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quinta-feira, 23 de agosto de 2007

[navy]1000.° O Vôo da Borboleta Azul.[/navy]

[red]1000.(°!!!, em 11 meses a completar em 280907 de produção diária de poemas, na média de 3 por dia). [/red]


[navy]O Vôo da Borboleta Azul.


Meu Amor!

Quando a crisálida

Em metamorfose

Abandonará teu casulo

E a borboleta azul

Alçará vôo?

Me avisa, viu?

Pois,desejo

Admirar tua azuleza,

Belezinha!

Beijar tua beleza!

E arrebatá-la num beijo! [/navy]




[green] Gabriel da Fonseca

Às Amigas Reais e Virtuais

Cornélio Procópio, 24/08/07,11:30h [/green]

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

961. Queridinho! Queridinho!

[red]961. Queridinho! Queridinho!

-Queridinho! Queridinho!
Não se assustem!
Foi meu bom-dia
A meu canarinho
Da terra, Zeca Pio!

Até ele se assustou:
Esse bobo-alegre aí
Tá de nAMORo!
Tá de Amor novo!
Ta de novo Amor!

Eu pedia seu canto corrido
Pra afinar os ouvido.
E cantei-o todo prosa:
Canta, canta, vai!
Com alpiste, serráia,

Água e ração nova
De vitamina e ovo.
Cantou? Por ora, uái!
Uma ova! Uma ova!
Ele há de me pagar![/red]

[navy]©Gabriel da Fonseca.(020807)[/navy]

960. O que é o Amor?

960. O que é o Amor?

O Amor é a Pessoa Amada
Nos transformando
Em fragmentos,
Nos diluindo
E nos absorvendo.

Três porções coexistentes:
A absorvida
A diluendo
E a prestes a ser moída.

Em diálogo se perguntam
Se afirmam e se espantam:
Já não sabemos quem fomos?.!
Já não sabemos em quem nos tornamos?.!
Já não sabemos quem somos.?!

A Pessoa Amada é a energia
Dos movimentos do oceano
A banhar a pequena ilha,
O peito massageando,
Leveza produzindo
Em todo o corpo,
As dores desmanchando
Em flutuações.

©Gabriel da Fonseca.(020807)

959. Que pra Ti Baste Meu Peito, Amém!

959. Que pra Ti Baste Meu Peito, Amém!

Sadios ciúmes
Sob controle,
Preciso sentir,
Por vezes repetidas,
De modo indefinido,
No decurso dos dias
E dos trabalhos,
Que te entrega inteirinha,
Quantas vezes desejemos,
Em meus braços,
De jeito pleno e de fato,
E em meus abraços,
Em concreto
Sem abstratos,
Tantas vezes acordemos.

Preciso de você, ouvir,
Minha Mátria amada,
Nestes instantes,
Salve! Salve! Idolatrada,
Você, toda molhadinha,
De que sou teu tudo
E que sem mim
Você não é nada.
Ou seja,
A recíproca verdadeira
Do que sempre confesso.

Pra poder
Sempre reafirmar,
Com estes atos
Sob provas de noves fora,
Minha verdade vera,
Insofismável e nua,
Real e crua,
Bela como a primavera,

Minha fé verdadeira
De que sou teu homem
E você, minha mulher.
De que pra ti,
Basta meu peito.
Que meu ombro te baste!

Renovando, destarte,
Minha crença certeira
Em estandarte,
De que se você não quiser,
Teu core entregar
A mais ninguém,
Pois, comigo feliz,
Com má arte, enfim,
Não poderá, outrém,
Você, roubar de mim.
E amar-te.

E pra te auxiliar
De Apolo viro Marte.
Assim seja, amém!
Seja assim!

©Gabriel da Fonseca (020807)
-Às Amigas Reais e Virtuais.