical, político cultural e democratizante): HyperPoem: Só(zi)nho&Sonhos.©dir. res. ao autor: (Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares) [/purple]
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SONHOS[/violet]
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[purple] 931. Kurita Kanibal em PR (=Processo revolucionário poético, musical, político cultural e democratizante): HyperPoem: Só(zi)nho&Sonhos.©dir. res. ao autor: (Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares) [/purple]
domingo, 1 de julho de 2007
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