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quarta-feira, 7 de novembro de 2007

1153. EHROS a Contraventar, A-Penas.

[red]1153.

EHROS a Contraventar, A-Penas.


Deitei minha jangada
No, dos seus olhares,
Verdes mares.

Sobrevieram
As tempestades.
Fiquei sem ondas,
Sem o Amor,
Sem águas,
Sem o Amar,
Sem quase nada,
Só quase mágoas.
Só quase tormentas.

Senti a dor
Do Amar,
Suas penas.
Quedei no avesso do Amor
No fundo do mar.
Com apenas,

Longa travessia
No deserto
A iniciar
Em noite nublada
Sem sequer luz estelar.

Por invisíveis fios,
Me puxaram @s amig@s,
A me amparar.

Meu juízo
A ninguém condena.
Julgou-se
EHROS a contraventar,
A-Penas isso.
Isso apenas.
Decidiu-se
Como ocorrer sói,
A ele aquiescer.
Mas como dói!

Içar velas!!!


©
® --- [i]Gabriel da Fonseca.[/i]

------- Às Amigas Reais e Virtuais, com Cariciosos Carinhos, 07/11/07, 23:45h.[/red]

A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.

1151.



* # * # C A
# * # * T E
* # * # D R
# * # * A L

P R A Ç
A : T I
R A D E
N T E S





A Catedral de Curitiba numa Quina da Praça Tiradentes.



A Catedral gótica.

Quina da pública Praça.

Eis a Curitiba a-típica.



©
® --- Gabriel da Fonseca.


----- Às Amigas Reis e Virtuais e à Poetisa orkut Soninha Ferrarsi Porto em reconhecimento pelo dueto do seu hai kai Diamante conversando com o meu Diadema, de 04/11/07, publicados em http://recantodasletras.uol.com.br/haikais/723865 em 05/11/07

Curitiba, 06/11/07, 13:00h, ao passar ao lado, contemplar as torres da Catedral de Curitiba e relembrando a posição a-típica em relação à Praça Tiradentes, no Centro Histórico. Hai-kai leminskiano, com ilustração gráfica logotípica, com Catedral na Fonte gótica, primeiro verso também na gótica, segundo na romana e terceiro em Arial Black (atípico)