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sábado, 5 de janeiro de 2008

1220. Por Você Eu Faria...

1220.

[maroon]][b][i]Por Você Eu Faria...


Eu entraria numa auto-escola,
Eu iria às compras num shopping,
Eu iria à missa qual carola,
Eu cortaria a grama do jardim.
Eu faria barba todo dia.

Por você...
Eu malharia numa Academia
Pra me virar um gato sarado
Com tudo em cima.
Eu faria todo dia caminhada,
Cooper (jogging) no Parque Barigüi.
Com sol, chuva, chuvisco,
Neblina, cerração, garoa,
Vento, neve , geada, granizo.
Sempre numa boa.

Por você...
Eu andaria de sunga
Em cima de uma bike
Na Rua Quinze
Qual Oil Man Two.

Por você...
Eu cantaria
Qual um popstar
Num qualquer karaokê
Da grande periferia.

Por você...
Eu voltaria ao teatro,
Cinema, shows, consertos.
Assistir a shows
E filmes em DVD.
Eu deixaria até a Internet
MSN, G-Talk e Orkut
(off temporariamente; risos).

Por você...
Eu voltaria às longas leituras,
Ao estádio de futebol
A ver TV, telenovela
E telejornal.
Eu deixaria as camisetas,
As calças jeans,
E a ser um cara “normal”.

Por você,
Eu freqüentaria bom restaurante,
Eu lavaria a louça,
E iria a boa lavanderia.
Eu te levaria a barzinho-inferninho
E a clube dançante.
E pra bancar estes costumes
Faria horas extras.
Voltaria a deitar e levantar
Em horas certas,
Não faria mais poemas
Até às altas horas
Reservadas pra te Amar!

Por você...
Deixaria de ser glutão,
Não seria mais um chaminé,
Nem mais um bebê-(ze)rrão,
Não seria mais um Zé-mané
Sem auto-estima.
Ia sempre querer
Na vida vencer
Qual Julio Cezar.

Por você...
Se discreto me quiser,
Visto preto, branco, cinza.
Se quiser que apareça,
Boto nariz de palhaço,
Palhaceio como Chacrinha,
Viro bôbo-da-corte,
Penduro melancia no pescoço,
Subo em pernas-de-pau,
Sou bumba-meu-boi,
Folio como bastião
Em Folia de Reis,
Me visto todo de amarelo
E pinto a bunda de vermelho.

Por você,
Eu moderaria minha boemia,
Acabava com esta folia
De trocar a noite pelo dia.

Por você,
Arrumaria todos meu documentos,
Organizaria todos meus arquivos,
Queimava todos papéis velhos,
Arrumava minha biblioteca,
Pagaria todas as minhas dívidas,
Engraxava meus sapatos.
Reparava minha casa
E reorganizava minha vida
Sob tua nova direção
Com conta conjunta
E sem medo de ser feliz,
Em bem-aventurança cheia.


©
®---Gabriel da Fonseca.

1219. A Love Story.

1219.

[maroon]][b][i]A Love Story.


I
Você me tomou por arredio.
Também pudera,
Ao consultar teu perfil
(Que me convidara
Por indicação dum cancioneiro baiano
Que te dissera
Haver por aqui novos, virtuais,
Tão bons quanto
Os poetas clássicos ou/e famosos),
Partícipe de uma tribo decidida,
Que na Capital estudara
E no Interior lecionava,
Amante da poesias, casada,
Eu intuíra: perigo certo
Para o vate!

II
Você, sorriso de marotinha,
Olhar sorridente,
Se definiu como inacabada,
D@s companheir@s e da existência,
Mestre e aprendiz,
Obra aberta em processo de construção,
Afirmando que é sempre
Possível dizer não
Aos condicionantes sociais,
Assim, contra os desígnios
Dos maus deuses
Dos maus destinos.
E concluía querer a Vida.
E a Vida plena,
Até pra poder testar
Suas incoerências
Na busca da auto-superação.

