1251.
[red][b][i]É Um Beijo Seu Que Eu Quero!
Quero um beijo.
E não é um beijo qualquer.
Quero um beijo seu.
É um beijo seu que eu quero.
*
Um beijo da minha estrela
Quero só o beijo dela.
Não é um qualquer beijo
O que eu quero.
É o beijo da Stela.
©
®---Gabriel da Fonseca.
™
-----Às Amigas Amadas, com gratidão, especialmente à eSTrELA ; 12/01/2008.[/i][/b][/red]
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sábado, 12 de janeiro de 2008
1250. Amor On-line Rebelde.
1250.
Amor On-line Rebelde.
Oi! Charles Baudelaire!
Oi! Walter Benjamin!
Olá, Charlie Carlito Chaplin!
Novos tempos modernos surgem!
Novas heroínas e heróis épicos
Em amores heróicos ressurgem.
Afetos, pouco prosaicos,
Às vezes, doem.
Será que me ama?
Dúvida que corrói.
Saudades e ciuminhos
Ainda que os naturais.
Mas, a ninguém Amar,
É o, de tudo, pior.
Um completo absurdo.
A um conselho
De me abster
Quedo mudo e surdo.
Afinal, viver pra quê,
Se não pra Amar alguém?
Ser bem acompanhado,
Buscar, é o melhor.
Tempos de amor line-on.
Real amor-coragem.
Como não fisgar e ser fisgado
Também por corações vívidos
Além do horizonte?
Uma vez tocados, lívidos,
Como ignorar suas existências?
Não é mesmo verdade
Que sempre existiu
Amor por/em corações
Em/por correspondências?
Uma vez sentires vividos
Como esquecê-los
E se desresponsabilizar?
Pode existir um melhor
Nas ruas, parques,
Praças e bares,
Ao alcance das mãos.
Mas como abandonar,
Trair, os amores já cativos
E que já nos cativaram?
Nova epopéias
Do Amor romântico,
Entre Inês Castro
E o Príncipe Pedro
No exílio se anunciam.
Novos casos,
Novos itinerários,
Novas novelas,
Novos romances.
E o Amor, mais uma vez,
Nunca de vez se desvenda;
Novamente rebelado
Contra os acidentes da geografia.
©
®---Gabriel da Fonseca.
™
-----Às Amigas Amadas, com blandícia, especialmente à eSTrELA ; 11/01/2008.
Amor On-line Rebelde.
Oi! Charles Baudelaire!
Oi! Walter Benjamin!
Olá, Charlie Carlito Chaplin!
Novos tempos modernos surgem!
Novas heroínas e heróis épicos
Em amores heróicos ressurgem.
Afetos, pouco prosaicos,
Às vezes, doem.
Será que me ama?
Dúvida que corrói.
Saudades e ciuminhos
Ainda que os naturais.
Mas, a ninguém Amar,
É o, de tudo, pior.
Um completo absurdo.
A um conselho
De me abster
Quedo mudo e surdo.
Afinal, viver pra quê,
Se não pra Amar alguém?
Ser bem acompanhado,
Buscar, é o melhor.
Tempos de amor line-on.
Real amor-coragem.
Como não fisgar e ser fisgado
Também por corações vívidos
Além do horizonte?
Uma vez tocados, lívidos,
Como ignorar suas existências?
Não é mesmo verdade
Que sempre existiu
Amor por/em corações
Em/por correspondências?
Uma vez sentires vividos
Como esquecê-los
E se desresponsabilizar?
Pode existir um melhor
Nas ruas, parques,
Praças e bares,
Ao alcance das mãos.
Mas como abandonar,
Trair, os amores já cativos
E que já nos cativaram?
Nova epopéias
Do Amor romântico,
Entre Inês Castro
E o Príncipe Pedro
No exílio se anunciam.
Novos casos,
Novos itinerários,
Novas novelas,
Novos romances.
E o Amor, mais uma vez,
Nunca de vez se desvenda;
Novamente rebelado
Contra os acidentes da geografia.
©
®---Gabriel da Fonseca.
™
-----Às Amigas Amadas, com blandícia, especialmente à eSTrELA ; 11/01/2008.
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