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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

1254. Palavrinhos & Carinhavras.

http://www.gabrieldafonseca.net/visualizar.php?idt=819149 :

Palavrinhos & Carinhavras.


Como transmutar Palavras
Em Carícias e Carinhos?
Mediante PALA-V(R)INHOS
Ou CARICIAVRAS?

De algum modo,
Eu preciso
Que eu te acaricie
E nos acariciemos.
Quando te acariciava
Você me acariciara.

As águas do meu olhar
Saem do rio dos meus olhos,
Saltam montanhas
E você as sente
Te tocarem.

A música do teu tom
Saltam serranias
E em meus ouvidos
Vem em sinfonias.

As palavras nos nossos escritos,
Ao serem por nós trocadas,
Acendem o rastilho
Das emoções engatilhadas,
Dos afetos contidos
E dos sentimentos turbinados
Que gritam pra serem ex-plodidos.

---Às Amigas Amadas, com(o) carinhos, especialmente a uma eSTrELA ; 14/01/2008, n.º 1254.
http://www.mp3tube.net/br/musics/caetano-veloso-mimar-voce/39565/

Gabriel da Fonseca

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domingo, 13 de janeiro de 2008

1253.Te Pegar No Colo!

1253.


[maroon][b][i]Te Pegar No Colo!

Ah! Que vontade!
Ai! Que desejo
De te dar colinho!
Te sentar em minhas pernas,
Assentar tua cabecinha
Em meu peito,
Fazer festinha
De dengos e chamegos
Em teus cabelos
Com meus dedos
E, num arremate,
Te dar um beijo
Demoradinho, demoradinho,
Romântico!


---Gabriel da Fonseca.

---À Amada eSTrELA, com saudades e carinhos;13/01/07.[/i][/b/[/maroon]

sábado, 12 de janeiro de 2008

1251. É um Beijo Seu que Eu Quero.

1251.

[red][b][i]É Um Beijo Seu Que Eu Quero!


Quero um beijo.
E não é um beijo qualquer.
Quero um beijo seu.
É um beijo seu que eu quero.
*
Um beijo da minha estrela
Quero só o beijo dela.
Não é um qualquer beijo
O que eu quero.
É o beijo da Stela.

©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amigas Amadas, com gratidão, especialmente à eSTrELA ; 12/01/2008.[/i][/b][/red]

1250. Amor On-line Rebelde.

1250.

Amor On-line Rebelde.

Oi! Charles Baudelaire!
Oi! Walter Benjamin!
Olá, Charlie Carlito Chaplin!

Novos tempos modernos surgem!
Novas heroínas e heróis épicos
Em amores heróicos ressurgem.
Afetos, pouco prosaicos,
Às vezes, doem.
Será que me ama?
Dúvida que corrói.
Saudades e ciuminhos
Ainda que os naturais.

Mas, a ninguém Amar,
É o, de tudo, pior.
Um completo absurdo.
A um conselho
De me abster
Quedo mudo e surdo.
Afinal, viver pra quê,
Se não pra Amar alguém?
Ser bem acompanhado,
Buscar, é o melhor.

Tempos de amor line-on.
Real amor-coragem.
Como não fisgar e ser fisgado
Também por corações vívidos
Além do horizonte?

Uma vez tocados, lívidos,
Como ignorar suas existências?
Não é mesmo verdade
Que sempre existiu
Amor por/em corações
Em/por correspondências?

Uma vez sentires vividos
Como esquecê-los
E se desresponsabilizar?
Pode existir um melhor
Nas ruas, parques,
Praças e bares,
Ao alcance das mãos.
Mas como abandonar,
Trair, os amores já cativos
E que já nos cativaram?

Nova epopéias
Do Amor romântico,
Entre Inês Castro
E o Príncipe Pedro
No exílio se anunciam.

Novos casos,
Novos itinerários,
Novas novelas,
Novos romances.
E o Amor, mais uma vez,
Nunca de vez se desvenda;
Novamente rebelado
Contra os acidentes da geografia.


©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amigas Amadas, com blandícia, especialmente à eSTrELA ; 11/01/2008.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

1249. Você, Minha Única Droga!

1249.

[maroon][b][[i]Você, Minha Única Droga!


Você é minha única droga.
Mas, é sem você que eu piro.
Eu só quero ter você
E mais ninguém!
Não me encham!

Pavio curto,
Se você não vem,
Eu surto.
Se não te vejo,
Saudades vem a galope,
Me açoitam
E até os ciuminhos naturais
Os suscitam
E os arrastam
Em seu triste cortejo.
Mas, eu quero a Vida
E te dar, sem dores
Carinho e Amor!

Luas e sóis pros lençóis!


©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amigas Amadas, com ternura, especialmente à eSTrELA ; 10/01/2008[/i][/b][/maroon].

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

1231. Vôo Cego sob Radar Rainha.

1231.

[maroon][b][i]Vôo Cego sob Radar Rainha.


No espaço
Da emocional
Inteligência,
Topo com desconsertos
Procuro consertos
E não consigo.
Procuro concertos
E acho desarmonias,
Entre ruínas e cacos,
Cacofonias.
Anseio rumos certos,
Enfrento turbulências
E calmarias.
Desejo o prumo acertar
Com meu fio de prumo,
Com minhas guias.
Mas me escapa
O imponderável
Na minha curva de nível.
A minha azeitada bússola
Se detém diante do imprevisível.

O correto, tenciono,
Quero bem Amar,
Mas sou míope
Pra ler o texto,
Interpenetrar o cerne,
Interpretar o contexto.
Só faço vôo cego,
Você é meu alvo e radar.
Daí, minha Rainha.
Tome-me pelas mãos.
Me tome
E me conduza.
Ainda mais que
Você é só minha,
Qual eu sou só teu
Objeto de desejo.

Vá lá, generala!
Sangue quente
E cabeça fria.
Sou o teu peão.
Manda a ordem do dia
Pra nós papa-
Palavra-de-ordem.
Afinal, eu ordeno,
Teu Patrão.
Você secretaria,
Minha Secretária.
Ou, eu secretario
Minha Patroa?
Só sei que, entre nós,
Sou o último que fala
E o primeiro que,
Dos adversários, apanho.
Falarei por último
“Sim, Senhora!?
Falamos juntos
E sem atravessar.
Dá gosto: numa boa!

Nas turbulentas moções
Desses oceanos
Das tulmutuosass emoções
Dos seres humanos,
Eu, tartarugo
Subindo o rio
A passos de jaboti.
Você, corruíra,
Cambachirra,
Dele voltando
Na carreira
Duma serelepe!
Tome o leme
E eu te sigo,
A ti me confio!

Luas e sóis pros lençóis!


©
®---Gabriel da Fonseca.


-----A minha [i]eSTrELA [/i], com adoração; 08/01/2008, [/i][/b][/maroon].

sábado, 5 de janeiro de 2008

1220. Por Você Eu Faria...

1220.

[maroon]][b][i]Por Você Eu Faria...


Eu entraria numa auto-escola,
Eu iria às compras num shopping,
Eu iria à missa qual carola,
Eu cortaria a grama do jardim.
Eu faria barba todo dia.

Por você...
Eu malharia numa Academia
Pra me virar um gato sarado
Com tudo em cima.
Eu faria todo dia caminhada,
Cooper (jogging) no Parque Barigüi.
Com sol, chuva, chuvisco,
Neblina, cerração, garoa,
Vento, neve , geada, granizo.
Sempre numa boa.

Por você...
Eu andaria de sunga
Em cima de uma bike
Na Rua Quinze
Qual Oil Man Two.

Por você...
Eu cantaria
Qual um popstar
Num qualquer karaokê
Da grande periferia.

Por você...
Eu voltaria ao teatro,
Cinema, shows, consertos.
Assistir a shows
E filmes em DVD.
Eu deixaria até a Internet
MSN, G-Talk e Orkut
(off temporariamente; risos).

Por você...
Eu voltaria às longas leituras,
Ao estádio de futebol
A ver TV, telenovela
E telejornal.
Eu deixaria as camisetas,
As calças jeans,
E a ser um cara “normal”.

