Seguidores

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

959. Que pra Ti Baste Meu Peito, Amém!

959. Que pra Ti Baste Meu Peito, Amém!

Sadios ciúmes
Sob controle,
Preciso sentir,
Por vezes repetidas,
De modo indefinido,
No decurso dos dias
E dos trabalhos,
Que te entrega inteirinha,
Quantas vezes desejemos,
Em meus braços,
De jeito pleno e de fato,
E em meus abraços,
Em concreto
Sem abstratos,
Tantas vezes acordemos.

Preciso de você, ouvir,
Minha Mátria amada,
Nestes instantes,
Salve! Salve! Idolatrada,
Você, toda molhadinha,
De que sou teu tudo
E que sem mim
Você não é nada.
Ou seja,
A recíproca verdadeira
Do que sempre confesso.

Pra poder
Sempre reafirmar,
Com estes atos
Sob provas de noves fora,
Minha verdade vera,
Insofismável e nua,
Real e crua,
Bela como a primavera,

Minha fé verdadeira
De que sou teu homem
E você, minha mulher.
De que pra ti,
Basta meu peito.
Que meu ombro te baste!

Renovando, destarte,
Minha crença certeira
Em estandarte,
De que se você não quiser,
Teu core entregar
A mais ninguém,
Pois, comigo feliz,
Com má arte, enfim,
Não poderá, outrém,
Você, roubar de mim.
E amar-te.

E pra te auxiliar
De Apolo viro Marte.
Assim seja, amém!
Seja assim!

©Gabriel da Fonseca (020807)
-Às Amigas Reais e Virtuais.

Nenhum comentário: