[violet]919. A PERCA.
Nem é preciso fingirQue ex-peri-mentamosUm fim-de-casoRoleta russa:
É a própria VidaQue nos afirmaQue é disso que se trata,Que é isso que está em jogo,Que viver é, mesmo, perigoso
Cabe-nos tão somentePerceber o perigo,Evitar o sucumbir,Afastar o risco,Como o náufragoAferrado, Às tábuas, Agarrado,Dos destroçosDa inTEMPérieInTEMPestivaDa TEMPestade,Do TEMPoralNa qual perdeu-se o TEMPo,Não o dos relógios,Astronômico,Mas o dos Investimentos,Não o dos Mercados,Econômico,Mas os dos melhoresAfetos do garimpoE do cultivo nossoDe nosso eu profundo.
Há mesmo que ter muito SIM,Muita aFIRMaçãoFIRMe de EsperançaE Fé Na Vida No AmorE de que apesarDe todas as penasGozamos a certezaDe que não quisemosAs nossa Vidas pequenas.Mas, sim, de imensa amplidão Como a DignidadeDe nossa alma majestosa.Pintemos, pois, o preto de rosa!
©Gabriel da Fonseca [/violet]
[purple]919.Kurita Kanibal;090707seg.[/purple]
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