Por você,
Eu freqüentaria bom restaurante,
Eu lavaria a louça,
E iria a boa lavanderia.
Eu te levaria a barzinho-inferninho
E a clube dançante.
E pra bancar estes costumes
Faria horas extras.
Voltaria a deitar e levantar
Em horas certas,
Não faria mais poemas
Até às altas horas
Reservadas pra te Amar!

Por você...
Deixaria de ser glutão,
Não seria mais um chaminé,
Nem mais um bebê-(ze)rrão,
Não seria mais um Zé-mané
Sem auto-estima.
Ia sempre querer
Na vida vencer
Qual Julio Cezar.

Por você...
Se discreto me quiser,
Visto preto, branco, cinza.
Se quiser que apareça,
Boto nariz de palhaço,
Palhaceio como Chacrinha,
Viro bôbo-da-corte,
Penduro melancia no pescoço,
Subo em pernas-de-pau,
Sou bumba-meu-boi,
Folio como bastião
Em Folia de Reis,
Me visto todo de amarelo
E pinto a bunda de vermelho.

Por você,
Eu moderaria minha boemia,
Acabava com esta folia
De trocar a noite pelo dia.

Por você,
Arrumaria todos meu documentos,
Organizaria todos meus arquivos,
Queimava todos papéis velhos,
Arrumava minha biblioteca,
Pagaria todas as minhas dívidas,
Engraxava meus sapatos.
Reparava minha casa
E reorganizava minha vida
Sob tua nova direção
Com conta conjunta
E sem medo de ser feliz,
Em bem-aventurança cheia.


©
®---Gabriel da Fonseca.

1219. A Love Story.

1219.

[maroon]][b][i]A Love Story.


I
Você me tomou por arredio.
Também pudera,
Ao consultar teu perfil
(Que me convidara
Por indicação dum cancioneiro baiano
Que te dissera
Haver por aqui novos, virtuais,
Tão bons quanto
Os poetas clássicos ou/e famosos),
Partícipe de uma tribo decidida,
Que na Capital estudara
E no Interior lecionava,
Amante da poesias, casada,
Eu intuíra: perigo certo
Para o vate!

II
Você, sorriso de marotinha,
Olhar sorridente,
Se definiu como inacabada,
D@s companheir@s e da existência,
Mestre e aprendiz,
Obra aberta em processo de construção,
Afirmando que é sempre
Possível dizer não
Aos condicionantes sociais,
Assim, contra os desígnios
Dos maus deuses
Dos maus destinos.
E concluía querer a Vida.
E a Vida plena,
Até pra poder testar
Suas incoerências
Na busca da auto-superação.

III
Numa legenda de foto do teu álbum
Enfatizava a potência
Misteriosa da mulher,
Enquanto concha geratriz
De nova vida humana
E sua promotriz.

IV
Foi “Mimo!”,
“Mimo” foi,
A tua palavra
Que incendiou
Meu coração homenino,
Qual ardente brasa.

V
Você achou graça
Em minha “Homenagem às Amigas”
Eu desejando ser um Salomão,
Senhor absoluto de mulheres mil,
Um shogun de mikado
Com suas gueixas,
Um, dono de harém, sultão,
Com suas odaliscas,
Mas querendo ter uma só Rainha,
Sem saber que você
Por fim seria a eleita.

VI
Você decifrou o enigma.
Matou a charada cifrada.
Eu-esfinge:
Poeta e Pessoa
Casados em mim
Numa boa!
E amou ambos.

VII
Você me surgiu,
Se afastou
E me retornou.
Pôde me escolher
Melhor, mais livre,
Qual eu a ti.
No decurso de nossa história
Há correspondência
Num em conjunto construir.
Temos até fadas-madrinhas
Ajudando-a a fluir,
A prosperar,
A florir,
Numa mesma vibração telúrica
E sintonia cósmica.
E ela tem dado frutos.
Amém! Assim seja!

©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amadas Amigas Reais e Virtuais. Especialmente à [i]eSTrELA Emilia[/i], com(o) chamego; 04/01/2008, o 4.º poema do ano.[/i][/b][/maroon].