III
Numa legenda de foto do teu álbum
Enfatizava a potência
Misteriosa da mulher,
Enquanto concha geratriz
De nova vida humana
E sua promotriz.

IV
Foi “Mimo!”,
“Mimo” foi,
A tua palavra
Que incendiou
Meu coração homenino,
Qual ardente brasa.

V
Você achou graça
Em minha “Homenagem às Amigas”
Eu desejando ser um Salomão,
Senhor absoluto de mulheres mil,
Um shogun de mikado
Com suas gueixas,
Um, dono de harém, sultão,
Com suas odaliscas,
Mas querendo ter uma só Rainha,
Sem saber que você
Por fim seria a eleita.

VI
Você decifrou o enigma.
Matou a charada cifrada.
Eu-esfinge:
Poeta e Pessoa
Casados em mim
Numa boa!
E amou ambos.

VII
Você me surgiu,
Se afastou
E me retornou.
Pôde me escolher
Melhor, mais livre,
Qual eu a ti.
No decurso de nossa história
Há correspondência
Num em conjunto construir.
Temos até fadas-madrinhas
Ajudando-a a fluir,
A prosperar,
A florir,
Numa mesma vibração telúrica
E sintonia cósmica.
E ela tem dado frutos.
Amém! Assim seja!

©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amadas Amigas Reais e Virtuais. Especialmente à [i]eSTrELA Emilia[/i], com(o) chamego; 04/01/2008, o 4.º poema do ano.[/i][/b][/maroon].

A Love Story.

1219.

[maroon]][b][i]A Love Story.


I
Você me tomou por arredio.
Também pudera,
Ao consultar teu perfil
(Que me convidara
Por indicação dum cancioneiro baiano
Que te dissera
Haver por aqui novos, virtuais,
Tão bons quanto
Os poetas clássicos ou/e famosos),
Partícipe de uma tribo decidida,
Que na Capital estudara
E no Interior lecionava,
Amante da poesias, casada,
Eu intuíra: perigo certo
Para o vate!

II
Você, sorriso de marotinha,
Olhar sorridente,
Se definiu como inacabada,
D@s companheir@s e da existência,
Mestre e aprendiz,
Obra aberta em processo de construção,
Afirmando que é sempre
Possível dizer não
Aos condicionantes sociais,
Assim, contra os desígnios
Dos maus deuses
Dos maus destinos.
E concluía querer a Vida.
E a Vida plena,
Até pra poder testar
Suas incoerências
Na busca da auto-superação.

III
Numa legenda de foto do teu álbum
Enfatizava a potência
Misteriosa da mulher,
Enquanto concha geratriz
De nova vida humana
E sua promotriz.

IV
Foi “Mimo!”,
“Mimo” foi,
A tua palavra
Que incendiou
Meu coração homenino,
Qual ardente brasa.

V
Você achou graça
Em minha “Homenagem às Amigas”
Eu desejando ser um Salomão,
Senhor absoluto de mulheres mil,
Um shogun de mikado
Com suas gueixas,
Um, dono de harém, sultão,
Com suas odaliscas,
Mas querendo ter uma só Rainha,
Sem saber que você
Por fim seria a eleita.

VI
Você decifrou o enigma.
Matou a charada cifrada.
Eu-esfinge:
Poeta e Pessoa
Casados em mim
Numa boa!
E amou ambos.

VII
Você me surgiu,
Se afastou
E me retornou.
Pôde me escolher
Melhor, mais livre,
Qual eu a ti.
No decurso de nossa história
Há correspondência
Num em conjunto construir.
Temos até fadas-madrinhas
Ajudando-a a fluir,
A prosperar,
A florir,
Numa mesma vibração telúrica
E sintonia cósmica.
E ela tem dado frutos.
Amém! Assim seja!

©
®---Gabriel da Fonseca.


-----Às Amadas Amigas Reais e Virtuais. Especialmente à [i]eSTrELA Emilia[/i], com(o) chamego; 04/01/2008, o 4.º poema do ano.[/i][/b][/maroon].