Seguidores

terça-feira, 30 de outubro de 2007

1137. Cacos-mosaico-bricolage-espelho-ressangria.

[red]1137.


Cacos-mosaico-bricolage-espelho-ressangria.

Estoy
A juntar cacos
De aPENAS um fim-de-caso
Que não dão mais loiças,
Não dão mais taças,
Não dão mais peças.

Mas, sim, aPENAS um mosaico,
Uma bricolage
De fragmentos,
Colada pra se ver na loisa,
Que a mim me espelha
E as minhas esquarte-
Jadas partes,
Mediante a qual
Ainda vejo
Que ainda ressangro
Pelas perdas de coisas
De excelências.

Sangue em metamorfose
Pra versos
Pelas, das palavras, artes
De poetas di-versos.


-Gabriel da Fonseca.

Às Amigas Reais e Virtuais. 30/10/07, em caminhada pro trabalho à tarde, no Passeio Público de Curita, 14:50h.[/red]

2 comentários:

aNSSSS disse...

NOSSSAAAAAAAAA...
Sangue em metamorfose
Pra versos
Pelas, das palavras, artes
De poetas di-versos.

ESSE SIM...
SANGUE...
DOR...
METAMORFOSEANDO EM VERSOS,É DEMAIS!
AS VESES TEMOS QUE FAZER ASSIM;
SENÃO MORREMOS ENTALADOS COM TANTO SOFRIMENTO!
E VAMOS NÓS COLOCAR PRA FORA NOS VERSOS...
DORES...
ALEGRIAS...
DESILUSÕES...
AMORES NÃO CORESPONDIDOS...
OU AO CONTRÁRIO...
AMORES FELIZES!

MUITO BOM MESMO JÚLIO!
MENINO DANADINHO VOCE HEIM?
BEIJOS
CIDINHA

(Julio Cezar) Gabriel da Fonseca (Soares) disse...

pr ora muiti obraigado. depois retorno