A Love Story.

1219.

[maroon]][b][i]A Love Story.


I
Você me tomou por arredio.
Também pudera,
Ao consultar teu perfil
(Que me convidara
Por indicação dum cancioneiro baiano
Que te dissera
Haver por aqui novos, virtuais,
Tão bons quanto
Os poetas clássicos ou/e famosos),
Partícipe de uma tribo decidida,
Que na Capital estudara
E no Interior lecionava,
Amante da poesias, casada,
Eu intuíra: perigo certo
Para o vate!

II
Você, sorriso de marotinha,
Olhar sorridente,
Se definiu como inacabada,
D@s companheir@s e da existência,
Mestre e aprendiz,
Obra aberta em processo de construção,
Afirmando que é sempre
Possível dizer não
Aos condicionantes sociais,
Assim, contra os desígnios
Dos maus deuses
Dos maus destinos.
E concluía querer a Vida.
E a Vida plena,
Até pra poder testar
Suas incoerências
Na busca da auto-superação.

III
Numa legenda de foto do teu álbum
Enfatizava a potência
Misteriosa da mulher,
Enquanto concha geratriz
De nova vida humana
E sua promotriz.

IV
Foi “Mimo!”,
“Mimo” foi,
A tua palavra
Que incendiou
Meu coração homenino,
Qual ardente brasa.

V
Você achou graça
Em minha “Homenagem às Amigas”
Eu desejando ser um Salomão,
Senhor absoluto de mulheres mil,
Um shogun de mikado
Com suas gueixas,
Um, dono de harém, sultão,
Com suas odaliscas,
Mas querendo ter uma só Rainha,
Sem saber que você
Por fim seria a eleita.

VI
Você decifrou o enigma.
Matou a charada cifrada.
Eu-esfinge:
Poeta e Pessoa
Casados em mim
Numa boa!
E amou ambos.

VII
Você me surgiu,
Se afastou
E me retornou.
Pôde me escolher
Melhor, mais livre,
Qual eu a ti.
No decurso de nossa história
Há correspondência
Num em conjunto construir.
Temos até fadas-madrinhas
Ajudando-a a fluir,
A prosperar,
A florir,
Numa mesma vibração telúrica
E sintonia cósmica.
E ela tem dado frutos.
Amém! Assim seja!

©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amadas Amigas Reais e Virtuais. Especialmente à [i]eSTrELA Emilia[/i], com(o) chamego; 04/01/2008, o 4.º poema do ano.[/i][/b][/maroon].

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

1218. Minha É-STRELA é ELA!

1218.

[i][b][red]Minha É-STRELA é ELA!


No seio da muita
Longa vigília
Nasceu o pequeno sono.
Qual, desse, fruita,
Veio o sonho.

A sessão se estendia
Pra concluir.
A real mulher,
Verdadeira analista,
O papel assumia
Do real homem,
O vero terapeuta.

O analisando
Precisava da sua cura;
Nomear com todas as letras
O seu obscuro objeto de desejo.

Balbuciar alguns flertes
Até conseguia.
Mas a sessão era pública
Na sala-de-espera cheia,
Contígua ao do psicanalista
Também na escuta.

Acabava a areia
Da ampulheta
Sem o happy-end
Holiwoodiano.
O nome emudecido
O rosto da doutora
Assumira.
Mas meu coração menino
Agora é de homem maduro.
Sou forte e corajoso.
EsCANDir teu nome ouso
Da vida já provo
Dores, lamentos, os choros
Agora quero com você
Os seus deliciosos pães,
Os seus inebriantes vinhos,
Os seus calmantes,
As suas melosas melodias,
Enfim, seus todos gozos.
Agora, teu nome grito,
Já seus fonemas explodo
Em sons de nossas músicas:
Eu amo você,
Minha É-STRELA!
Olhem bem: É Ela!

Sentimento oceânico
Não é só o religioso
Mas, qual canta Caetano
As ondas do mar
Do Amor batendo em nós,
Até com o natural
Medo de nesse aMAR
Se perder e se aFOGar.
Então, é isso, né, HoMERo?
Né, Camões?
Né, Freud?

