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sábado, 21 de julho de 2007

937. Cupidos Míopes, Hipermétricos e Cegos!

937. Cupidos Míopes, Hipermétricos e Cegos!

Putzgrila!
P*#*! M*#*#!
F*#*d*m*#!
P.Q.P.!

Não dá, MESMO!, pra compreender
Os Cupidos das minhas Musas!

Uma não trocou,
Quem foi por seu Cupido flechado,
Um cara de cara medonha,
Que bonita lhe pareceu,
Por mim!

Aqueloutra não substituiu
Um sujeito
De humor grosseiro
Pelo meu simpático.

Estoutra não cambiou
Um qualquer mulherengo,
-Ah! Que Cupido cego!-
Cuma baita ansiedade
De dominação sádica,
Pelo meu dengo,
Seguro e certo.

Assim, fiquei todo machucado,
Todo ferida,
Todo sangria,
Todo revolto,
Todo revoltado,
Todo eriçado.
Eita! Cupidos tolos!

Além de flechado,
O meu errou na dose,
Fui des-sa(n)grado,
Saí cravo des-pedaç-ado!

Deste jeito,
Periga eu terminar
Barganhando minhas Musas!...

937. Kurita KANIBAL, MAKINAÍMIKA e ALENINA, S. J. dos Pinhais, em PR Cupidos Míopes, Mipermétricos e Cegos! 190707, qui.

(Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares).
©dir. res. ao autor