[red]1120.
AROMas de Feito AMOR no Ar, com cor de ROMÃ.
E foram tantos sentimentos puros,
Tão intencionados castos
E dos, dos existentes, melhores.
E tão amorosamente compassivos!
E tão de modo inintencionado
Filhos das mais cruéis dores
Que só poderiam
Se suspenderem assim
No ar
Quais suores,
Como holores,
Quais tele-cheiros
De flores
Com AROMas
De feito AMOR!
E com a cor
Vermelha
Da flor de ROMÃ,
A qual a paixão
Espelha.
©®™Gabriel da Fonseca.
Às Amigas Reais e Virtuais. Série Erhóstika. 21/10/07. 19:03h [/red]
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domingo, 21 de outubro de 2007
1119. Guriazinha no Curitibano Parque.
[red]1119. Guriazinha no Curitibano Parque.
Você é menininha formosa
Que do meu coração faz
Gato e sapato;
O deita e rola
A teu capricho,
Toda dengosa!
Complicada e perfeitinha!...
Mimada e teimosa!...
Qual guriazinha
Toda mimosa,
Toda falante,
Toda prosa,
A brincar com enorme bola,
Toda colorida em rosa,
Num extenso gramado verde,
Zelosamente cuidado
Num domingo à tarde,
Primaveronil
Num curitibano parque
Sob um lindo céu azul-anil!
Ainda, gatinha,
Enlaço você,
Toda manhosa
Ao meu coração,
Pra te tornar
Toda prazerosa!
Vou deixar você se achando...
Todinha cheia de razão...
©®™Gabriel da Fonseca
Ás Amigas Reais e Virtuais, deste Poeta Decifrador, Édipo, a propósito de Esfinges-Enigmas amáveis a serem assimiladas e por elas amadas. Série Psikanalíticas-Erhóstikas; poema complemtnr ao 1116. O Enigma duma Esfinge. 21/10/07. 15:50h.[/red]
Você é menininha formosa
Que do meu coração faz
Gato e sapato;
O deita e rola
A teu capricho,
Toda dengosa!
Complicada e perfeitinha!...
Mimada e teimosa!...
Qual guriazinha
Toda mimosa,
Toda falante,
Toda prosa,
A brincar com enorme bola,
Toda colorida em rosa,
Num extenso gramado verde,
Zelosamente cuidado
Num domingo à tarde,
Primaveronil
Num curitibano parque
Sob um lindo céu azul-anil!
Ainda, gatinha,
Enlaço você,
Toda manhosa
Ao meu coração,
Pra te tornar
Toda prazerosa!
Vou deixar você se achando...
Todinha cheia de razão...
©®™Gabriel da Fonseca
Ás Amigas Reais e Virtuais, deste Poeta Decifrador, Édipo, a propósito de Esfinges-Enigmas amáveis a serem assimiladas e por elas amadas. Série Psikanalíticas-Erhóstikas; poema complemtnr ao 1116. O Enigma duma Esfinge. 21/10/07. 15:50h.[/red]
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