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terça-feira, 30 de outubro de 2007

1134.Meu Corpo Acusa que Minh’Alma te Gos(t)a.

1134.Meu Corpo Acusa que Minh’Alma te Gos(t)a.

E uma semente,
Um embrião,
Um botão de rosa,
Do quase-nada, surgiu,

Plantado por dor pungente
De luto melancólico
Por perda de Amor.

De repente,
O grave vate
Se tornou grávido bardo
De elegia
Pra tua diva beldade.

Não se sabe de onde partiu
A Energia que teima,
A Força que aflora,
A pulsão que te(n)s(i)ona
Que insiste vir pra fora
Como emoção que nos queima
Afeto que se desencerra,
E sentimento que se desenrola

Num carinho crescente
Numa ternura que se enTORNa
Numa onda meiga
Nesse poema que te grita:
Você é bá(l)sa(mo) que alivia!;

E se fixa na beleza
Do teu rosto
E do modelar busto
Da tua foto,
De você que me aparece
E se estabelece,
Tão carinhosa:

Meu corpo todo fremita
E me acusa que te gos(t)a...
A você, que gos(t)ou
Duma frase do Poeta
E lhe fez um convite.

Logo(,) de ti,
Tão linda e formosa,
Tão bela e esbelta,
Tão corporal e etérea!
©
®Gabriel da Fonseca.

Às Amigas Reais e Virtuais, especialmente á Amiga Anna Carolinna. 29/10/07

Um comentário:

aNSSSS disse...

ESTE SEU POEMA É MAGNÍFICO!!!!
SE O CORPO ACUSA...
E A ALMA APOIA...
ESTÁ TUDO NO LUGAR CERTO!
SÓ FALTA CORAGEM PARA ASSUMIR...
VAI HOMEM...
FAZ O QUE DITA SEU CORAÇÃO!
POIS ESTES VERSOS SAIRAM DE LÁ...
PARABÉNS JÚLIO!
BJS
CIDINHA