[blue]1142.
As
As
Asas
Azuis das
Azulezas,
Azulzices e
Azulezas dos
Azulejares
Azulejos de
Azulites e lápis-l
Azulis.
Ahs pros
Azes do volante ou/e
Azes da aviação?
Az A. Sena ou/e
Az S. Dumont
(AAS?), e
Ases:
Ases de paus ou
Ases de arvinhas?
Ases de copas ou
Ases de coraçõezinhos?
Ases de espadas ou
Ases de ouros?
Ases pretos ou/e
Ases vermelhos?
Às armas citoyen? (not citroën)
Hasta luego, Comandante Chê!
Azimute
A Zulmira?
Ah! Ela!
Hás de achá-la!
Atchins!
Aspargo
Azar dos azares!
Azarar os azares.
Azarar nas boemias
Azarar nos boemiares dos bares
A zero? De quatro? (No quarto?? No Ato???...)
@s ou @S?
As S. A.s ou
Às S.A.s?
Às S.A.s ou
Às S.S.s hitlerianas?
©
® --- Gabriel da Fonseca.
™
----- Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com carinho à amiga poetisa amadorada Cidinha Fátima. 01/11/07, 23:05h, Todos os Santos, véspera de Finados.[/blue]
Seguidores
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
1143. FLOR-DE-LÓTUS.
[green]1143.[/green]
[b][i][violet]FLOR-DE-LÓTUS.
As flores (se) vingam:
Nos ambientes mais hostis
Triunfa a Flor-de-Lótus![/violet][i][b]
[red]©
® --- Gabriel da Fonseca.
™[/red]
[blue]Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com emoção, carinho e gratidão amigos à amiga poetisa amaDORAda e nossa campeã da nossa poesia-orkut, Doroty (DORA) Dimolitsas.
[olive]. Essa é uma prosa poética; acima é um hai-kai leminskiano e espontaneamente dentro da métrica, meditando no bi-Presidente Lula em seu discurso anti-machista em 20/10/06, na Boca Maldita, há 8 dias antes do 2.º das eleições presidenciais, anunciando a, então, iminente aprovação da Lei Maria (...)contra à violências às mulheres. Este é parte desse poema maior à disposição @s amig@s, bem como um texto explicitando os detalhes e contexto do teor anti-machista partindo logo de quem viveu a dureza do chão-de-fábrica e, antes, da retirância nordestina. Meditava na bem-aventurança das brasileiras e dos brasilerios antimachistas em ter hoje uma presidência moderna com esse teor de discurso (mãe do Lula: meu filho, nunca erga a mão contra uma mulher; antes, se separe do que chegar a esse ponto; Lula: Marisa, doravante, a conta é sua e eu é que peço licença pra ti!)[/olive]
[navy]Kurita, 02/11/07; Finados (com saudades, mas sem sofrimentos, como indica o Amigo Poeta Fred Pássaro Livre Costa), 03:00 h[/navy]
[b][i][violet]FLOR-DE-LÓTUS.
As flores (se) vingam:
Nos ambientes mais hostis
Triunfa a Flor-de-Lótus![/violet][i][b]
[red]©
® --- Gabriel da Fonseca.
™[/red]
[blue]Às Amigas Reais e Virtuais, de modo especial, com emoção, carinho e gratidão amigos à amiga poetisa amaDORAda e nossa campeã da nossa poesia-orkut, Doroty (DORA) Dimolitsas.
[olive]. Essa é uma prosa poética; acima é um hai-kai leminskiano e espontaneamente dentro da métrica, meditando no bi-Presidente Lula em seu discurso anti-machista em 20/10/06, na Boca Maldita, há 8 dias antes do 2.º das eleições presidenciais, anunciando a, então, iminente aprovação da Lei Maria (...)contra à violências às mulheres. Este é parte desse poema maior à disposição @s amig@s, bem como um texto explicitando os detalhes e contexto do teor anti-machista partindo logo de quem viveu a dureza do chão-de-fábrica e, antes, da retirância nordestina. Meditava na bem-aventurança das brasileiras e dos brasilerios antimachistas em ter hoje uma presidência moderna com esse teor de discurso (mãe do Lula: meu filho, nunca erga a mão contra uma mulher; antes, se separe do que chegar a esse ponto; Lula: Marisa, doravante, a conta é sua e eu é que peço licença pra ti!)[/olive]
[navy]Kurita, 02/11/07; Finados (com saudades, mas sem sofrimentos, como indica o Amigo Poeta Fred Pássaro Livre Costa), 03:00 h[/navy]
Assinar:
Postagens (Atom)