Morte ao puritanismo
Fundamentalista repressor:
Abaixo o tirânico Giga-Super-ego!
A espiritualidade ecumênica
Está em tudo!

Viva o Id, o Isso aí:
O Amor à flor-da-pele!

Todo poder ao Ego sensual:
As Culturas são afrodisíacas!


©
®---Gabriel da Fonseca.


-----À Amada, Minha,[i]eSTrELA Emilia[/i], com(o) xodós; 02/01/2008, o 2.º poema exclusivo do ano. Série Sonhístika & Psicanalítika[/i][/b][/maroon].

1216. Sol Vela eSTrELA.

SoninhaPorto! oi! tudo bem? abraços e beijos!
que bom! grato por ter gostado e posto circular no sarau permanente..

segue a última versão já na minha comu 2 (e blog)

1216.

[red]Sol Vela Estrela.


Mulher Maravilha!
Teu Sol muito vela
Quando dorme a Estrela
Dele, você, sua Lua.
*
Da sua galáxia, ilha,
Pouco velará
Quando ela for sua:
Junto irá
Pra cama
E dela se levantará.

Por ora,
Perdão lhe implora
E pede a ela
Que seu sono vele
Quando ele, dormir,
For embora
Daqui a instantes.

---Gabriel da Fonseca
---Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente à eSTrELA, com ternura; 30/12/07; vigília da véspera da véspera de 2008.[/red]

1212. TESão

1212.

[red][b][i]TESão.

o T inicial
da TESão é
a TEnSão
TESa
do arco reTESado.
aTEnÇão!
é a TESoira de ouro
no TESoiro
da TESoiraria.
é a TESsitura
TECida
no TEXto
do TECido
da TEZ doirada
de TESeu
em seu conTEXto sócio-histórico.

---Gabriel da Fonseca
---Às Amigas Reais e Virtuais; 29/12/07 [/i][/b][/red]

1215. Vôos Repentinos da Terra aos Céus!

1215.

[red][b][i]Vôos Repentinos da Terra aos Céus!

Sei que você me leva às eSTrELAs!
Sei que você me leva às eSTrELAs!...
Sei que você me conduz pros Céus!
Fui eu que virei a barca
E voltei pra você!
Fui que guinei a barca
E voltei pra você!...

Nosso Amor rápido alça vôo
Desde o reino dos mares,
Terras e águas,
Até o domínio
Dos éteres e fogos,
Dos ares e das águias,
Das brasileiras hárpias
E dos andinos condores,
Onde perdemos os fôlegos
No esplendores e fulgores
Do exaurir de nossos Amares
Na imolação dos nossos Amores
Nos nossos, nas alturas, altares,
Nos impérios das vertigens
Dos nossos sentires.


©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amigas Amadas, Reais e Virtuais, especialmente à eSTrELA Emilia, com(o) denguinhos; 29/12/07 - 01/01/2008.[/i][/b][/red]

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

1217. Rainha Eleita! Salve, Salve!

1217.

[red][b][i]Rainha Eleita! Salve, Salve!


Amorzinho!
Sinta-se feliz,
Você já conseguiu
Me restituir
O sorriso de menino
Ao meu rosto leve.

Óh! Deus Amor!
A Deusa Afrodite
Passa por ti
Pra chegar até mim!
Minha musa,
Pois minha Deusa,
Adorada, assim.

Amando a ti,
Amo todas as minhas amigas
E pra as bem Amar
Bem te VENerar
Eu preciso.
Minha Senhora,
Pois minha Rainha,
Escolhida, assim,
Conforme prometi
Em “Homenagem às Amigas”,
Em que você achou graça
Sem saber que seria
A excelsa Rainha eleita.

Do meu coração,
Dona, sim,
Pois nele
Você deita e rola
O faz de gato e sapato.
Ele como a grande
Colorida bola
De você menina
Em curitibano parque
Primaveronil
Em tarde de domingo
Sob lindo céu azul-anil.

©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amigas Amadas, Reais e Virtuais. Especialmente à [i]Stela Emilia[/i], com(o) denguinhos; 01/01/2007.[/i][/b][/red].